Como ganhar dinheiro no Youtube em 2019? A resposta é simples…

como ganhar dinheiro no Youtube
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Saber como ganhar dinheiro no Youtube é simples.

Mas ter a disciplina necessária para criar um canal, produzir conteúdo e cultivar uma audiência, isso sim, é mais dificil do que as pessoas pensam.

É quase como escalar uma montanha…

Quando você está no sopé a olhar para o cume, a milhares e milhares de metros de distância, você não tem muitas dúvidas sobre o caminho, pois não?

É para cima.

Claro, pelo meio vai haver atalhos, desvios, erros, acidentes, sorte, azar e tudo mais.

Mas o caminho é para cima.

Construir uma audiência interessada e participativa é um trabalho que existe esforço, dedicação e algum tempo. Quase como escalar uma montanha…

É preciso muita persistência e alguma paciência, mas a maior parte das pessoas desiste cedo demais.

Claro que também é importante saber a parte mais técnica de como ganhar dinheiro no Youtube.

Mas, se você não souber construir uma audiência, até pode ser o maior especialista em monetização do mundo… Não vai ganhar dinheiro.

O Youtube é o negócio da atenção.

Você produz vídeos e, se conseguir que as pessoas prestem atenção ao seu conteúdo e passem a fazer parte da sua audiência, as marcas compram essa atenção.

É basicamente o seu canal de televisão, embora adaptado à realidade e à linguagem da internet.

Agora, vamos ao que interessa!

Vou tentar descrever o melhor caminho para o sucesso no Youtube, do início ao fim, passando por todos os passos importantes.

Como ganhar dinheiro no Youtube?

  • Quanto é que um canal do Youtube ganha com anúncios
  • Quais são os requisitos mínimos para poder ativar os anúncios
  • Como ganhar dinheiro no Youtube sem ser com anúncios
  • Como começar um canal no Youtube
  • Que equipamento é preciso
  • Como ter mais visualizações e subscrições

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Quanto é que um canal do Youtube ganha com anúncios?

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Não existe uma resposta simples e os valores variam de caso para caso.

Mas podemos falar de valores médios.

Um canal do Youtube pode ganhar entre $500 e $3000, até mais em alguns casos mais raros, por cada 1 milhão de visualizações.

E porque é que os valores variam tanto?

Principalmente, por estas três razões:

  • Algumas marcas estão dispostas a pagar mais
  • Nem todos os anúncios têm o mesmo valor
  • Nem todos os públicos têm o mesmo valor

Vamos começar pela primeira…

As marcas do sétor automóvel secalhar estão dispostas a gastar mais em marketing do que as marcas de desporto.

Ou, secalhar, as marcas de produtos de beleza gastam mais do que as marcas de roupa.

E esta questão, que nem tem necessáriamente a ver com o Youtube, faz com que os CPMs sejam diferentes de caso para caso.

Em relação à segunda questão…

Quando as marcas desenham uma campanha de anúncios no Youtube podem optar por vários tipos de anúncios.

Essas opções também vão influenciar as comissões do criador de conteúdos.

Por exemplo, é possível reservar um inventário de anúncios ou comprar em sistema de leilão, tal como acontece na rede display ou no Adwords.

É possível comprar vários tipos de anúncios em formatos diferentes, mais caros ou mais baratos.

E isto também vai influenciar o valor do seu CPM.

Em relação à terceira…

As marcas gastam mais dinheiro em anúncios nos países com mais poder de compra.

Ou seja, um público de Portugal ou do Brasil, aos olhos de quem compra os anúncios, tem menos valor do que um público dos Estados Unidos ou do Canadá, por exemplo.

Ou, por outro lado, as marcas Portuguesas ou Brasileiras têm um orçamento para marketing mais curto do que uma empresa Americana, por exemplo.

E, claro, isto também vai ter influência no seu CPM.

Quais são os requisitos mínimos para poder ativar os anúncios

Nos últimos tempos, o programa de parcerias do Youtube tem vindo a ser alterado.

Vou tentar manter esta informação atualizada, mas é provável que existam mais atualizações em breve…

Neste momento, para ter acesso à monetização através do AdSense, um canal do Youtube tem que ter:

  • 1000 subscritores
  • 4000 horas em tempo de visualização nos últimos 12 meses

Claro, há outras regras a que os criadores de conteúdo devem obedecer.

Se quer saber como ganhar dinheiro no Youtube, deve conhecer relativamente bem estes documentos:

A maior parte destas regras são senso comum, mas não facilite e liberte algum tempo para ler estes documentos com atenção.

Como ganhar dinheiro no Youtube sem ser com anúncios?

A maior parte das pessoas limita-se a usar o AdSense para monetizar o seu conteúdo no Youtube.

Mas existem outras formas de ganhar dinheiro.

E mesmo quem ainda não tem acesso à rede AdSense pode começar a rentabilizar o conteúdo com alguns destes métodos.

Programas de afiliados

Esta é provavelmente a opção mais óbvia.

Basta informar o Youtube de que o vídeo contém uma promoção paga, comunicar essa promoção à sua audiência e publicar o seu link de afiliado nos comentários do vídeo.

Vender produtos próprios

Implica um pouco mais de trabalho, mas vender produtos próprios pode ser bastante lucrativo.

Pense em t-shirts, canecas de café, bonés, etc.

Cursos

Também implica algum trabalho e conhecimento, mas há muita gente a ganhar dinheiro a vender cursos.

Se é especialista em alguma área, pode criar conteúdos premium bem organizados e tentar vendê-los à sua audiência.

Consultoria

Outra opção, se é especialista em alguma área, pode oferecer sessões individuais de esclarecimento e acompanhamento a alguns membros da sua audiência.

Apesar de bastante eficaz, oferece alguns desafios em termos de escalabilidade.

Leads

Se oferecer um ebook gratuíto, por exemplo, as pessoas provavelmente não se importam de fornecer o seu endereço de email.

Com essa informação pode comunicar com o seu público através de outros canais, fora do Youtube, e usar outros métodos de monetização.

Superchat

Para o usar o Superchat é preciso ter acesso à rede AdSense.

Mas é um bom suplemento, principalmente se faz live streaming.

Como começar um canal no Youtube?

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Simplesmente comece.

Eu sei que parece uma frase feita, sem grande importância ou significado.

Mas a maior das pessoas não alcança os seus objetivos porque nunca começa.

Você não vai ser excelente logo à partida.

O seu canal não vai ser excelente logo à partida.

Aceite isso.

Foque-se em ser o melhor possível e em melhorar a cada dia.

Escolha o assunto e o nome do seu canal.

O Youtube é um espaço cada vez mais competitivo.

Por esse motivo, na minha opinião, o ideal é tentar definir o melhor possível qual é o objetivo do seu canal e quem é o seu público.

Assim, vai ser mais fácil produzir conteúdo e criar uma audiência interessada e participativa.

Escolha algo que lhe interesse, de forma a poder falar sobre assunto durante um período alargado de tempo.

Não vale a pena tentar imitar outros canais e tentar fingir que gosta deste ou daquele assunto.

Não vai conseguir sustentar o seu entusiasmo para criar conteúdo, vai acabar por desistir e, pior ainda, as pessoas vão conseguir perceber que o seu interesse é forçado.

Não desista

Mais uma vez, parece óbvio mas a maior parte das pessoas desiste com demasiada facilidade.

Já produziu 20 vídeos e ainda não é milionário? E depois? Está pronto para desistir?

Preocupe-se ser melhor a cada dia e foque em desfrutar da viagem.

Acha que os maiores Youtubers do mundo começaram a produzir conteúdo super profissional desde o primeiro dia?

Se acha que sim, está enganado. E eu tenho provas.

Clique aqui para ver um dos primeiros vídeos do PewDiePie.

Hoje, o canal dele tem mais de 95 milhões de subscritores…

Como ganhar dinheiro no Youtube sem equipamento super mega profissional?

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Não é preciso gastar milhares de euros para começar a produzir vídeos no Youtube.

Claro que a qualidade técnica é importante, mas há muita gente a desistir por não ter dinheiro para comprar isto ou aquilo, e a verdade é que não é preciso assim tanta coisa.

Basicamente, só é preciso conseguir captar vídeo, de preferência em alta definição e audio com boa qualidade.

Hoje em dia, qualquer telemóvel grava em alta definição.

Talvez tenha que comprar algumas lâmpadas para iluminar os seus vídeos, ou até um microfone, mas é possível arranjar soluções muito baratas que resultam perfeitamente.

Por isso, não desista de produzir conteúdo no Youtube por não tem uma câmara super profissional.

Não é preciso comprar um estúdio de Hollywood e pode perfeitamente ir melhorando o seu equipamento há medida que o seu canal cresce.

Como ter mais visualizações e subscrições

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No final do dia, o fator mais decisivo é a qualidade do seu conteúdo.

Mas há algumas que pode fazer para aumentar a probabilidade de conseguir captar a atenção das pessoas que vagueiam pelo Youtube.

Thumbnail

A thumbnail, ou miniatura, é a primeira imagem que as pessoas vêm quando encontram o seu vídeo.

Por esse motivo, é extremamente importante investir algum tempo na thumbnail certa.

Título

O título do vídeo, tal como a thumbnail, é a primeira impressão que as pessoas têm do seu vídeo e a primeira oportunidade para captar o seu interesse.

O título deve descrever perfeitamente o conteúdo e tenta levar o utilizador a clicar.

Além disso, é importante incluir algumas palavras-chave associadas ao assunto do seu vídeo.

Descrição

Apesar de só ser visível depois de o utilizador clicar para ver o vídeo, a descrição é bastante importante.

Aproveite para comunicar com a sua audiência, deixar algumas notas relevantes e apelar à subscrição.

Tem mais alguma questão sobre como ganhar dinheiro no Youtube?

Por favor, partilhe nos comentários!

Se o puder ajudar, responderei logo que possa.

Além disso, está a ajudar-me a perceber que informação devo acrescentar a este artigo 🙂

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Qual é a nova rede social que vai substituir o Facebook e o Instagram?

Qual é a nova rede social que vai substituir o Facebook e o Instagram?
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Se for capaz de ler as tendências, talvez consiga antecipar o mercado e perceber qual é a nova rede social que vai ganhar espaço e dominar o mercado.

Com essa informação, qualquer um de nós pode ganhar bastante dinheiro.

Além disso, conhecer novos espaços digitais também ajuda a identificar excelentes oportunidades para divulgar produtos ou serviços.

Assim sendo, vamos falar de 17 projetos que já estão a ganhar tração e a mudar a forma como usamos e pensamos a internet e as redes sociais.

PS:

No final deste vamos olhar tentar perceber quanto dinheiro é possível ganhar a investir em ações de redes sociais.

Por isso, leia até ao fim!

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Qual é a nova rede social que está a conquistar a internet?

Vero

Esta rede social inspira-se num ideal de verdade para incentivar os seus utilizadores a serem eles próprios.

A mecânica do interface faz lembrar o Instagram, apesar da estética muito própria e das várias diferenças (importantes) que fazem parte do seu fator diferenciador.

A Vero, rede social nativa do espaço mobile, foi um fenómeno viral em Fevereiro de 2018, quando mais de meio milhão de utilizadores descarregaram a app em apenas 24h.

O seu feed cronológico, a criação de audiências personalizadas e publicações segmentadas, a ausência de anúncios, imagens e vídeos sem compressão, são algumas das funcionalidades que a distinguem do Instagram.

Neste momento, já conta com mais de 1 milhão de instalações no Google Play e é um player bem estabelecido no mercado.

No entanto, apesar da trajetória ascendente, a empresa também tem gerado alguma atenção menos positiva.

Bugs na plataforma, questões sobre os direitos de autor do conteúdo que os utilizadores criam diariamente e dúvidas sobre o CEO, Ayman Hariri.

De acordo com a Crunchbase, a empresa fez duas rondas de investimento num total de 4 milhões de dólares.

Se pensarmos numa nova rede social que pretenda ocupar exatamente o mesmo espaço do Instagram, provavelmente, a Vero é a única desta lista.

Caffeine

Criada em 2016 e ainda em pre-release, a Caffeine é um projeto que está a gerar bastante entusiasmo.

Esta nova rede social dedica-se ao streaming de vídeo e foca-se nas áreas do gaming, entretenimento e artes criativas.

Quando criamos conta na Caffeine e temos contacto direto com a plataforma, algumas semelhanças com o Twitch são óbvias.

No entanto, qualquer streamer com experiência sabe que este projeto é tudo menos redundante, com vários fatores diferenciadores, alguns muito, muito interessantes.

A latência extremamente reduzida, a monetização aberta a 100% da comunidade e o aspecto social muito mais vincado, são alguns dos fatores que podem ajudar a conquistar novos utilizadores.

Mas iniciar um stream com um click, sem necessitar de software externo, é uma verdadeira revolução.

Neste momento, o site recebe cerca de 500 mil visitas por dia e a app tem cerca de 50 mil instalações no Google Play.

De acordo com a Crunchbase, a empresa fez três rondas de investimento em apenas dois anos, num total de 146 milhões de dólares.

Muito interessante, principalmente face à recente apresentação do Google Stadia.

House Party

Da autoria da Life On Air Inc., liderada por Ben Rubin, a House Party é uma aplicação móvel de chat por vídeo.

A empresa também é responsável pela Meerkat, app que foi um sucesso viral em 2016, e obrigou Facebook e Twitter a uma verdadeira corrida à integração do streaming.

A House Party permite criar conversas com até 8 participantes, numa aplicação extremamente simples, quase minimalista, que já tem mais de 5 milhões de instalações no Google Play.

O fator diferenciador é quase inexplicável, mas se juntar 7 dos seus amigos para testar a aplicação vai perceber logo.

Numa altura em que as redes sociais são apontadas como uma das principais causas da solidão humana na sociedade moderna, a Life On Air Inc. re-imaginou a mecânica do chat por vídeo e criou uma nova rede social que só funciona no plural.

De acordo com a Crunchbase, a empresa financiou-se em mais de 70 milhões de dólares, em 5 rondas de investimento.

Tik Tok

A Tik Tok faz parte da ByteDance, conglomerado Chinês que em Outubro de 2018 se tornou a start-up mais valiosa do mundo.

A rede social nasceu em Setembro de 2016 e, numa primeira fase, só estava disponível para o mercado Oriental.

Depois de comprar a Musical.ly por 1 bilião de dólares, em Novembro de 2017, a ByteDance partiu à conquista de uma presença à escala global.

Lembra-se do Vine? Aquela nova rede social que captou a imaginação da internet entre 2013 e 2016?

A Tik Tok é algo parecido…

Aqui, os utilizadores podem partilhar micro-vídeos, normalmente acompanhados por música, e participar numa comunidade extremamente criativa que está a captar a imaginação das gerações mais jovens.

A aplicação tem mais de 500 milhões de downloads no Google Play, um número extremamente impressionante, e já tem bastantes utilizadores no mercado do Brasil e Portugal.

De acordo com a Crunchbase, desde 2018, a ByteDance financiou-se em mais de mais de 4 biliões de dólares, em apenas 3 rondas de investimento.

Um dos players mais interessantes desta lista.

Facecast

Também nativa do espaço mobile, esta rede nova social foi lançada em Maio de 2018 e é bastante semelhante à Tik Tok.

A app é dedicada aos criadores de conteúdo vídeo, normalmente acompanhados por música, com desafios agrupados em hashtags e bastante humor.

Também é possível fazer live streaming e descobrir pessoas numa sala de chat aleatória.

Ao passear pela aplicação, torna-se evidente que a Facecast é um fenómeno global que captou a atenção de uma comunidade extremamente criativa.

No entanto, apesar de ter mais de 100 mil instalações no Google Play, em função da existência de outros produtos muito semelhantes, é complicado imaginar um futuro em que a Facecast consiga dominar.

The Dots

O projeto descreve-se como “o LinkedIn da criatividade”.

Colocada online em Setembro de 2014, esta nova rede social pretende ligar profissionais criativos e empresas, para criar oportunidades de colaborar em projetos e ajudar a montar equipas.

Mais, o The Dots pretende ser o espaço onde as pessoas criativas encontram a inspiração que precisam.

Em 2009, Pip Jamieson criou The Loop, uma plataforma utilizada por cerca de 70% dos profissionais criativos na Austrália.

A ideia é replicar o sucesso à escala global, ainda que neste momento a ativade esteja focada no território do Reino Unido.

O site recebe cerca de 500 mil visitas por mês e, de acordo com a Crunchbase, até à data, a empresa conseguiu 5,5 milhões de libras em duas rondas de investimento.

Muito interessante, principalmente em função do CEO que lidera o projeto.

ReverbNation

Mais do que uma nova rede social, a ReverbNation é uma plataforma para quem procura oportunidades na indústria da música.

Para lá dos perfis que lembram vagamente o Myspace, o core dos serviços da empresa acontece no backoffice.

Aí, os utilizadores encontram ferramentas de marketing para promover a sua música. Algumas são gratuitas, outras pagas num modelo de subscrição.

Online desde Outubro de 2006, o site tem mais de 5 milhões de visitas por mês e é utilizado por mais de 4 milhões de artistas em todo o mundo.

De acordo com a Crunchbase, a empresa gerou 8,6 milhões de dólares em três rondas de investimento.

A forma como consumimos música alterou-se dramáticamente nos últimos 20 anos…

O sucesso da ReverbNation depende do valor que acrescenta aos seus clientes, os músicos, numa altura em que Spotify, Apple Music, e serviços de streaming de uma forma geral, são alvos de algumas críticas.

Anchor

A Anchor é uma plataforma dedicada aos podcasts.

Não é necessáriamente uma rede social, mas merece menção nesta lista devido à forma como está a mudar as regras da produção e distribuição do audio.

A empresa foi criada em 2014 e a primeira versão pública foi colocada online em 2016.

Hoje, o site tem mais de 3 milhões de visitas por dia e a aplicação móvel tem mais de 500 mil downloads no Google Play.

A missão da empresa é “democratizar o audio” e, sem dúvida, com as várias ferramentas que coloca à disposição dos seus utilizadores, nunca foi tão fácil produzir, editar, distribuir e monetizar um podcast.

Muito, muito interessante, principalmente face às várias aquisições que a Apple tem feito neste mercado.

De acordo com a Crunchbase, a empresa conseguiu mais de 14 milhões de dólares, em 4 rondas de investimento.

Care2

A Care2 é uma nova rede social (com 20 anos de existência) focada em ter um impacto positivo no mundo.

Os utilizadores podem criar petições, assinar petições já existentes, seguir causas e encontrar pessoas, grupos e empresas com os mesmos interesses.

A empresa é liderada por Randy Paynter, foi fundada em 1998 e o site recebe cerca de 4 milhões de visitas por dia.

De acordo com a Crunchbase, a empresa conseguiu quase 6 milhões em 2 rondas de investimento.

Um conceito interessante, cada vez mais atual no contexto das redes sociais, numa altura em que são quase sinónimo de política.

Steemit

O Steemit é uma plataforma de social blogging que integra a tecnologia blockchain.

Aqui, os criadores de conteúdo recebem STEEMs, a criptomoeda nativa, em função do valor que acrescentam à comunidade.

Ativo desde Março de 2016, atualmente o site recebe cerca de 12 milhões de visitas diárias.

Apesar de enfrentar algumas dificuldades, comuns a quase todos os projetos na esfera das criptomedas, a comunidade desta nova rede social é extremamente ativa e dinâmica.

É possível encontrar blogs a falar sobre tudo um pouco e é uma excelente forma de entrar no mundo das criptomedas e até ganhar algum dinheiro.

O conceito do projeto é extraordinário, mas talvez o seu sucesso esteja dependente do futuro das criptomedas como um todo.

Seja como for, o Steemit é um espaço que enriquece os seus utilizadores e que vale bem a pena conhecer.

DTube

Outra aplicação descentralizada, a correr no blockchain Steem, o DTube funciona como uma plataforma para alojar e partilhar vídeos.

As semelhanças não se ficam só pelo nome, estéticamente o site também é muito semelhante ao Youtube.

Tal como acontece no Steemit, os criadores de conteúdo recebem STEEMs, a criptomoeda nativa, em função do valor que acrescentam à comunidade.

O site recebe cerca de 1,5 milhões de visitas por mês e está disponível desde 2017.

Uma parte interessante do DTube, e uma consequência da tecnologia blockchain, não é possível apagar os vídeos depois de eles serem colocados online.

Mais uma vez, principalmente em função de o Youtube estar a apertar as regras da monetização, esta nova rede social é muito, muito interessante.

Mastodon

A Mastodon apresenta-se como uma alternativa ao Twitter, numa experiência de microblogging limitada a 500 caracteres por mensagem, ou “toots”.

A grande diferença é que qualquer pessoa é livre para criar o seu servidor Mastodon e administrar a mecânica e as regras da comunidade.

Esta nova rede social, open source e descentralizada, foi criada por Eugen Rochko e colocada online a 5 de Outubro de 2016.

Hoje, o site tem mais de 1 milhão de visitas por mês e mais de 2 milhões de utilizadores registados.

Para aceder à rede podemos utilizar uma série de aplicações diferentes, de developers 100% independentes, criadas com o código open source da Mastodon.

A Mastodon lidera um paradigma tecnológico novo, onde nada é proprietário.

Apesar de ser extremamente interessante, o aspecto mais técnico pode ser uma barreira à aquisição de utilizadores menos sofisticados.

Minds

Outra rede social open source e descentralizada, criada para proteger a liberdade de expressão e a privacidade, que usa tecnologia blockchain para recompensar os seus utilizadores.

Visualmente, o feed da Minds lembra vagamente o Facebook.

A empresa foi criada por Bill Ottman, em 2011, e o site foi colocado online em 2015.

Hoje, tem mais de 3 milhões de visitas por mês e mais de 1 milhão de utilizadores registados.

Estes números podem parecer um grão de areia, principalmente quando comparados com os do Facebook.

No entanto, convém dizer que a Minds detém um recorde notável, alcançado em Junho de 2017 – é a iniciativa de crowdfunding que mais rapidamente angariou 1 milhão de dólares.

De acordo com a Crunchbase, a empresa financiou-se em mais de 7 milhões de dólares, em 3 rondas de investimento.

Duck Duck Go

Não é uma rede social, mas vale a pena conhecer esta empresa e perceber o que é que está a alimentar o seu crescimento.

O que distingue este motor de busca é o compromisso com a privacidade.

O Duck Duck Go não coleciona a informação dos seus utilizadores e não a partilha com terceiros.

A empresa também tem uma extensão compatível com Chrome, Firefox, Internet Explorer, Microsoft Edge, Opera e Safari, e uma aplicação móvel para Android e iOS.

De uma forma geral, as inquietações em relação à privacidade na internet são cada vez maiores e o Duck Duck Go é uma alternativa que o ajuda a recuperar o controle sobre os seus dados.

A empresa foi lançada em 2008 e hoje o site tem mais de 600 mil visitantes por mês, com mais de 1 bilião de pesquisas mensais.

Ainda muito longe de poder ser uma ameaça ao monopólio do Google, mas o crescimento da empresa é notável.

Gab

A Gab nasceu em 15 de Agosto de 2016 e é liderada por Andrew Torba.

Com um interface faz lembrar o Twitter, timeline vertical e agregação de conteúdo via hashtags, esta nova rede social foi criada para defender a liberdade de expressão no espaço digital e oferecer uma alternativa ao monopólio dos grandes players do mercado.

O site recebe cerca de 4,5 milhões de utilizadores e aplicação para telemóvel foi removida do Google Play, pelo que não é possível obter informação sobre o número de instalações.

Sendo uma aplicação nativa do espaço mobile, parece-me justo supor que os número será superior a 10 milhões.

A plataforma parece estar em trajetória ascendente, apesar da pressão a que tem sido sujeita.

Muito interessante acompanhar o futuro, em particular os desafios relacionados com financiamento e monetização.

Dissenter

A Dissenter é daquelas inovações tecnológicas que, mais do que brilhantes, parecem óbvias. Mas só depois de serem inventadas…

Trata-se de um plugin, compatível com a maior parte dos browsers, que abre uma secção de comentários e discussão externa, agregada a qualquer site da internet.

Ou seja, estamos a discutir e a comentar a internet, num outro espaço novo, externo ao site que serve de pano de fundo.

Esta nova rede social é da responsabilidade da mesma empresa que lidera a Gab, e construída para defender os mesmos ideais de liberdade de expressão no espaço digital.

É difícil estimar o número de instalações, em função de o plugin estar a ser boicotado por Chrome e Firefox, em função da imprensa negativa que tem gerado.

No entanto, a inovação tecnológica por si só é suficiente para para merecer uma menção nesta lista.

Spreely

O nome desta rede social é a junção das palavras “Speak” e “Freely”.

O projeto surge em reação à problemática da censura na internet, um assunto extremamente atual, com as maiores plataformas do mercado a serem alvo de muitas críticas.

Em relação à estética e ao funcionamento da rede, as semelhanças com o Facebook são óbvias.

Terá sido colocada online algures em 2018 e dos seus criadores sabe-se muito pouco.

Apesar de inicialmente ter gerado bastante interesse, esta nova rede social parece estar em trajetória descendente.

O site recebe cerca de 150 mil visitas por mês e aplicação android tem cerca de 5 mil instalações no Google Play.

Ainda assim, vale a pena estar atento ao futuro da Freely, que depende de vários fatores externos e das movimentações de muitos outros players do mercado.

Quanto dinheiro posso ganhar ao investir numa nova rede social?

Photo by Markus Spiske on Unsplash

Em função da premissa deste artigo, acho que este exercício é interessante.

Vamos olhar para os casos mais óbvios e perceber que tipo de mais valia podia ter sido gerada por qualquer um de nós, se tivéssemos investido nas ações destas redes sociais.

Atenção:

Esta matemática deve ser encarada apenas como um exercício de pensamento.

Investir em bolsa exige uma análise muito mais detalhada e uma simples análise do histórico das ações destas empresas demonstra que, em alguns casos, as coisas não são tão simples.

No entanto, ter predisposição para investir e estar atento às várias oportunidades para o fazer, na minha opinião, é algo positivo.

Google

O maior motor de busca do mundo nasceu a 4 de Setembro de 1998.

A empresa estrou-se na bolsa a 19 de Agosto de 2004.

Nessa altura, o Google coloca 19 milhões de ações no mercado, a 85 dólares por ação.

As ações valem neste momento cerca de 1166 dólares.

Ou seja, o lucro por ação é cerca 1081 dólares.

Com um investimento de 510 dólares em 6 ações, o lucro seria de 6486 dólares.

Facebook

O Facebook foi colocado online em Fevereiro de 2004.

A estreia da empresa na bolsa acontece a 18 de Maio de 2012.

Nessa altura, o Facebook coloca 421 milhões de ações no mercado, a 38 dólares por ação.

As ações valem neste momento cerca de 192 dólares.

Ou seja, o lucro por ação é cerca de 154 dólares.

Com um investimento de 494 dólares em 13 ações, o lucro seria de 2002 dólares.

Twitter

O primeiro tweet foi publicado em 21 de Março de 2006.

A empresa foi listada na bolsa em 7 de Novembro de 2013.

Nessa altura, o Twitter colocou 70 milhões de ações no mercado, a 26 dólares por ação.

As ações valem neste momento cerca de 40 dólares.

Ou seja, o lucro por ação é cerca de 14 dólares.

Com um investimento de 494 dólares em 19 ações, o lucro seria de 266 dólares.

Snapchat

A empresa foi fundada em 16 de Setembro de 2011.

A estreia na bolsa aconteceu em 2 de Março de 2017.

Nessa altura, o Snapchat lançou 200 milhões de ações no mercado, a 17 dólares por ação.

Neste momento, as ações valem cerca de 11 dólares.

Ou seja, isto representa uma perda de 6 dólares por ação.

Com um investimento de 493 dólares em 29 ações, as perdas seriam de 174 dólares.

LinkedIn

O LinkedIn foi lançado no final de 2002.

Em 13 de Junho de 2016, a rede social é comprada e passa a fazer parte da Microsoft.

Se, nessa altura, tivesse comprado ações da Microsoft, elas valiam cerca de 60 dólares.

Neste momento, valem cerca de 126 dólares.

Ou seja, isto representa um lucro de 66 dólares por ação.

Se o investimento fosse de 480 dólares, em 8 ações, o lucro seria de 528 dólares.

Twitch

O Twitch foi lançado em Junho de 2011.

Em 25 de Agosto de 2014, a rede social é comprada e passa a fazer parte da Amazon.

Se, nessa altura, tivesse comprado ações da Amazon, elas valiam cerca de 330 dólares.

Neste momento, valem cerca de 1900 dólares.

Ou seja, isto representa um lucro de 1570 dólares por ação.

Se o investimento fosse de 660 dólares, em 2 ações, o lucro seria de 3140 dólares.

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Cash Pirate: Você gosta de dinheiro? Então, instale já esta aplicação!

Cash Pirate: Receba dinheiro por realizar algumas tarefas simples com esta app móvel!

Quanto o assunto é ganhar dinheiro, há milhares de aplicações para telemóvel que prometem muito e desiludem ainda mais. Mas a Cash Pirate não é uma delas.

Já está a pensar na cor do Lamborghini que vai comprar?

Então, voltemos ao planeta Terra…

Na minha opinião, a Cash Pirate oferece uma excelente relação entre retorno financeiro e tempo investido pelo utilizador.

No entanto, é mais ou menos aquilo que habitualmente podemos esperar de uma aplicação para telemóvel deste tipo.

Eu acho que a aplicação merece elogios e não tenho qualquer problema em recomendá-la, mas é importante manter as expectativas dentro dos limites da realidade.


Está pronto para começar a testar a Cash Pirate? Carregue aqui para descarregar a aplicação.

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❤️


Agora, vamos ao que interessa.

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Como é que a Cash Pirate funciona?

Basicamente, os utilizadores ganham recompensas por realizar algumas tarefas simples.

Mais concretamente, é possível ganhar dinheiro a:

  • Ver vídeos
  • Instalar aplicações
  • Responder a questionários

As tarefas pagam mais ou menos, dependendo do seu grau de dificuldade.

Depois, assim que se atinja o valor mínimo podemos resgatar a nossa recompensa, e é possível escolher entre:

  • Saldo PayPal
  • Vales de compras (Amazon, Google Play, PlayStation Store, etc.)
  • Cartões virtuais pré-pagos Visa e Mastercard

Há centenas e centenas de aplicações que funcionam de forma semelhante e quase de certeza que o leitor já ouviu falar de alguma.

Mais uma vez, o que distingue a Cash Pirate é o retorno financeiro vs. tempo investido na aplicação.

Assim sendo, vamos falar de números.

Que tipo de valores é possível ganhar?

Como vimos, existem recompensas de vários valores.

Até decidirem resgatar uma recompensa, os utilizadores acumulam “coins” sempre que realizam tarefas.

Seja qual for a tarefa ou a recompensa, 1 coin equivale sempre a $0,01.

Ou seja:

  • 2500 coins = $2,5
  • 5000 coins = $5
  • 10000 coins = $10
  • 15000 coins = $15
  • 20000 coins = $20
  • 25000 coins = $25

É possível ganhar 2 coins por cada vídeo, entre 25 e 65 por cada aplicação e cerca de 200 coins por cada questionário.

Também é possível encontrar ofertas com as quais conseguimos ganhar, por exemplo, 1200 ou até 2500 coins.

No entanto, essas implicam investir um pouco mais de tempo.

Nem sempre há a quantidade de tarefas que seria desejável, mas é relativamente fácil atingir o valor mínimo, pelo menos uma vez por mês.

A aplicação também tem um programa de afiliados.

Se convidarmos novos utilizadores podemos ganhar 10% do total que coins que eles acumularem.

Se, por sua vez, eles também convidarem novos utilizadores, ganhamos 5% das coins que esses novos utilizadores acumularem.

A Cash Pirate é de confiança?

A aplicação tem mais de 1 milhão de instalações no Google Play (os dados da App Store não são visíveis para quem não usa iOS).

Em termos de reviews de utilizadores, 89,869 pessoas deixaram o seu feedback, com uma pontuação de média de 4,4 estrelas numa escala de 0 a 5.

O site da Cash Pirate foi registado em 27 de Junho de 2016.

Recebe uma média de 15 mil visitas por mês e os principais países de origem são o Brasil (17%), Colômbia (14%), Irão (12%), França (11%) e Portugal (9%).

O developer (ayeT-Studios) é uma empresa Alemã, cujo site pode ser consultado aqui.

Não tenho qualquer motivo para duvidar das intenções da Cash Pirate.

No entanto, no que diz respeito às aplicações de terceiros que são instaladas a troco de coins, nem eu nem o developer podemos dar as mesmas garantias.

A Cash Pirate paga?

Só posso falar da minha experiência pessoal, mas nunca tive qualquer problema em receber as recompensas.

Tenho dois resgates de saldo PayPal até à data, que podem confirmar na imagem que se segue.

Como podem ver, tive contacto com aplicação pela primeira vez em 2016.

Vale a pena instalar esta aplicação?

Depende.

Por um lado, a aplicação parece ser 100% segura e honesta.

Mais do que isso, na minha opinião, é provavelmente a melhor aplicação deste género, tendo em conta a relação retorno financeiro vs. tempo investido.

No entanto, os valores que vai ganhar não vão mudar a sua situação financeira.

Claro, o dinheiro extra é sempre uma ajuda.


Se estiver pronto para começar a testar a Cash Pirate, carregue aqui para descarregar.

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money cube

Money Cube: Dá para ganhar algum dinheiro extra com esta aplicação?

Já ouviu falar do Money Cube?

Basicamente, é uma aplicação para telemóvel que promete recompensar os seus utilizadores com dinheiro e vales de compras.

Mas será que funciona mesmo?

Continue a ler para saber se vale a pena experimentar, como funciona e que tipo de valores é possível ganhar!


Quer descarregar já o Money Cube?

Carregue aqui.

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Como é que funciona?

A aplicação não podia ser mais simples…

A nossa recomensa está dentro de um cubo de gelo.

É preciso partir o cubo de gelo com toques no ecrã do telemóvel para conseguir resgatar a recompensa.

Simples, não é?

Mas só é possível dar 50 toques de cada vez…

A cada 50 toques temos que ver um anúncio e fazer uma pausa de 10 minutos.

Quem é que criou o Money Cube?

O nome do developer no Google Play é FunGoo.

Aparentemente, o perfil foi recentemente apagado do Google Play.

Também já não é possível descarregar a aplicação do Google Play.

Digo recentemente porque eu descarreguei a aplicação há cerca de um mês do Google Play.

Pelo histórico, conseguimos saber o seguinte:

  • A aplicação foi lançada em Novembro de 2016.
  • Em Julho de 2018 é feito um update.
  • Em Outubro de 2018 é feito um update.
  • Em Dezembro de 2018 é feito um update.
  • Em Janeiro de 2019 é feito um update.
  • Em Março de 2019 é feito um update.

Desconfio que tenha sido o próprio developer a retirar a aplicação do Google Play.

No Youtube há imensos tutoriais a ensinar como hackear a aplicação para não ter que ver vídeos ou ter mais clicks.

A aplicação é segura?

Honestamente, eu não posso garantir a 100% que esta aplicação é segura.

Suponho que seria necessário analisar o código que a faz funcionar, algo que eu não consigo fazer.

A minha recomendação é que faça o mesmo que eu, se puder, e instale a aplicação num telemóvel secundário.

O Money Cube paga?

Sim.

Pelo menos, na minha experiência pessoal.

No passado dia 26 de Março recebi 2 dólares do developer.

Menos as taxas do PayPal dá 1,59 dólares.

Que tipo de valores é possível ganhar?

Obviamente, esta aplicação não vai mudar a sua vida.

Uma expectativa realista será algo como 5$ por mês.

Além de dinheiro, também é possível resgatar vales de compras:

  • Amazon
  • Google Play
  • iTunes

Se preferir, vai acabar por poupar em taxas PayPal.

Vale a pena investir o seu tempo?

Neste momento, não há motivo para acreditar que a aplicação seja fraudulenta ou maliciosa.

No entanto, não é possível ganhar muito dinheiro com esta aplicação.

Por outro lado, ela consome muito pouco tempo do seu dia.

Pode usá-la para ajudar a pagar as contas de casa ou preparar um investimento.


Pronto para testar o Money Cube?

Então, carregue aqui.

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Qual é a melhor app para ganhar bitcoin? Os resultados não enganam…

Junte algum dinheiro com uma app para ganhar bitcoin!
Image by WorldSpectrum on Pixabay

Está a tentar encontrar uma app para ganhar bitcoin?

Infelizmente, é difícil distinguir as que valem a pena das que são um desperdício de tempo.

E foi por isso que eu criei este artigo para o ajudar 🙂

Não vai ficar rico mas, se tiver um telemóvel a mais e algum tempo livre, pode ganhar dinheiro extra para o ajudar a pagar as contas de casa ou investir.

Antes de começar, deixe-me dar-lhe algumas sugestões:

  • Não use o seu telemóvel do dia-a-dia.

Para o utilizador comum, é quase impossível saber como funciona o código atrás da aplicação.

A maior parte delas são perfeitamente seguras mas, hoje em dia, convém não facilitar e garantir que os seus dados pessoais estão seguros.

  • Tenha paciência.

Vai ser preciso usar as aplicações diariamente e dar algum tempo até ver dinheiro a cair na sua conta.

  • Não tente enganar os programadores.

Vai acabar por ser banido se criar contas falsas, não visualizar os anúncios, etc.

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Qual é a melhor app para ganhar bitcoin?

Eu procuro aplicações que:

  • Pagam o máximo possível.
  • Exigem pouco esforço.
  • Têm um limite baixo para levantar o saldo.
  • Permitem transferir o saldo para qualquer wallet.

Normalmente, dou uma vista de olhos à opinião de outros utilizadores mas as reviews enganam bastante.

Vamos à lista!

App #1

Uma app para ganhar bitcoin desenvolvida por myfavoritedev.
  • 4.4 estrelas
  • 374 reviews
  • + de 1000 instalações

Sem margem para qualquer dúvida, esta é a melhor app para ganhar bitcoin desta lista.

Ela faz mineração enquanto o seu telemóvel está ligado e basta fechar alguns anúncios de vez em quando para a manter a funcionar.

Se quiser ganhar mais, a cada 30 minutos pode ver um pequeno vídeo e receberá 300 satoshi.

Assim que tiver 0,005 BTC (cerca de 19 dólares) pode transferir os fundos para qualquer wallet à sua escolha.

Carregue aqui para descarregar a aplicação.

Use o código 3OL4WK para receber um bónus de 500 satoshi.

App #2

  • 4.5 estrelas
  • + de 6000 reviews
  • + de 10000 instalações

Outra aplicação que mina bitcoin enquanto o seu telemóvel está ligado.

Por qualquer motivo, apesar de ser desenvolvida por uma empresa diferente, o design é muito semelhante ao da app anterior…

Aqui, também basta fechar alguns anúncios de vez em quando para a manter a funcionar.

Assim que acumular 0,005 BTC (cerca de 19 dólares) é possível transferir os fundos para qualquer wallet à sua escolha.

Carregue aqui para descarregar a aplicação.

Use o código IONC7T para receber um bónus de 500 satoshi.

App #3


  • 4.4 estrelas
  • + de 3000 reviews
  • + de 100000 instalações

Mais uma aplicação para minar bitcoin em pano de fundo, em que basta fechar alguns anúncios de vez em quando.

Aqui, assim que acumular 0,0025 BTC (cerca de 9 dólares) pode transferir os fundos para qualquer wallet à sua escolha.

Carregue aqui para descarregar a aplicação.

Use o código UPLFOI1S para aumentar a sua velocidade de mineração em 50 MegaH/seg.

App #4

  • 4.4 estrelas
  • 475 reviews
  • + de 1000 instalações

A última aplicação desta lista que serve para minar bitcoin enquanto o seu telemóvel está ligado.

Mais uma vez, é curioso que tenha um design muito semelhante às duas primeiras…

Basta fechar alguns anúncios de vez em quando e pode transferir o saldo para qualquer wallet à sua escolha assim que acumular 0,005 BTC (cerca de 19 dólares).

Carregue aqui para descarregar a aplicação.

Use o código LSQFYP para receber um bónus de 500 satoshi.

App #5

  • 4.2 estrelas
  • + de 17000 reviews
  • + de 500000 instalações

Esta app para ganhar bitcoin faz parte da Claim Bitcoin Network.

O que ganhar nas aplicações desta rede acumula num saldo comum.

Ela sorteia prémios a cada 15 minutos e pode ganhar mais de 100 satoshi de cada vez.

Como é óbvio, é preciso fechar a quantidade normal de anúncios.

Assim que acumular 0,0004 BTC (cerca de 1,5 dólares) é possível transferir o saldo para qualquer wallet à sua escolha.

Carregue aqui para descarregar a aplicação.

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App #6

  • 4.1 estrelas
  • + de 4000 reviews
  • + de 100000 instalações

Outra aplicação que faz parte da Claim Bitcoin Network.

Pense nela como a roda da sorte da bitcoin.

De 15 em 15 minutos pode tentar a sua sorte e receber mais de 100 satoshi de cada vez.

Assim que acumular 0,0004 BTC (cerca de 1,5 dólares) é possível transferir o saldo para qualquer wallet à sua escolha.

Carregue aqui para descarregar a aplicação.

Use o código EgVINr e receba um bónus de 1000 satoshi.

App #7

  • 4.4 estrelas
  • + de 15000 reviews
  • + de 100000 instalações

Esta aplicação sorteia prémios de 15 em 15 minutos, que vão dos 50 aos 5000 satoshi.

Esta app para ganhar bitcoin ocupa o último lugar desta lista, uma vez que o saldo demora um pouco a acumular e a app é um pouco lenta.

É possível transferir os fundos para qualquer wallet à sua escolha assim que acumular 0,00032 BTC (cerca de 1,2 dólares).

Carregue aqui para descarregar a aplicação.

Use o código nvc209 para receber um bónus de 100 satoshi.

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Se conhecer alguma app para ganhar bitcoin que devia constar desta lista, por favor, comente e partilhe!

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Um homem a olhar para um plano de negócios.

Como vender no eBay passo a passo

como vender no ebay

Aprender como vender no eBay, começar a movimentar mercadoria e gerar vendas no palco internacional não é tarefa fácil!

Existem demasiadas variáveis e, mesmo com uma boa pesquisa de mercado, é preciso aprender muito através de tentativa e erro.

Pense num negócio de e-commerce como um puzzle de logística…

Até conseguir montar as peças no sítio certo vai ser preciso aprender, testar, falhar, trabalhar todos os dias e investir algum dinheiro.

Se está determinado, foi a pensar em si que escrevi este guia sobre como vender no eBay passo a passo!

As ideias-chave deste artigo poderão ajudá-lo a arrancar e a evitar alguns dos erros mais comuns…

Como é óbvio, não há fórmulas mágicas para o sucesso.

Os fatores mais decisivos para o sucesso de qualquer negócio são a determinação, o esforço, a paciência e a imaginação.

Como sempre, espero que este artigo lhe seja útil!

Neste artigo:

  1. Os 7 pilares do sucesso de um negócio no eBay.
  2. Um guia com 16 passos para começar a gerar vendas rapidamente.

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Como vender no eBay passo a passo: Os 7 pilares do sucesso

como vender no eBay passo a passo

Para saber como vender no eBay é importante compreender as várias peças do puzzle que são a máquina deste negócio.

Os 7 pilares do sucesso no eBay são:

  1. Saber escolher bons produtos
  2. Fazer muito trabalho de pesquisa
  3. Definir uma boa estratégia
  4. Encontrar bons fornecedores
  5. Criar anúncios de qualidade
  6. Manter uma boa reputação no eBay
  7. Investir em promoção

Naturalmente, a realidade é muito mais complexa…

É relativamente simples mas não é fácil 😉

A quantidade de trabalho necessário para desenhar, montar e gerir um negócio deste tipo pode ser intimidante.

O que o espera são horas sem fim de ficheiros excel, e-mails, viagens aos correios, etc.

Para o ajudar, vou tentar criar um mapa, com ações muito específicas, que qualquer pessoa pode seguir e começar a criar um negócio do zero.

Como vender no eBay: 16 passos para começar a gerar vendas rapidamente!

Um homem a espreitar por uma lente de uma máquina fotográfica.

1. Conhecer o eBay

Se não é um utilizador frequente, vá até ao eBay e navegue durante alguns minutos.

Faça pesquisas, abra anúncios, abra perfis de utilizadores, etc.

O primeiro passo é ficar minimamente confortável com esta plataforma de comércio eletrónico.

Algumas coisas importantes a saber:

Leilões vs. Comprar agora

No eBay existem dois tipos de anúncios diferentes – leilões e preço fixo.

Feedback dos utilizadores

O comércio no eBay é muito influenciado pelo feedback que os utilizadores fornecem sobre eles próprios…

Vendedores, clientes, produtos – todos são avaliados.

Se quer criar um negócio a sério no eBay é muito importante cuidar bem da sua reputação.

Política de utilização e acordo de utilizador do eBay

Pode ler a política de utilização do eBay aqui.

Pode ler o acordo de utilizador do eBay aqui.

Não precisa de ler já estes documentos…

Mas sempre que tiver alguma dúvida em relação algo que possa comprometer a sua conta no eBay, não arrisque e consulte as regras!

Uma mão a carregar em teclas num computador.

2. Criar uma conta

Este passo é óbvio…

Claro que saber como vender no eBay passa por criar um conta.

Ainda assim, tenha alguma ponderação.

Escolha um bom nome de utilizador!

Pense como um cliente e evite palavras que possam gerar desconfiança.

Se quiser, adicione uma foto ou imagem ao seu perfil.

5 estrelas.

3. Ganhar alguma reputação

Crie um bom histórico na sua conta antes de começar a tentar movimentar artigos em grandes quantidades.

Não é preciso muito…

Faça algumas compras e venda coisas que tenha em casa e já não precise.

Além de alimentar a sua reputação no eBay, este exercício também é útil para perceber como lidar com clientes e ter contacto com a logística do correio internacional.

Um homem a vasculhar uma pilha de discos de vinil.

4. Pesquisar produtos

Chegou a altura de começar a procurar coisas para vender.

Existem imensos locais onde pode encontrar bons produtos!

O mais importante é saber o que procurar…

Procure produtos que:

  • Sejam relativamente pequenos
  • Sejam relativamente leves
  • Estejam a ser vendidos entre $5 e $30
  • Sejam de fabrico simples
  • Sejam seguros para o utilizador
  • Sejam legais

Alguns locais onde pode procurar produtos:

  • No próprio eBay
  • Em outros sites de e-commerce
  • Feiras
  • Supermercados

O ideal é reunir uma lista com cerca de 50 produtos que cumpram todas as características para serem economicamente viáveis.

No próximo passo vamos tentar projetar o sucesso de cada um deles e ver quais são as melhores apostas…

Uma folha de excel num computador de trabalho.

5. Pesquisar o mercado

Chegou a altura de estudar a oferta e a procura do mercado.

Algumas ferramentas úteis:

  • Google Trends

Muito útil para tentar identificar modas, picos de interesse e sazonalidade.

  • Ferramentas de pesquisa de palavras-chave

Pesquise termos como “comprar cartas de tarot”.

Este tipo de dados é bastante útil para medir o apetite do mercado por determinado produto.

  • Terapeak

Esta ferramenta foi recentemente adquirida pelo próprio eBay!

Ela fornece dados estatísticos incrivelmente valiosos sobre os produtos que têm sido vendidos nos últimos meses.

O globo terrestre.

6. Escolher um território

O eBay tem operações em 37 países diferentes.

Um dos erros mais comuns é tentar vender em todos os territórios… Isto não é viável!

Cada país tem uma realidade muito própria.

Além disso, vender em vários territórios implica traduzir os anúncios em vários idiomas, calcular os custos de envio para cada um dos países, etc.

Resumindo, um pesadelo logístico…

Escolha o país em que está mais confortável com o idioma local e foque-se apenas nesse território.

Um telemóvel prestes a fazer um pagamento digital.

7. Escolher um método de pagamento

O Paypal é o método de pagamento da esmagadora maioria das transações no eBay.

Outros métodos de pagamento aceites são:

  • Cartão de crédito ou débito
  • Transferência bancária
  • Pagamento à cobrança
  • Cheque
  • Vales correio
  • Allpay.net
  • cash2india
  • CertaPay
  • Checkfree.com
  • Nochex.com
  • Ozpay.biz
  • XOOM

Nesta fase é muito desaconselhável aventurar-se nas alternativas…

O Paypal é o método de pagamento de eleição de quase todos os seus potenciais clientes.

Além do mais, para si, enquanto vendedor, é muito fácil de utilizar!

As alternativas podem fazer sentido no futuro, mas oferecem alguns desafios logísticos que não interessa enfrentar neste momento.

O importante é saber utilizar o Paypal e saber quais as taxas a que está sujeito!

Uma calculadora e números numa folha de papel.

8. Calcular os custos de envio

É muito importante saber bem quanto é que custa enviar cada produto.

Nos seus anúncios, deve comunicar de forma clara os valores relacionados com as despesas de envio.

Além do mais, quando chegar a altura de definir o preço do seu produto é preciso calcular todas as despesas.

Uma pilha de moedas.

9. Calcular as taxas do eBay

O eBay pode cobrar algumas taxas aos vendedores que usam a sua plataforma…

Existem três tipos:

  • Taxas por anúncio
  • Taxas por venda

No primeiro caso, o vendedor é taxado por cada anúncio de cria.

Nas categorias mais populares, cada vendedor tem direito a pelo menos 50 anúncios isentos de taxas.

A partir daí a taxa é de cerca de $0.35 por anúncio.

No segundo caso, a taxa é uma percentagem do valor total cobrado ao cliente incluindo as despesas de envio.

Na maior parte dos casos, à volta dos 6%.

Pode usar esta ferramenta para fazer estimativas.

Para já, o imporante é estar consciente de que estas taxas existem.

Um letreiro com um preço.

10. Calcular o preço final

O último passo é analisar a margem de lucro…

Calcule quanto custa adquirir inventário, incluindo os custos de envio e taxas associadas ao método de pagamento utilizado.

Estude qual é o preço médio a que estão a ser vendidos produtos semelhantes ao seu.

Defina um preço final para o cliente, tendo em conta as despesas de envio e taxas associadas ao método de pagamento utilizado.

Tente apontar para uma % de lucro entre os 25% e os 60%.

Uma encomenda de correio internacional.

11. Encomendar inventário

Chegou a hora de começar a comprar inventário!

A minha recomendação é ter alguma ponderação no que diz respeito a quantidades…

Ninguém consegue prever o futuro e, mesmo que faça a melhor pesquisa do mundo, o seu produto pode não cumprir as espectativas em termos de vendas.

Tente comprar pelo menos 10 unidades e não gastar mais do que $100.

Saber como vender no eBay é algo que se aprender aos poucos…

Gaste o mínimo possível e aprenda o máximo que conseguir.

Um produto de uma loja online.

12. Criar bons anúncios

Pense no seu anúncio como a montra da sua loja…

Cada anúncio do eBay é composto por:

  • Título
  • Descrição
  • Preço
  • Imagem

Use as keywords certas de forma a aparecer nos resultados de pesquisa.

Use boas fotos.

Seja tão descritivo quanto possível.

Um telefone com a palavra "Olá" no ecrã.

13. Comunicar com o cliente

Em alguns casos, vai ser preciso responder a perguntas e esclarecer dúvidas para gerar uma venda.

Esteja disponível para comunicar com os seus clientes e transmita confiança.

Uma pilha de caixas de cartão.

14. Preparar e enviar encomendas

Esta tarefa vai ocupar muito do seu tempo…

Especialmente quando um vendedor está a dar os primeiros passos, é uma das realidades mais desgastantes de um negócio do eBay.

Cada envio e recolha de dinheiro implica uma visita ao posto dos correios.

Além disso, é preciso embalar e registar a encomenda.

Evite gastar dinheiro com embalagens!

Saber como vender no eBay é saber poupar ao máximo em custos desnecessários.

Comece a guardar caixas e outro material que lhe permita acondicionar eficazmente as suas encomendas.

Se comprar este tipo de produtos no posto de correios vai ver a sua margem de lucro a emagrecer bastante.

Tente arranjar um sistema para tornar o registo das encomendas o mais rápido possível.

Marque um dia para enviar e um dia para recolher.

Um caderno onde está escrito "Eu sou bom o suficiente?"

15. Pedir feedback

Há regras de ouro que se aplicam a qualquer negócio…

O feedback dos seus clientes é um dos melhores investimentos que pode fazer a longo prazo!

Se quer saber como vender no Ebay, estime os seus clientes.

Assim sendo, desenhe um sistema que lhe permita medir o nível de satisfação das pessoas que compram os seus produtos, peça sugestões, etc.

Será totalmente impossível aceder a todos os pedidos e nem as ideias serão geniais, mas ao longo do tempo vai conseguir perceber como servir melhor os seus clientes.

Ao fim do dia, ir de encontro às expectativas e necessidades do seu público traduz-se em mais vendas.

Um gráfico de barras num caderno.

16. Promover anúncios

Como acontece em quase todas as plataformas de marketing e e-commerce, também no eBay é possível criar anúncios!

Uma boa estratégia de anúncios pode multiplicar várias vezes as suas vendas e o seu retorno do investimento…

O primeiro passo era montar um negócio capaz de gerar vendas de forma recorrente, agora chegou a altura de passar para o próximo nível!

Um anúncio do eBay tem este aspecto.

De acordo com a própria plataforma de e-commerce, podem aumentar a visibilidade dos seus produtos em cerca de 30%.

Os anúncios funcionam num sistema de leilão, em que o vendedor define uma % da venda a pagar pelo anúncio e só é cobrado quando uma venda é concretizada.

Está disponível para todas as categorias, mas apenas para os anúncios de tipo “Comprar agora”.

Em termos geográficos, neste momento, os anúncios do eBay só estão disponíveis para:

  • Subscritores de loja eBay nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Alemanha, Áustria, França, Itália e Espanha.
  • Global Top Rated Sellers que vendam para os Estados Unidos.

Agora que já sabe como vender no eBay, chegou a altura de colocar o seu negócio em piloto automático.

Mize Network review: Um bom investimento ou mais uma fraude?

mize network

O hype da Mize Network já dura há algum tempo…

Nas redes sociais, existem centenas e centenas de pessoas ansiosas por partilhar a sua experiência pessoal.

Os testemunhos dessas pessoas são esmagadormente a favor da honestidade, transparência e potencial do modelo de negócio da empresa.

Ao mesmo tempo, a Mize Network também despertou a atenção dos que, com olhar céptico, declaram que isto não passa de mais um esquema ponzi…

Mas quem é que tem razão?

Será que a Mize Network é o investimento do momento ou mais uma fraude desenhada para obter o dinheiro dos mais ingénuos?

No artigo que se segue vai poder descobrir qual é a minha opinião.

Vamos analisar os factos e a informação que a empresa disponibiliza sobre ela própria.

A partir daí, cada leitor deve pensar por si próprio e formar a sua opinião…

Obrigado por visitar O Blog do Empreendedor!

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Mize Network review: A minha opinião

Procure outro investimento!

Na Mize Network existem demasiadas perguntas sem resposta…

Tendo em conta do valor do investimento, eu gosto de ver menos variáveis e incerteza.

Especialmente quando as maiores dúvidas giram à volta da reputação da empresa e os problemas legais do modelo de negócio!

Existem milhares e milhares de outras oportunidade à sua espera…

Em muitas delas, nem precisa de investir para começar! 

Quando, onde e como a empresa foi fundada?

Quando:

Não há qualquer informação sobre a data em que a empresa foi criada…

O domínio https://mize.network/ foi registado em 26 de Outubro de 2017.

O registo foi de apenas um ano e renovado em 30 de Setembro de 2018.

Vai expirar em 26 de Outubro de 2019.

Onde:

A morada oficial da sede da Mize Network não está disponível em lado nenhum…

Também não disponível, nenhuma das moradas da “holding financeira” que tem sedes em Madrid, Londres e Singapura.

Como:

De acordo com a própria empresa:

A Mize Network é uma empresa internacional que nasceu da união de uma holding financeira com um grupo de administradores, programadores e especialistas em networking. A empresa foi criada para comercializar produtos relacionados com o espaço das criptomoedas, de acordo com a segurança legal e financeira providenciada pela holding.”

Todos os intervenientes permanecem anónimos…

Adrian Jacuzzi, o CEO, é o único cujo nome conhecemos.

Sobre o CEO da Mize Network

Adrian Jacuzzi tem perfil de Facebook e LinkedIn.

No LinkedIn, a única formação ou atividade profissional a que há referência é a participação na Mize Network, que tem início em 2018.

No Facebook é possível obter mais alguma informação…

Se recuarmos no feed de publicações ficamos a saber que:

  • A 20 de Abril de 2014, Adrian Jacuzzi faz o primeiro post a promover a empresa “EmGoldex”.
  • A 20 de Junho de 2015, faz o primeiro post sobre o lançamento da “Global Intergold”, o novo nome da EmGoldex depois de uma restruturação ou rebranding.
  • A 3 de Setembro de 2015, faz um post que acho apenas curioso:

Este é o último post sobre a “EmGoldex” ou a “Global Intergold”…

  • A 3 de Março de 2016, faz o primeiro post sobre a empresa  “PoolMiners”.
  • A 4 de Abril de 2017, faz o primeiro post sobre a empresa “Infinitum Flame”.
  • Finalmente, a 23 de Novembro de 2017, faz o primeiro post sobre a Mize Network…

Pode consultar os sites das várias empresas de que falamos:

  • www.emgoldex.com
  • www.globalintergold.com
  • www.poolminers.com
  • www.infinitumflame.com

Também pode, e deve, consultar a história, o trajeto e atividade de cada uma destas empresas.

Algumas já não existem, ou pelo menos a atividade é praticamente inexistente.

Todos os empreendedores erram várias vezes até finalmente acertarem…

Mas várias destas empresas foram investigadas por entidades reguladoras!

Cada um tem expectativas diferentes em relação ao CEO da empresa a quem confia o seu investimento…

E talvez existam explicações totalmente satisfatórias!

Mas é, sem dúvida, motivo para alerta.

Sobre a Emgoldex, em 2014, Adrian Jacuzzi disse o seguinte:

Os produtos e serviços da Mize Network

A informação não é totalmente clara, pelo menos para mim, mas o site e o plano de compensação listam os seguintes produtos e serviços:

  • Mize Academy
  • Learnchain
  • CryptoGrowth
  • Zironex
  • App
  • Backoffice

Vamos olhar para cada um deles com um pouco mais de atenção…

Learnchain

De acordo com a empresa:

“Uma plataforma de educação online e um mercado global de conhecimento, com cursos certificados e formadores também eles certificados por uma universidade.”

Não há detalhes sobre a entidade que os certifica e quais são as temáticas dos cursos…

CryptoGrowth

De acordo com a empresa:

O primeiro fundo de investimento de criptomoedas.

Não há mais pormenores…

O domínio http://www.cryptogrowth.io/ foi registado em 8 de Novembro de 2017.

Como podemos ver, o site não tem qualquer tipo de conteúdo.

Zironex

De acordo com a empresa:

Uma plataforma de trading revolucionária.

O domínio https://zironex.io/ foi registado em 12 de Fevereiro de 2018.

A morada oficial da Zironex é na Geórgia, país que faz fronteira com a Rússia, o Azerbaijão, a Arménia e a Turquia.

Pelo que percebo, a Zironex tem um token próprio – o ZRX.

Dentro da plataforma de trading, os investidores trocam moedas fiduciárias por ZRX e, só depois, o ZRX pelos vários tokens de Bitcoin, Ethereum, etc.

Um pouco como a BitFinex faz com o Tether…

App

De acordo com a empresa:

A app dá acesso ao Backoffice, às redes sociais, a notícias, a documentos e permite solicitar suporte.

Backoffice

De acordo com a empresa:

O Backoffice foi desenvolvido pela equipa de programadores da Mize Network em código nativo.

Ele é descrito como “uma plataforma tecnológica robusta“, desenvolvida em Angular 5 e suportada pela Amazon Cloud.

Não tenho acesso ao Backoffice, mas sobre o site posso dizer o seguinte:

Não passa de um simples site em WordPress…

Neste momento, até está desatualizado:

Mize Network review: Site desatualizado

O tema nem sequer é programado de raiz…

Qualquer pessoa pode comprar o mesmo tema por apenas $59 aqui:

Pelas minhas contas, entre o domínio, o alojamento, o tema e as fotografias de stock, este site poderia ser facilmente criado por qualquer pessoa por menos de $100!

Como ganhar dinheiro na Mize Network?

Para começar, é preciso investir num dos seguintes packs de inscrição:

  • €50 – Light
  • €250 – Beginner
  • €500 – Starter
  • €1000 – Standard
  • €2500 – Extended
  • €5000 – Business
  • €10,000 – Premium
  • €25,000 – Ultimate

Superpool

Segundo a empresa, 50% dos lucros são distribuídos pelos participantes que paguem um pack de inscrição de valor igual ou superior a €250.

CryptoAssets Fund

De acordo com a empresa, 30% dos lucros obtidos pelo gestor do fundo de investimento são distribuídos anualmente pelos participantes.

Indicação direta

Os participantes recebem 10% da receita das inscrições, quando conseguem recrutar outras pessoas para a empresa.

Booster bónus

Se conseguirem recrutar pessoas, e gerar um volume de receitas de valor entre os €2500 e os €25000 em 48h, os participantes recebem uma % entre 7% e 10%.

Indicação indireta

Os participantes recebem uma % das pessoas que forem recrutadas pela sua rede, entre 0,5% e 2%.

Bónus binário

O recrutamento é feito numa estrutura binária.

Este bónus compensa os participantes com uma % quando as receitas em cada uma das pernas da sua rede atingem determinado valor.

Matching bónus

Os participantes recebem 5% quando gerarem determinada receita de incrições na sua rede.

  • Nível 1: €25.000
  • Nível 2: €100.000
  • Nível 3: €350.000
  • Nível 4: €750.000
  • Nível 5: €1.500.000

Plano de carreira

Em função da receita que gerarem em inscrições, os participantes podem ganhar viagens e produtos Apple.

Quais são as perguntas que ficam por responder?

Não tenho a resposta a estas perguntas…

Mas, se está a pensar em investir na Mize Network, acho que devia pensar no seguinte:

O CEO da uma empresa que gira à volta do blockchain, uma área tecnológica bastante complicada, não tem nenhum tipo de educação formal?

É uma coincidência infeliz que a carreira de Adrian Jacuzzi gire à volta de empresas que acabam por ter problemas legais?

Se não estamos perante um esquema ponzi, porque é o plano de compensação da Mize Network, que pode descarregar aqui, é tão focado no recrutamento?

Porque é que uma empresa tecnológica tem um site tão básico, inclusive desatualizado?

Os melhores programas de afiliados para ganhar mais dinheiro em 2019

Photo by Japheth Mast on Unsplash

Está à procura dos melhores programas de afiliados?

Não sabe como escolher a opção certa para o seu blog?

Quer ganhar mais dinheiro?

Então, está no sítio certo 🙂

Vou partilhar consigo vários programas de afiliados e algumas dicas que o vão ajudar a alcançar os seus objetivos.

Espero que ajude!

Agora, vamos ao que interessa.

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Afinal, quais são os melhores programas de afiliados?

Lamento, mas não existe uma forma simples de responder a esta pergunta.

Alguns programas de afiliados são melhores em certos aspetos técnicos, alguns destacam-se pelo serviço de apoio ao afiliado, pelo número de ofertas, pelos tipos de campanhas, etc, etc, etc.

Seja qual for o seu nicho de mercado, existem vários programas que pode usar para ganhar dinheiro.

O que importa mesmo é escolher o programa de afiliados certo para o seu blog.

Dito de outra forma, o que importa é escolher o programa de afiliados certo para as pessoas que visitam o seu blog.

E ainda podemos dizer de outra forma, o que importa é escolher um programa de afiliados com ofertas ajustadas aos interesses das pessoas que visitam o seu blog.

Estou a ser repetitivo, não estou?

Infelizmente, a maior parte dos bloggers não pensa desta forma.

Claro que toda a gente quer ganhar dinheiro!

Mas se um blog fala de culinária e tentar vender pneus para o carro, acha que vai correr bem?

Claro que não.

Então, não se preocupe muito com detalhes.

Para já, pense menos em dinheiro e pense mais nas seguintes questões:

  • A minha oferta vai de encontro aos interesses das pessoas que visitam o meu blog?
  • A minha oferta está a ajudar de alguma forma as pessoas que visitam o meu blog?

Este é o fator mais decisivo para o seu sucesso a longo prazo.

Como escolher o programa de afiliados certo para o meu blog?

Mais uma vez, o mais importante é encontrar ofertas que vão de acordo ao tema do seu blog e aos interesses das pessoas que o visitam.

Muito facilmente vai encontrar várias.

Para conseguir escolher a melhor opção para si, convém que esteja à vontade com alguns termos.

Redes de afiliados

Basicamente, é um intermediário que faz a ligação entre os afiliados e uma série de empresas que querem vender os seus produtos na internet, como o Google AdSense faz na publicidade digital.

CPS

Cost-per-sale ou, em Português, custo por venda.

Neste tipo de campanhas o afiliado ganha dinheiro quando alguém compra um produto.

CPA

Cost-per-action ou custo por ação.

Neste tipo de campanhas o afiliado ganha quando alguém completa uma ação, como preencher um formulário, por exemplo.

CPL

Cost-per-lead ou custo por contacto.

Aqui, o afiliado ganha quando alguém mostra interesse em determinado produto ou serviço e fornece os seus dados pessoais.

CPI

Cost-per-install ou custo por instalação.

O afiliado ganha quando alguém instala uma aplicação ou software.

CPC

Cost-per-click ou custo por clique.

O afiliado ganha por cada clique que leva as pessoas até determinado site.

CPM

Cost-per-thousand-impressions ou custo por mil impressões.

O afiliado ganha por cada mil vizualizações de uma publicidade.

Cookies

Os cookies são pedaços de informação que é guardada no computador de um utilizador enquanto visita determinado site.

No contexto do marketing de afiliados, os cookies permitem verificar qual é o afiliado responsável pela venda, impressão, clique, etc.

Aqui, o importante é saber qual é o prazo de validade dos cookies de cada programa de afiliados.

Imagine que você recomenda um produto e o utilizador demora três dias até fazer a compra. Se o programa de afiliados tiver cookies com prazo de validade de 24h não vai receber comissão por esta venda.

Net 15, net 30 e net 60

Estas expressões explicam a frequência com que um afiliado recebe os seus pagamentos.

No caso, 15, 30 ou 60 dias depois de ser emitida uma fatura.

Ou seja, imagine que uma fatura é emitida no dia 31 de Março.

O afiliado recebe o pagamento a 15 de Abril (Net 15), 30 de Abril (Net 30) ou 31 de Maio (Net 60).

Os melhores programas de afiliados para ganhar mais dinheiro em 2019

Tentei ser bastante exaustivo, mas existem centenas de programas de afiliados que não estão nesta lista.

Só mesmo o Google talvez tenha conhecimento de todos eles

Por isso, não seja tímido e pergunte!

Como procurar os melhores programas de afiliados no Google

Mesmo que você ache a sua pergunta ridícula…

O mais provável é encontrar exatamente aquilo que está à procura.

Amazon Associates

Seja qual for o nicho de mercado do seu blog, vai encontrar produtos para promover com este programa de afiliados.

Esse é, provavelmente, o aspeto mais positivo deste programa e a razão pela qual ele é tão popular.

Existem outros aspetos a ter conta, alguns menos positivos.

O programa paga comissões até 10%, dependendo da categoria do produto.

Em comparação com outros programas de afiliados, 10% é uma percentagem bastante baixa.

Pior, na maior parte das categorias de produtos a comissão é ainda mais baixa, podendo chegar aos 1%.

Talvez ainda pior, o prazo de validade dos cookies é de 24h.

Outra questão, se morar fora dos Estados Unidos, um afiliados só pode receber os pagamentos através de cheque, assim que acumulem $100, num ciclo Net 60.

Por último, se vai participar deste programa de afiliados convém ler com muita atenção os termos e condições.

A Amazon tem zero tolerância para incumprimentos e tem a mão muito pesada.

A sua conta pode ser banida e as suas comissões podem ser retidas.

Claro, o programa é extremamente popular em função da confiança que os utilizadores têm neste marca.

Ebay Partner Network

Tal como no caso anterior, existem milhões e milhões de produtos diferentes que um afiliado pode promover no seu blog.

Talvez não tanto como a Amazon, mas o Ebay também é uma marca muito popular e quem faz compras online confia bastante nesta plataforma de e-commerce.

É por isso que este programa de afiliados é extremamente popular.

Mas, como em tudo na vida, existem aspetos positivos e negativos.

O eBay paga comissões entre os 50% e os 70% dependendo da categoria do produto, ou seja, percentagens bastante mais generosas do que a Amazon.

Tal como na Amazon, os cookies têm um prazo de validade de apenas 24 horas.

Aqui, os utilizadores podem receber os seus pagamentos via Paypal, assim que acumulem $25, num ciclo Net 30.

AliExpress Affiliate Program

O programa de afiliados do gigante Chinês do e-commerce paga comissões até 10%.
Um ponto a favor, os cookies têm um prazo de validade de 30 dias.

Os pagamentos são feitos por transferência bancária, assim que o afiliado acumule comissões no valor de $16, num ciclo Net 30.

É uma marca perfeitamente estabelecida, mas o AliExpress ainda gera alguma desconfiança quando comparado com a Amazon ou o eBay.

Também convém pensar na qualidade dos produtos que está a recomendar aos seus utilizadores.

Em muitos casos, o estereótipo do produtos chineses de fraquissíma qualidade é totalmente falso.

Em muitos outros, infelizmente, é um problema real.

Outra preocupação, problemas relacionados com violação de direitos de autor.

Pense bem no tipo de produtos que vai recomendar aos seus utilizadores!

CJ Affiliate by Conversant

Fundada em 1998, esta empresa Americana especializa-se em ofertas CPA.

Se a sua inscrição no programa for aceite, vai encontrar milhares e milhares de ofertas que para promover.

Os detalhes de cada programa vão depender do anunciante mas, uma vez que a rede lida principalmente com ofertas CPA, a sua taxa de conversão provavelmente vai aumentar, mas o valor da comissão tende a baixar bastante.

Alguns dos clientes da CJ Affiliate by Conversant incluem a GoPro, a 24hour Fitness, e a Barnes % Noble, entre outros.

Share A Sale

Outra rede de afiliados com muitos anos de história, a Share A Sale é uma empresa Americana que foi fundada em 2000.

Entre os clientes, muito rapidamente encontramos nomes como a Reebok, a Masterclass, a Gearbest, a NBA, entre muitos, muitos outros.

Os afiliados são pagos assim que acumulem comissões no valor de $50.

Clickbank

O Clickbank é um site de e-commerce bastante interessante.

De cursos, a produtos físicos, produtos digitais, software, ebooks, o número de ofertas é gigante.

É incrivelmente fácil abrir a lista de ofertas e encontrar programas com comissões de 75%.

Por outro lado, também é bastante fácil encontrar produtos que aparentam ser de fraca qualidade.

Em alguns nichos de mercado, um dos melhores programas de afiliados, mas pode não ser a opção certa para você.

Wide Markets

Fundada em 2015, esta empresa Israelita foca-se nos nichos da indústria automóvel, do e-comerce, dos videojogos, das viagens, finanças e retalho online.

As campanhas variam entre uma série de modelos diferentes, como CPA, CPC, CPM, CPL e CPI.

Os pagamentos são feitos via Paypal ou transferência bancária, assim que os afiliados acumulem $250 de comissões.

Peerfly

Desde que foi fundada em 2009, esta empresa Americana gerou mais de 100 milhões de dólares em receitas para os seus clientes.

Exclusivamente dedicada às campanhas CPA, a Peerfly faz pagamento mensais, bi-semanais e a cada semana, via Paypal, Payoneer, Bitcoin ou transferência bancária.

Sobre os clientes e detalhes concretos das campanhas ativas, não é particularmente fácil encontrar informação.

Commission Factory

Dedicada principalmente a ofertas CPS na área do retalho, esta empresa Australiana foi fundada em 2011.

As comissões, prazo de validade dos cookies e outros detalhes variam consoante a campanha e o anunciante mas, de uma forma geral, os cookies têm validade até 60 dias e as comissões vão até aos 10%.

Entre os seus clientes, incluem-se a Airbnb, a Sephora, o AliExpress, a Samsung, entre muitos outros.

Os pagamentos são feitos via Paypal ou transferência bancária, a cada semana ou mensalmente

FlexOffers

Esta empresa Americana dedica-se às ofertas CPS e CPA e foi fundada em 2008.

Os afiliados podem receber os pagamentos assim que acumulem comissões no valor de $100, semanalmente ou mensalmente, via Paypal, Payoneer ou por transferência bancária.

A FlexOffers conta com várias centenas de anunciantes e é muito fácil encontrar marcas como a Goodyear, a Lenovo, a NFL, a Trivago, entre outros.

Avantlink

Fundada em 2015, esta empresa Americana dedica-se às ofertas CPS.

A Avantlink descreve-se como uma empresa transparente, e todos as suas campanhas ativas podem ser consultadas publicamente.

Uma vista de olhos rápida, e podemos encontrar clientes como a Whirlpool, o Tony Robbins, a Logitech, a Adidas, entre centenas de outros.

As condições de cada campanha variam, mas a Avantlink tem cookies com prazo de validade bastante alargado.

Olavivo

Fundada em 2017, esta empresa Israelita dedica-se aos nichos de mercado do e-commerce, saúde, beleza e criptomoedas.

A Olaviva tem um leque de campanhas muito alargado, com ofertas CPS, CPL, CPM, CPC, CPI e Rev-Share.

Os afiliados podem receber os pagamentos mensalmente, a cada duas semanas ou mensalmente, desde que acumulem $250 de comissões.

CrakRevenue

Fundada em 2011, esta empresa especializa-se em campanhas CPA.

Muito focada no entretenimento adulto, na CrakRenenue também existem ofertas relacionadas com a nutrição, videojogos, criptomoedas, jogos de azar, entre outros nichos de mercado.

Os afiliados são pagos assim que acumulem $100 de comissões via cheque, transferência bancária ou paxum.

GiddyUp

Desde 2013, esta empresa Americana já lançou mais de 50 marcas e gerou receitas superiores a 300 milhões de dólares para os seus clientes.

A GiddyUp dedica-se a nichos de mercado menos óbvios, produtos extremamente incomuns e marcas menos conhecidas.

É difícil encontrar muitos detalhes sobre as campanhas que os afiliados da empresa promovem mas, se o seu blog se alinhar com empresa, a GiddyUp parece ser uma excelente parceira de negócio.

JVZoo

Fundada em 2011, esta empresa é um dos nomes mais populares quando se fala de marketing de afiliados.

No entanto, a JVZoo não tem a melhor das reputações e, em alguns casos, as críticas que lhe são feitas são legítimas.

Em muitas dos casos anteriores, os anunciantes das redes de afiliados são algumas das maiores empresas do mundo. A JVZoo é um pouco diferente…

Aqui, os criadores de conteúdo têm acesso a um mercado populado por produtos que, às vezes, podem ser um simples ebook.

A maior parte das críticas à JVZoo estão relacionadas com a qualidade de alguns dos produtos disponíveis no mercado, e a honestidade de alguns dos anunciantes.

O mercado é maioritariamente conhecido pelas ofertas relacionadas com o
Por outro lado, a JVZoo é uma empresa extremamente focada em facilitar o trabalho dos criadores de conteúdo e dos anunciantes.

Dos cookies com prazo de validade vitalício, ao excelente apoio ao cliente, comissões de 75% em alguns produtos, e pagamentos instantâneos, a JVZoo têm muito para oferecer a anunciantes e afiliados.

Tradedoubler

Esta empresa Sueca foi fundada em 1999 e listada na bolsa de Estocolmo em 2005.

Com 20 anos de atividade, a Tradedoubler é nome com muita, muita história e com uma reputação invejável para qualquer empresa ligada ao marketing digital e às redes de afiliados.

Atualmente, a empresa está presente em nove países do continente Europeu, com escritórios na Suécia, no Reino Unido, França, Alemanha, Suiça, Holanda, Espanha, Itália e Polónia.

Com mais de 1800 anunciantes e mais de 180 mil criadores de conteúdo, já conseguiu gerar receitas de valor superior a 1 bilião de euros para os seus clientes.

A Philips, a Groupon, a Microsoft, A ClubMed, a Puma, o Santander, a HP e a Disney são algumas das empresa que confiam na Tradebouble para promover os seus produtos.

Se a sua candidatura a afiliado foi aprovada, vai encontrar campanhas nas quais pode ser pago por venda (CPS), por clique (CPC), por contacto (CPL) e por impressões (CPM).

Outro ponto a favor, a empresa desenvolveu uma tecnologia de tracking proprietária e consegue validar o tráfego dos criadores de conteúdo mesmo quando as suas visitas tem os cookies desativos.

Os afiliados são pagos mensalmente, desde que acumulem £30 de comissões.

No entanto, para participar como afiliado o seu site deve ter um volume considerável de tráfego do Reino Unido.

Obrigado por visitar
O Blog do Empreendedor!

Se achar que esta lista dos melhores programas de afiliados está incompleta, por favor, partilhe nos comentários o seu programa favorito.

Se tiver alguma dúvida, sugestão, correção a fazer, ou caso queira entrar em contacto, seja por que motivo for, envie-me uma mensagem!

30 alternativas ao AdSense para ganhar dinheiro com um blog em 2019

Photo by Paweł Czerwiński on Unsplash

Está à procura de alternativas ao AdSense?

Então, está no sítio certo!

Vamos falar de 30 empresas que têm um modelo de negócio parecido e que pode usar para ganhar dinheiro com anúncios no seu blog.

Vai encontrar alguns termos técnicos ao longo deste artigo.

Sempre que precisar, pode pesquisar o significado aqui.

Espero que ajude 🙂

Importante:

No final deste artigo vou dar algumas dicas sobre como escolher a opção certa para cada caso específico.

Por isso, se está determinado a levar o seu blog para o próximo nível, leia até ao fim!

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As melhores alternativas ao AdSense: Classe A

As melhores alternativas ao AdSense: Classe A

1. AdThrive

Quem pode aderir?

A AdThrive tem patamares de qualidade extremamente elevados.

Para serem aceites, todos os sites devem ter pelo menos 100 mil visualizações de página por mês.

O país de origem do tráfego deve ser, principalmente, os Estados Unidos.

Os sites não podem estar banidos do Google AdSense e devem ter conteúdo 100% original.

Como é que funciona?

A AdThrive funciona no modelo CPM, ou seja, paga por visualizações de anúncios.

Todos os sites recebem um plano de anúncios personalizado, que é desenhado em função do design do site.

O objetivo é que os anúncios tenham a melhor performance possível.

A empresa distribui display ads, native ads, interscrollers, conteúdo patrocinado e vídeo.

Como é que a AdThrive paga?

É possível receber pagamentos através de transferência bancária, cheque ou PayPal.

O montante mínimo são 25$ de receitas.

A AdThrive funciona num ciclo de pagamentos Net45.

Vale a pena usar a AdThrive?

De todas as alternativas ao AdSense, se há uma que pode ser descrita como premium é a AdThrive.

Ou seja, usar a AdThrive é um privilégio e o sonho de qualquer blogger.

A excelente reputação da empresa não é uma coincidência.

Eles são conhecidos por aumentar imenso a receita dos sites com os quais trabalham.

Além disso, o serviço de apoio é outra das razões pelas quais os bloggers adoram a empresa.

Se o seu blog cumprir os requisitos, devia mesmo tentar aderir à AdThrive.

Especialmente porque vai ficar em fila de espera bastante tempo…

Apesar de ser possível usar a AdThrive em conjunto com o Google AdSense, ou outras redes de anúncios, para muitos bloggers acaba por ser mais lucrativo usar só a AdThrive.

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2. Mediavine

Quem pode aderir?

Outra empresa com padrões de qualidade muito altos, nem todos os sites são aceites.

É preciso ter um mínimo de 25 mil sessões por mês.

Além disso, é necessário cumprir uma série de outros requisitos relacionados com a qualidade do conteúdo, design do site, etc.

E apesar de não conseguir encontrar informação oficial que o confirme, a Mediavine trabalha quase exclusivamente com sites escrito Inglês.

Como é que funciona?

A Mediavine também funciona no modelo CPM.

A empresa disponibiliza um pequeno script para ser instalado nos sites, de forma a conseguir optimizar a performance dos anúncios de acordo cada layout.

Distribui display ads, native ads, vídeo e conteúdo patrocinado.

Quando são aceites, os sites assinam um acordo de exclusividade.

Ou seja, enquanto usarem a Mediavine, não é possível usar qualquer outra rede de anúncios em simultâneo.

Como é que a Mediavine paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária, cheque e PayPal.

O valor mínimo são 25$.

O ciclo de pagamentos da empresa é Net65.

Vale a pena usar a Mediavine?

Se vai colocar anúncios no seu site a Mediavine é uma das melhores empresas para o ajudar.

Nem toda a gente vai conseguir comprir os requisitos necessários, mas se tiver a possibiliadde de trocar o Google AdSense pela Mediavine de certeza vai ganhar mais dinheiro.

A única parte que pode ser menos positiva, o contrato de exclusividade impede-o de diversificar as fontes de rendimentos de anúncios.

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3. Media.net

Quem pode aderir?

Apesar de não mencionar um número específico, de acordo com a empresa, a participação está limitida a sites com uma “quantidade significativa de tráfego”.

Os países de origem desse tráfego devem ser, principalmente, os Estados Unidos, o Canadá e o Reino Unido.

Existem uma série de outros critérios relacionados, principalmente, com a qualidade do conteúdo.

Como é que funciona?

A empresa funciona no modelo CPC.

Cada site que trabalha com a Media.net tem um Ad Manager.

Ou seja, uma pessoa que tem a responsabilidade de comunicar com o dono do site e descobrir como gerar o máximo de receita possível.

A empresa possui tecnologia proprietária que usa para distribuir os seus anúncios.

Basicamente, os anúncios vão ser um reflexo do conteúdo do seu site.

Se uma página falar sobre gatos, os seus utilizadores vão ver anúncios sobre gatos.

A Media.net distribui display ads e native ads.

Como é que a Media.net paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária e PayPal.

O valor mínimo são 100$.

O ciclo de faturação é Net30.

Vale a pena usar a Media.net?

Esta empresa funciona especialmente bem em nichos de mercado que sejam ricos em produtos físicos.

Se não puder usar o Google AdSense, seja porque motivo for, a Media.net é uma boa alternativa.

É perfeitamente possível usar as duas redes de anúncios em simultâneo.

Tendencialmente, os rendimentos provenientes da Media.net são bastante maiores.

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4. Monumetric

Quem pode aderir?

Sites que tenham mais de 10 mil visualizações de página por mês.

Não existe informação explícita que limite a participação a sites de língua Inglesa.

Como em casos anteriores, a Monumetric também é exigente no que toca à qualidade do conteúdo dos seus parceiros.

Como é que funciona?

Para sites com menos de 80 mil visualizações de página por mês, a adesão tem um custo inicial de $99.

Não posso garantir, mas tenho quase a certeza que os $99 são retirados diretamente das receitas iniciais.

A Monumetric funciona no modelo CPM e distribui display-ads e vídeo.

Como é que a Monumetric paga?

É possível fazer levantamentos transferência bancária e cheque.

O valor mínimo são $100 de comissões.

O ciclo de faturação é Net60.

Vale a pena usar a Monumetric?

A empresa tem uma óptima reputação.

A Monumetric é outra das alternativas ao AdSense que é compatível com outras redes de anúncios.

Ou seja, pode ser boa forma de diversificar as receitas geradas por anúncios.

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5. Conversant

Quem pode aderir?

Sites com mais de 3 mil visualizações de página por mês.

A participação está limitada a sites escritos em Inglês.

Para lá destas duas questões, a Conversant é uma empresa que está atenta à qualidade do conteúdo dos seus parceiros.

Como é que funciona?

A empresa tem campanhas nos modelos CPM e CPC.

Distribui principalmente display ads e vídeo.

Como é que a Conversant paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária, cheque e PayPal.

O valor mínimo são 25$.

O ciclo de pagamentos da empresa é Net30.

Vale a pena usar a Conversant?

Esta empresa tem boa reputação.

Ela faz parte do grupo que também gere o CJ Affiliate.

No entanto, se em casos anteriores é fácil encontrar informação concreta sobre o funcionamento da empresa, aqui é mais difícil.

É compatível com o Google AdSense e outras redes de anúncios, e é uma boa alternativa a ter em conta.

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As melhores alternativas ao AdSense: Classe B

As melhores alternativas ao AdSense: Classe B

6. Gourmet Ads

Quem pode aderir?

Sites com 10 mil visualizações de página por mês.

Os países de origem do tráfego devem ser, principalmente, os Estados Unidos, o Canadá, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia.

A Gourmet Ads é exigente no que diz respeito à qualidade do conteúdo e ao design do site.

Como é que funciona?

A Gourmet Ads é uma rede de anúncios que só trabalha com publicações relacionadas com comida.

Dedica-se exclusivamente a campanhas CPM.

Distribui display ads e vídeo.

Como é que a Gourmet Ads paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária e PayPal.

O valor mínimo são 100$.

O ciclo de pagamentos é Net60.

Vale a pena usar a Gourmet Ads?

Como vimos, a Gourmet Ads só opção para blogs que falam de comida, receitas, culinária, etc.

Se for o seu caso, sem dúvida uma das melhores alternativas ao AdSense à sua disposição.

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7. Sovrn

Quem pode aderir?

A Sovrn não tem restrições em termos de volume de tráfego ou idioma.

No entanto, é bastante claro que a exigência em termos de qualidade do conteúdo, design do site, etc, é bastante elevada.

Como é que funciona?

As campanhas da Sovrn funcionam no modelo CPM.

A empresa distribui exclusivamente display ads.

Como é que a Sovrn paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária, cheque e PayPal.

O valor mínimo são 25$.

O ciclo de pagamentos é Net30.

Vale a pena usar a Sovrn?

Não tenho experiência pessoal com a empresa, mas parece ser um parceiro com muito potencial para bloggers de língua Portuguesa.

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8. Revcontent

Quem pode aderir?

Não consigo encontrar informação oficial, mas várias fontes indicam que o limite mínimo em termos de tráfego são 100 mil visualizações de página por mês.

Os países de origem do tráfego devem ser, principalmente, os Estados Unidos, o Canadá, o Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia e Índia.

A Revcontent é extremamente exigente no que diz respeito à qualidade do conteúdo dos seus parceiros.

Como é que funciona?

A empresa tem campanhas CPC e CPM.

Distribui principalmente native ads e conteúdo patrocinado.

Como é que a Revcontent paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária e PayPal.

O valor mínimo são 50$.

O ciclo de pagamentos é Net30.

Vale a pena usar a Revcontent?

Se cumprir os requisitos da empresa, talvez seja uma boa opção.

Os native ads podem ser bastante lucrativos.

No entanto, em alguns sites não funcionam muito bem.

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9. MonetizeMore

Quem pode aderir?

Sites com 500 mil visualizações de páginas por mês.

A empresa aceita sites de língua Portuguesa.

A MonetizeMore é exigente em relação à qualidade geral das plataformas dos seus parceiros.

Como é que funciona?

A MonetizeMore dedica-se exclusivamente a campanhas CPM.

Distribui principalmente display ads.

Como é que a MonetizeMore paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária e PayPal.

O valor mínimo são 50$.

O ciclo de pagamentos é Net30.

Vale a pena usar a MonetizeMore?

Sem dúvida.

Se cumprir os requisitos necessários, a MonetizeMore pode ser uma excelente fonte de rendimento para bloggers de língua Portuguesa.

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10. Infolinks

Quem pode aderir?

A empresa não menciona restrições específicas em termos de volume de tráfego.

Sites escritos em Português são aceites.

Existem alguns requisitos relacionados com a qualidade do conteúdo e o design do site.

Como é que funciona?

A empresa é muito conhecida por campanhas CPC mas também é possível encontrar campanhas CPM.

Tal como em casos anteriores, os anúncios distribuidos em função do contexto do conteúdo do seu site.

Distribui, principalmente, display e in-text ads.

Como é que o Infolinks paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária e PayPal.

O valor mínimo são 50$.

O ciclo de pagamentos da empresa é Net45.

Vale a pena usar o Infolinks?

O Infolinks pode ser o primeiro passo de monetização para muitos bloggers.

Também pode ser utilizado em conjunto com o Google AdSense.

No entanto, é preciso usar os anúncios do Infolinks com alguma ponderação.

Eles podem ser um pouco intrusivos e comprometer a experiência e a confiança dos seus utilizadores.

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As melhores alternativas ao AdSense: Classe C

As melhores alternativas ao AdSense: Classe C

11. Vibrant Media

Quem pode aderir?

Não consigo encontrar informação oficial sobre valores mínimos em termos de tráfego.

No entanto, várias fontes indicam que a participação está limitada a sites com 500 mil visualizações de página por mês.

Não parece existir restrições em termos de idioma, mas também não é possível confirmar através de fonte oficial.

Como funciona?

A maior parte das campanhas da empresa funcionam no modelo CPC.

Distribui, principalmente, display ads e in-text.

Como é que a Vibrant Media paga?

É possível fazer levantamentos através de transferência bancária, cheque e PayPal.

O valor mínimo são 100$.

O ciclo de faturação da empresa é Net45.

Vale a pena usar a Vibrant Media?

Muito semelhante ao Infolinks.

Tal como outras alternativas ao AdSense de que já falamos, é compatível com outras redes de anúncios.

Também aqui, apesar de a empresa ter boa reputação, é recomendável que os anúncios sejam colocados com alguma ponderação e vigilância.

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12. Adversal

Quem pode aderir?

Sites com 50 mil visualizações por mês.

Em termos geográficos, aceita tráfego de todo o mundo.

Naturalmente, existem outros critérios relacionados, principalmente, com a qualidade do conteúdo.

Como funciona?

As campanhas da empresa funcionam nos modelos CPC e CPM.

Distribui display ads, pop-unders e ministitial ads.

Como é que a Adversal paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária, cheque e PayPal.

O valor mínimo são 20$.

O ciclo de pagamentos é Net35.

Vale a pena usar a Adversal?

A Adversal pode ser a porta de entrada da monetização para muitos sites de língua Portuguesa.

Os requisitos mínimos para levantamentos também é algo bastante atrativo para bloggers menos experientes.

Por outro lado, há questões relacionadas com a qualidade dos anúncios que não existem em algumas das empresas anteriores, principalmente quando falamos de pop-unders.

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13. Chitika

Quem pode aderir?

Não há valores mínimos em termos de tráfego.

Apesar de a participação não estar limitada a sites de língua Inglesa, as excepções são algo raras.

Como é que funciona?

As campanhas da empresa são principalmente CPC.

A tecnologia proprietária da empresa contextualiza os anúncios em função das keywords que são introduzidas nos motores de busca.

Ou seja, mesmo que o seu artigo fale de “gatos”, se o utilizador escrever “barcos” no motor de busca e entrar nesse artigo só vai ver anúncios sobre barcos.

Distribui, principalmente, anúncios in-text.

Como é que a Chitika paga?

É possível receber pagamentos via cheque ou PayPal.

O valor mínimo são 10$.

O ciclo de pagamentos é Net30.

Vale a pena usar a Chitika?

Talvez.

É uma solução muito parecida com o Infolinks.

Também é compatível com o Google AdSense e outras redes de anúncios.

Tal como o Infolinks, é necessário monitorizar a qualidade dos anúncios e zelar pela experência do utilizador.

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14. Adsterra

Quem pode aderir?

Sites que estejam acima da posição 1M no ranking Alexa.

A empresa aceita sites em qualquer idioma.

Existem requisitos em termos de qualidade do conteúdo e design do site.

Como é que funciona?

A Adsterra tem campanhas CPM, CPC e CPA.

Distribui display ads, vídeo, interstitials, in-text, notificações push e pop-unders.

Como é que a Adsterra paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária, PayPal e Bitcoin.

O valor mínimo são 100$.

O ciclo de pagamentos é Net15.

Vale a pena usar a Adsterra?

Em príncipio, a Adsterra é uma solução para quem não consegue mesmo usar o Google AdSense.

Aconselho ter muita atenção à qualidade dos anúncios que são distribuidos.

Quando começamos a falar de coisas como pop-unders, será que vale mesmo a pena fazer isso aos seus utilizadores?

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15. BidVertiser

Quem pode aderir?

A BidVertiser não tem restricões em termos de tráfego ou idioma.

De acordo com a empresa, os sites têm aprovação imediata.

Como é que funciona?

As campanhas da BidVertiser variam entre os modelos CPM, CPC e CPA.

Distribui principalmente display ads, in-text e pop-unders.

Como é que a BidVertiser paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária, cheque, PayPal ou Bitcoin.

O valor mínimo são 10$.

O ciclo de pagamentos é Net30.

Vale a pena usar a BidVertiser?

Se não houver outra hipótese, pode começar a monetizar o seu blog com a BidVertiser.

No entanto, se tem uma visão a longo prazo, dificilmente ficará muito tempo com esta empresa.

Convém ter atenção à qualidade dos anúncios.

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As melhores alternativas ao AdSense: Classe D

As melhores alternativas ao AdSense: Classe D

16. Propeller Ads Media

Quem pode aderir?

A Propeller Ads não tem restrições em termos de volume de tráfego ou idioma.

No entanto, existem normas em relação ao conteúdo que devem ser cumpridas para evitar suspensão.

Como é que funciona?

A Propeller Ads é conhecida principalmente pelas suas campanhas CPM, mas também é possível encontrar modelos CPC.

Distribui display ads, pop-unders, video, interstitials, notificações push, entre outros.

Como é que a Propeller Ads paga?

É possível fazer levantamentos por transferência bancária, PayPal, Skrill e Payoneer.

O valor mínimo são 5$.

A Propeller Ads paga num ciclo Net30.

Vale a pena usar a Propeller Ads?

Depende.

A Propeller Ads facilita muito o trabalho dos bloggers com pouca experiência.

No entanto, convém pensar duas vezes antes de usar algumas alternativas ao AdSense e servir alguns tipos de anúncios.

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17. Sortable

Quem pode aderir?

A Sortable não tem restrições em termos de volume de tráfego ou idioma.

Existem normas em relação ao conteúdo às quais os sites devem aderir.

Como é que funciona?

Tal como na Mediavine, uma das condições da Sortable é a exclusividade.

As campanhas funcionam principalmente no modelo CPM, mas também há ofertas CPC e CPA.

Distribui principalmente display ads.

Como é que a Sortable paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária.

Não consigo encontrar informação em relação ao valor mínimo.

O ciclo de pagamentos é Net30.

Vale a pena usar a Sortable?

Esta empresa é mais ou menos recente.

Por um lado, é normal que nos primeiros anos o serviço tenha alguma falhas.

Por outro, existe pouco histórico de feedback para consultar.

Pelo menos, vale a pena experimentar.

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18. AdClerks

Quem pode aderir?

Sites com 100 mil visualizações de página por mês, apesar de a empresa admitir que podem existir excepções.

A participação está limita a sites de língua Inglesa.

Existem requisitos relacionados com a qualidade do conteúdo e o design do site.

Como é que funciona?

A empresa tem campanhas nos modelos CPM, CPC e CPA.

Muito interessante, aparentemente é possível alugar o inventário de anúncios por um valor mensal fixo.

A empresa distribui display ads.

Como é que a AdClerks paga?

É possível fazer levantamentos via PayPal.

O valor mínimo são 25$.

O ciclo de pagamentos é Net60.

Vale a pena usar a AdClerks?

Outra empresa bastante recente, mas que pode ser bastante interessante.

Vale a pena experimentar, caso cumpra os requisitos mínimos.

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19. MediaVenus

Quem pode aderir?

Sites com 500 utilizadores por dia.

A empresa não faz referência a restrições em termos de idioma e o site está completamente traduzido para Português.

Aplicam-se as regras do costume no que diz respeito à qualidade do conteúdo e do design do site.

Como é que funciona?

A empresa tem campanhas CPM e CPC.

Distribui display ads e pop-ups.

Como é que a MediaVenus paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária e PayPal.

O valor mínimo são 15$.

O ciclo de pagamentos é Net7.

Vale a pena usar a MediaVenus?

Outra empresa relativamente recente.

Uma opção extremamente interessante para bloggers de língua Portuguesa.

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20. AdCash

Quem pode aderir?

A AdCash não tem restrições em termos de volume de tráfego ou idioma.

Naturalmente, existem outros requisitos que podem fazer com que os sites não sejam aceites.

Como é que funciona?

A empresa tem campanhas CPM, CPC, CPA e CPL.

Distribui display ads, interstitials, native ads, notificações push e pop-unders.

Como é que a AdCash paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária, PayPal, Payoneer, Skrill e Bitcoin.

O valor mínimo são 25$.

O ciclo de pagamentos é Net30.

Vale a pena usar a AdCash?

Apesar de alguns formatos de anúncios serem um pouco intrusivos, a empresa transmite alguma confiança.

Pelo menos, vale a pena experimentar.

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As melhores alternativas ao Adsense: Classe E

As melhores alternativas ao Adsense: Classe E

21. Galaksion

Quem pode aderir?

A Galaksion não tem restrições em termos de volume de tráfego ou idioma.

Existem requisitos relacionados com a qualidade do conteúdo e o design do site.

Como é que funciona?

A Galaksion tem campanhas em vários modelos de monetização.

Distribui display ads, pop-ups, pop-under, tab-unders, video, interstitials, sliders, etc.

Como é que a Galaksion paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária e PayPal.

O valor mínimo são 100€.

O ciclo de pagamentos é Net30.

Vale a pena usar a Galaksion?

Acho que existem outras opções com mais potencial.

No entanto, vale a pena testar.

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22. Adblade

Quem pode aderir?

Sites com 500 mil visualizações de página po mês.

A empresa não refere quaisquer restrições em termos de idioma.

Como é que funciona?

A maior parte das campanhas CPM, mas é possível encontrar campanhas CPC e CPL.

Distribui display ads, native ads e conteúdo patrocinado.

Como é que a Adblade paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária.

O valor mínimo são 250$.

O ciclo de pagamentos é Net30.

Vale a pena usar a Adblade?

Existem opções com mais potencial para bloggers com pouca experiência.

Principalmente face aos requisitos de tráfego e ao valor mínimo para fazer levantamentos na Adblade.

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23. Taboola

Quem pode aderir?

Sites com 500 mil visualizações de página por mês.

A Taboola não tem restrições em termos de idioma.

Como é que funciona?

As campanhas da empresa funcionam no modelo CPC.

Dedica-se quase exclusivamente aos native-ads.

Como é que a Taboola paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária e Payoneer.

O valor mínimo são 50$.

O ciclo de pagamentos é Net45.

Vale a pena usar a Taboola?

Depende.

Os native ads podem ser bastante lucrativos mas funcionam especialmente bem em sites de notícias ou entretenimento.

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24. Revenue Hits

Quem pode aderir?

A empresa não tem restrições em termos de tráfego ou idioma.

Todos os sites têm aprovação imediata.

Como é que funciona?

A Revenue Hits tem campanhas CPM, CPA, CPL e CPI.

Distribui display ads, pop-ups, interstitials, sliders, entre outros.

Como é que a Revenue Hits paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária, PayPal e Payoneer.

O valor mínimo são 20$.

O ciclo de pagamentos é Net30.

Vale a pena usar a Revenue Hits?

Depende.

Se estiver confortável a servir muitos anúncios de fraca qualidade, a Revenue Hits pode devolver receitas interessantes.

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25. AdClickMedia

Quem pode aderir?

Sites com 5 mil visualizações de página por mês.

Não há restrições em termos de idioma.

Como é que funciona?

As campanhas da empresa são maioritariamente CPC.

Distribui display ads, interstitials e email.

Como é que a AdClickMedia paga?

É possível fazer levantamentos via PayPal.

O valor mínimo são 50$.

O ciclo de pagamentos é Net15.

Vale a pena usar a AdClickMedia?

Como em alguns casos anteriores, estamos a falar de soluções que vão exigir um volume muito elevado de anúncios.

Também como em casos anteriores, os anúncios nem sempre vão ser da melhor qualidade.

Depende da relação que tiver com os seus utilizadores…

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As melhores alternativas ao AdSense: Classe F

As melhores alternativas ao AdSense: Classe F

26. HilltopAds

Quem pode aderir?

A empresa não tem restrições em termos de volume de tráfego ou idioma.

Como é que funciona?

As campanhas da empresa são principalmente CPM, mas é possível encontrar outros modelos.

Distribui display ads, pop-ups, pop-unders, native ads, video e notificações push.

Como é que a HilltopAds paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária, Bitcoin e Webmoney.

O valor mínimo são 50$.

O ciclo de pagamentos é Net30.

Vale a pena usar a HilltopAds?

Está confortável com pop-ups, pop-unders e notificações push?

Se estiver, porque não experimentar?

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27. Adbuff

Quem pode aderir?

Sites com 2000 utilizadores por dia.

A empresa dá preferência a sites de língua Inglesa, mas não há restrições de idioma.

Como é que funciona?

A empresa tem campanhas CPM e CPC.

Distribui display ads e in-text.

Como é que a Adbuff paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária e Payoneer.

O valor mínimo são 100$.

O ciclo de pagamentos é Net45.

Vale a pena usar a Adbuff?

A empresa parece ter algum potencial.

Só mesmo testanto, mas agrada-me o facto de haver preocupação com a qualidade e quantidade de anúncios.

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28. Criteo

Quem pode aderir?

A Criteo não tem requisitos mínimos em termos de volume de tráfego ou idioma.

Como é que funciona?

Pelo feedback que consigo recolher, a maior parte dos parceiros usa a Criteo como uma rede secundária que lhes permite aumentar o RPM para alguma % das impressões totais.

A empresa funciona no modelo CPM e CPC.

Distribui exclusivamente display ads.

Como é que a Criteo paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária e PayPal.

O valor mínimo são 50€.

O ciclo de pagamentos é Net30.

Vale a pena usar a Criteo?

Principalmente tendo em conta que aceita sites de língua Portuguesa, é uma das alternativas ao AdSense mais interessantes.

Provavelmente estará numa posição mais alta assim que esta lista seja revista.

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29. Exponential

Quem pode aderir?

Sites com 500 mil utilizadores por mês.

Não parece haver restrições em termos de idioma.

Como é que funciona?

A empresa trabalha com campanhas nos modelos CPM e CPA.

Distribui display ads e vídeo.

Como é que a Exponential paga?

É possível fazer levantamentos via cheque e PayPal.

O valor mínimo são 50$.

O ciclo de pagamentos é Net45.

Vale a pena usar a Exponential?

Se cumprir os requisitos em termos de volume de tráfego, vale a pena testar.

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30. RhythmOne

Quem pode aderir?

Sites com 5 mil utilizadores por mês.

Não parece haver restrições em termos de idioma.

Como é que funciona?

A empresa foca-se exclusivamente em campanhas CPM.

Distribui display ads, vídeo, native ads e conteúdo patrocinado.

Como é que a RhythmOne paga?

É possível fazer levantamentos via transferência bancária e PayPal.

O valor mínimo são 100$.

O ciclo de pagamentos é Net60.

Vale a pena usar a RhythmOne?

Há muito pouco feedback sobre esta empresa.

Por isso, de todos as alternativas ao AdSense desta lista, é a mais difícil de avaliar.

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Como escolher as melhores alternativas ao AdSense para o meu blog?

Image by StartupStockPhotos from Pixabay

Começar a trabalhar com uma de rede de anúncios é um processo com muitas etapas.

Implica acrescentar código ao seu site, comunicar com a empresa, optimizar campanhas, analisar relatórios, etc.

Não se muda de rede de anúncios como quem muda de camisa…

Por isso, o melhor é olhar para estas alternativas ao AdSense e procurar parcerias a longo médio prazo.

Assim que se justifique, pode repensar a sua monetização e fazer os ajustes necessários.

Algumas dicas:

  • Evite ser banido do Google AdSense.

Algumas das redes de anúncios que pode usar como alternativa, especialmente as melhores, exigem que você tenha o cadastro limpo ao nível do Google AdSense.

  • Procure redes adequadas ao seu tipo de tráfego.

Há sites onde você tolera anúncios um pouco duvidosos, certo?

E também há sites onde você tem outro tipo de exigência e expectativas em relação ao tipo de anúncios, certo?

Então tenha uma ideia clara em relação ao posicionamento do seu site.

Porque é que algumas redes são mais exigentes?

Porque as marcas que pagam os anúncios também são mais exigentes…

Ou seja, nas redes menos exigentes as marcas pagam menos dinheiro e têm anúncios de pior qualidade.

Em alguns casos pode fazer sentido monetizar com pop-unders, notificações push, etc…

Depende de site para site.

  • Tente diversificar as suas fontes de rendimento.

Por exemplo, combinar uma rede no modelo CPC com uma rede no modelo CPM.

Ou combinar redes de anúncios display com redes de native ads.

Olhe para as alternativas ao AdSense que tem ao seu dispor e tente encontrar a melhor combinação.

Obrigado por visitar
O Blog do Empreendedor!

Quais são as alternativas ao AdSense que, na sua opinião, deviam estar nesta lista?

Por favor, partilhe nos comentários!

Se tiver alguma dúvida, sugestão, correção a fazer, ou caso queira entrar em contacto, seja por que motivo for, envie-me uma mensagem.

melhores sites para importar

Os 15 melhores sites para importar que provavelmente não conhece

Photo by eniko kis on Unsplash

Se está a pensar em importar produtos para vender e quer investir bem o seu dinheiro, é importante conhecer os melhores sites para importar.

Para o ajudar a dar os primeiros passos, vou partilhar consigo 15 sites que talvez não conheça.

É possível que encontre alguns termos técnicos ao longo deste artigo.

Sempre que precisar, pode pesquisar qualquer significado no Dicionário de Empreendedorismo.

Espero que ajude!

Importante:

No final deste artigo vou dar algumas dicas sobre como comunicar e negociar com fornecedores, como pagar com segurança e como escolher bons produtos.

Por isso, leia até ao fim se quiser evitar algumas dores de cabeça!

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Quais são os melhores sites para importar?

Alibaba

O Alibaba existe desde 1999, tem a sua sede em Hangzhou, na China, e faz parte do mesmo conglomerado que é responsável pelo AliExpress.

O site recebe mais de 100 milhões de visitas por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (14%), a China (14%), Rússia (5%), Turquia (4%) e Brasil (3%).

Enquanto o AliExpress serve o mercado B2C, com encomendas de apenas uma unidade diretamente para o consumidor final, o objetivo do Alibaba é bem diferente.

Um dos melhores sites para importar e a principal referência do mercado B2B, aqui os fornecedores tentam vender em grandes quantidades e a maior partes dos clientes são outras empresas.

Com um design muito simples, onde não existe o fogo de artificio habitual das plataformas de e-commerce da China, o site é uma lista interminável de produtos e fornecedores.

É importante perceber que, ao fazer uma compra, o cliente não está a transacionar diretamente com o Alibaba.

De uma forma simplista, a empresa é essencialmente um diretório que faz a ponte entre fornecedores e clientes.

A maior parte são fábricas em território Chinês, apesar de ser possível encontrar fornecedores de qualquer região do mundo.

Se navegar no site durante alguns minutos vai encontrar produtos a preços extremamente baixos mas, em contrapartida, só é possível comprar em grandes quantidades.

Por esse motivo, fazer uma encomenda no Alibaba implica um investimento de algumas centenas de euros.

Mais do que isso, implica negociar com fornecedores, lidar com bancos, processadores de pagamentos, transportadoras, alfândegas, etc.

Definitivamente, não é o sítio certo para começar a dar os primeiros passos.

No entanto, dar uma vista de olhos e perceber até que ponto é que o negócio pode crescer no futuro só faz bem.

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Global Sources

A Global Sources existe desde 1971 e tem a sua sede em Hong Kong.

Apesar de a plataforma de e-commerce nascer em 1995, a empresa tem uma longa história de atividade no mercado B2B e promove algumas das maiores feiras de comércio do mundo e várias publicações em papel.

O site recebe cerca de 15 milhões de visitas por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (11%), a Índia (7%), Brasil (7%), Reino Unido (5%) e Turquia (3%).

O design simples faz com que seja agradável de navegar, mas facilmente nos sentimos perdidos face à quantidade de informação, produtos e fornecedores.

Tal como acontece no Alibaba, quando fazemos uma compra na Global Sources não estamos a negociar diretamente com a empresa.

O site é essencialmente um portal que liga negócios de várias partes do mundo.

A maior parte dos fornecedores está em território Chinês mas é possível encontrar vários de outras partes do mundo.

Vai encontrar preços por unidade muito, muito interessantes, mas é difícil encomendar menos do que algumas centenas de cada vez.

Ou seja, mesmo a encomenda mais pequena implica um investimento inicial de valor considerável.

Mais do que isso, se não tiver alguma experiência, não é um bom sítio para aventuras.

Os fornecedores Chineses negoceiam a doer, e não saber lidar com os vários agentes envolvidos na cadeia de logística pode implicar muitas dores de cabeça e investimentos perdidos.

Mais uma vez, é um dos melhores sites para importar que deve estudar para começar a construir uma perspetiva a longo prazo.

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Made in China

A Made in China foi fundada em 1998 e está sediada em Nanjing, na China.

A empresa também tem escritórios nos Estados Unidos, mais precisamente em Ontario, no estado da Califórnia.

O site recebe cerca de 12 milhões de utilizadores por mês e os principais países de origem são a China (17%), Estados Unidos (7%), Índia (5%), Brasil (4%) e Rússia (4%).

Exclusivamente dedicada ao mercado B2B, a plataforma de e-commerce é um portal para empresas e fornecedores que sabem exatamente o que procuram.

Não há publicidade ou designs cuidadosamente criados para inebriar a visão e reter o visitante. Apenas funcionalidade.

Mais uma vez, quando fazemos uma compra não estamos a transacionar diretamente com a empresa, que apenas intervém como intermediário entre nós e os fornecedores.

É um excelente parceiro comercial para importadores com experiência, onde é possível encontrar praticamente qualquer coisa.

Por outro lado, para quem está a começar, a Made in China é dos melhores sites para importar onde um pequeno pormenor lhe pode custar o seu investimento.

Ainda assim, pode e deve começar a pesquisar como funcionam os pagamentos e as expedições quando se lida com este tipo de mercado.

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Tradekey

A TradeKey existe desde 2006 e tem a sua sede em Riyadh, na Arábia Saudita.

O site recebe 500 mil visitantes por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (14%), China (11%), África do Sul (7%), Índia (6%) e Emirados Árabes Unidos (4%).

A empresa lida exclusivamente com o mercado B2B e funciona como um portal que liga os vários intermediários da cadeia comercial.

Aqui, os clientes também podem fazer publicações com os detalhes das encomendas que pretendem fazer, visíveis para todos os fornecedores interessados em entrar em contacto e fazer negócio.

Na TradeKey é possível importar quase tudo, inclusive comida, químicos, veículos motorizados, etc.

O site é simples e agradável de navegar, mas a quantidade de informação faz com que nos sintamos perdidos e, se não tivermos conta criada, a quantidade de pop-ups e caixas de diálogo que tentam captar a nossa atenção é algo incómoda.

Dificilmente conseguimos encomendar menos do que algumas centenas de unidades, o que representa um esforço financeiro que não está ao alcance de quem está a dar os primeiros passos.

Apesar de ser um dos melhores sites para importar, mais uma vez, se está a começar esqueça para já a Tradekey.

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ECPlaza

A ECPlaza foi criada em 1996 e tem a sua sede em Seoul, na Coreia do Sul.

O site recebe cerca de 500 mil visitantes por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (13%), China (12%), Rússia (7%), Índia (5%) e Coreia do Sul (4%).

A empresa trabalha exclusivamente no mercado B2B e liga fabricantes, fornecedores e clientes.

Ou seja, mais uma vez, as compras não são feitas à ECPlaza diretamente.

O site é extremamente simples e funcional e, mesmo com a quantidade de informação com que somos confrontados, é fácil de navegar sem nos sentirmos perdidos.

Como em casos anteriores, na ECPlaza é possível comprar praticamente seja o que for, a partir de quase qualquer parte do mundo.

No entanto, fazer uma compra é um processo bastante complicado e, se não soubermos exatamente o que estamos a fazer, é muito fácil perder centenas de euros com detalhes.

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IndiaMART

A IndiaMART existe desde 1996 e tem a sua sede em Noida, na Índia.

O site recebe cerca de 45 milhões de visitas por mês e os principais países de origem são a Índia (73%), Estados Unidos (4%), Reino Unido (1%), Emirados Árabes Unidos (1%) e Alemanha (1%).

A IndiaMART é mais um marketplace B2B que liga fornecedores a clientes, com destaque para o mercado e a produção do território Indiano.

Também aqui, as compras não são feitas diretamente à IndiaMART, uma vez que a empresa intervém apenas como intermediário.

O site dá destaque aos produtos das categorias “Material de construção”, “Máquinas industriais”, “Roupa e textêis”, “Produtos eletrónicos”, “Material industrial” e “Mobiliário”.

No entanto, é possível encontrar praticamente tudo, e a quantidade de oferta pode até intimidar quem não sabe exatamente o que procura.

Dificilmente encontrará fornecedores que vendam menos do que 50 unidades, portanto não é o sítio indicado para começar a importar.

No entanto, especialmente se pretende criar relações comerciais no território Indiano, sem dúvida um dos melhores sites para importar.

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Os melhores sites para importar para quem está a dar os primeiros passos

Sourcing Map

A Sourcing Map existe desde 2004 e tem a sua sede em Hong Kong.

O site recebe cerca de 15 mil visitantes por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (18%), França (12%), Espanha (8%), Turquia (7%) e Polónia (7%).

Aqui, estamos a negociar diretamente com a empresa.

A Sourcing Map é um mercado para onde as fábricas podem escoar parte dos seus stocks, e podemos comprar sem limites mínimos em termos de número de unidades.

Apesar de as margens de lucro serem menores, o site é interessante.

É muito fácil encontrar preços para 5 ou 10 unidades, pelo que pode ser um bom sítio para experimentar encomendas de maior volume.

O site é muito simples e funcional, está muito bem traduzido, mas aparentemente não tem o certificado SSL atualizado, o que não inspira confiança em termos da segurança tecnológica.

Um ponto positivo, toda a informação sobre garantias, devoluções, reembolsos e prazos de entrega é muito explícita e fácil de encontrar.

A empresa aceita PayPal e, como cliente, utilizar este processador de pagamentos é a melhor forma de se proteger.

Apesar de os produtos eletrónicos dominarem, é possível encontrar muitas outras coisas, o que é muito positivo.

Caso encontre encontre na Sourcing Map um fornecedor com quem possa trabalhar a longo prazo, a empresa tem um sistema de pontos que pode ajudar a maximizar as margens de lucro

Sem dúvida, vale a pena experimentar, e tem o potencial de ser um dos melhores sites para importar para quem está a dar os primeiros passos.

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Chinavasion

Esta empresa existe desde 2004 e tem a sua sede na cidade de Kowloon, em Hong Kong.

O site recebe cerca de 500 mil visitas por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (15 %), China (13%), Reino Unido (6%), Brasil (4%) e Itália (4%).

Apesar de o principal foco de interesse da Chinavasion ser o mercado B2B, algum do seu negócio ainda é feito no mercado B2C.

O site comunica bastante bem com o cliente, é extremamente simples e funcional, parece tecnologicamente seguro e a empresa posiciona-se como uma plataforma de e-commerce premium.

Na esmagadora maioria dos casos, quando fazemos uma compra na Chinavasion estamos a comprar diretamente à empresa.

Esta, por sua vez, abastece o seu stock diretamente junto das fábricas das marcas.

O site pode ser utilizado para encomendar até 200 unidades, sendo que para volumes maiores a empresa presta suporte adicional através de contacto direto.

Uma vez que a Chinavasion tem quase sempre stock de todos os produtos listados no site, os envios são feitos logo no dia útil depois da compra ser finalizada.

Outro ponto positivo, aceita Visa, Mastercard, Maestro e PayPal.

Comercializa quase exclusivamente produtos eletrónicos, e é muito fácil encontrar marcas muito conhecidas, como a Xiaomi, a OnePlus, a Samsung, etc.

No entanto, os preços por unidade deixam pouco espaço para margens de lucro e seria ideal que houvesse mais diversidade de produtos.

A Chinavasion pode ser uma parceria bastante lucrativa, mesmo para quem está a dar os primeiros passos.

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FastTech

Esta empresa existe desde 2012 e tem a sua sede na cidade de Tuen Mun, em Hong Kong.

O site da FastTech recebe cerca de 5 milhões de visitas por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (13%), Rússia (11%), França (9%), Alemanha (8%) e Reino Unido (8%).

O design do site é muito simples e não há cupões, flash sales e oferta incríveis constantemente a desviar a nossa atenção.

Pelo contrário, a navegação é bastante agradável e é muito fácil encontrar toda a informação importante.

A empresa parece dividir a sua atenção entre os mercados B2C e B2B.

Por um lado, o envio é gratuito em todas as encomendas de apenas uma unidade e, por outro, há sempre destaque para os preços de encomendas até 5 unidades.

Para volumes maiores é necessário contacto direto com um representante da empresa.

Quando fazemos uma compra estamos a transacionar diretamente com a FastTech, uma vez que esta tem o seu próprio stock.

No entanto, a FastTech age como um intermediário entre nós e as grandes fábricas, às quais não teriamos acesso de outra forma para compras de baixo volume.

Vale a pena destacar, algumas encomendas são expedidas apenas 12 horas depois da encomenda.

Outro ponto positivo, rapidamente encontramos o certificado McAfee SECURE e selo VeriSign Trust.

Para pagar podemos optar por Visa, Mastercard, American Express, PayPal, e 21 criptomoedas diferentes, incluindo Bitcoin, Litecoin e Ethereum.

A empresa vende principalmente produtos eletrónicos, ainda que seja possível encontrar têxteis, plástico, joalharia, etc.

Se está a começar, a FastTech é um dos melhores sites para importar.

No entanto, também pode interessar a quem faz encomendas de maior volume.

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Tomtop

A Tomtop foi fundada em 2004 e tem a sua sede em Shenzhen, na China.

A empresa tem uma presença geográfica muito alargada, com armazéns nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Itália, França, Espanha, Austrália, Rússia e Dubai.

O site recebe uma média de 5 milhões de visitantes por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (9%), Rússia (9%), França (8%), Itália (8%) e Espanha (7%).

Ainda que haja bastante informação sobre encomendas de grandes quantidades, o site da Tomtop parece mais voltado para o mercado B2C.

A grande fatia do negócio B2B da empresa provavelmente é feita através do Alibaba, onde é fornecedor Gold desde 2006.

Em termos tecnológicos o site tem certificado McAfee SECURE e selo VeriSign Trust, o que dá algumas garantias de que é bastante seguro para o utilizador.

É possível encontrar toda a informação importante, mas a nossa atenção é constantemente refém das várias flash sales, cupões de desconto, brindes grátis, etc.

A Tomtop abastece o stock dos seus armazéns junto de várias fábricas, pelo que ao fazer uma compra estamos a transacionar diretamente com a empresa e não com terceiros.

Na hora de pagar, podemos escolher entre Visa, Mastercard, American Express e PayPal.

Uma grande fatia do comércio da Tomtop é feito em produtos eletrónicos.

No entanto, a empresa vende uma grande variedade de produtos nas categorias “Casa e Jardim”, “Saúde e Beleza”, “Acessórios automóvel”, “Ferramentas”, “Moda” e “Equipamento desportivo”.

É possível encontrar marcas conhecidas como a Huawei, Lenovo e Xiaomi.

Em total oposição, é muito fácil encontrar alguns produtos que claramente são imitações e violam patentes do direito intelectual e industrial.

Pode ter algum interesse para o importador com pouca experiência

A Tomtop oferece vários incentivos para o cliente recorrente, o que pode ajudar a maximizar as margens de lucro.

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TinyDeal

A TinyDeal foi fundada em 2004 e tem a sua sede em Shenzhen, na China.

O site recebe uma média de 1 milhão de utilizadores por mês e os principais países de origem são a Rússia (10%), Brasil (7%), Itália (7%), Alemanha (6%) e Espanha (5%).

Se estivermos à procura dessa informação, vamos acabar por encontrar menções a encomendas de grandes quantidades.

No entanto, o site da TinyDeal é aquilo a que estamos habituados num negócio de e-commerce virado para o mercado B2C.

A empresa gere o seu próprio stock que é abastecido junto de fábricas e fornecedores.

Ou seja, as nossas compras são transações feitas diretamente com a TinyDeal.

Apesar de, segundo a empresa, existirem armazéns em território Europeu, é praticamente impossível encontrar produtos que não sejam enviados a partir da China.

Em alguns casos, as encomendas podem demorar até 25 dias úteis para chegar ao cliente.

Para pagar, podemos escolher entre PayPal e Western Union.

A TinyDeal afirma vender produtos de qualidade e nunca imitações, mas é extremamente fácil encontrar produtos que claramente violam direitos de propriedade intelectual e industrial.

Pode ser um parceiro comercial interessante para quem está a começar, principalmente tendo em conta que há cupões e várias formas de maximizar as margens de lucro.

No entanto, o site é um pouco confuso, muito mal traduzido para Português e Inglês, onde às vezes é dificil encontrar a informação

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eFox

A eFox existe desde 2003 e é mais um dos vários negócios de e-commerce com sede em Shenzhen, na China.

O site recebe cerca de 200 mil visitantes por mês e os principais países de origem são Portugal (90%), Brasil (7%), Hungria (1%), Polónia (0,5%) e China (0,5%).

Apesar de o site estar traduzido em vários idiomas, parece haver uma aposta clara da empresa no mercado Português e é impossível não reparar nas várias menções ao armazém de Espanha.

No entanto, está muito mal traduzido e é complicado ler alguma informação importante.

Não é totalmente claro se há outros armazéns em território europeu e qual a sua localização exata.

O site da eFox é claramente desenhado a pensar no mercado B2C, com cupões, flash sales, super deals, etc.

Como em casos anteriores, a empresa gere o próprio stock e os clientes compram diretamente à empresa, que se abastece junto de marcas e fornecedores.

Em termos de pagamentos, a empresa aceita Visa, Mastercard, Maestro, American Express e PayPal, o que oferece alguma segurança para o cliente.

De acordo com a eFox, as encomendas são expedidas entre 1 a 5 dias úteis depois da compra, podendo demorar até 45 dias úteis para chegar ao ponto de entrega.

Um ponto menos positivo, a comunicação oficial com o cliente é feita a partir de um endereço @gmail.

Como em vários casos anteriores, a eFox vende principalmente produtos eletrónicos e é possível encontrar marcas como a Nokia, a OnePlus, Lenovo, Xiaomi e a Logitech.

Mas também é possível encontrar outro tipo de produtos nas categorias “Relógios”, “Brinquedos”, “Desporto” e “Casa & Jardim”.

Pode ser um bom ponto de partida para o importador pouco experiente, onde as margens podem ser espremidas com cupões e outro tipo de descontos.

Ainda que a má tradução e o endereço gmail não inspirem muita confiança, é um dos melhores sites para importar.

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Light In The Box

A Light In The Box existe desde 2007 e tem a sua sede em Beijing, na China.

O site recebe cerca de 15 milhões de visitas por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (12%), França (11%), Brasil (8%), Alemanha (5%) e Reino Unido (5%).

A empresa tem o seu foco no mercado B2C e, tal como em casos anteriores, funciona como um mercado online onde as fábricas podem vender parte da sua produção.

Ou seja, estamos a comprar diretamente à Light In The Box que, por sua vez, abastece o seu stock junto dos fabricantes.

O site tem um design simples e a navegação é satisfatória.

No entanto, não está muito bem traduzido.

É relativamente fácil encontrar a informação mais importante, o certificado SSL está atualizado e o site exibe o certificado McAfee SECURE.

Um dos pontos mais positivos, a Light In The Box tem uma gama de produtos que muitas vezes não existe em sites dedicados aos produtos eletrónicos.

É muito fácil encontrar vestuário e outros têxteis, joalharia, cerâmica, e uma série de outras coisa, além de os produtos eletrónicos.

Menos positivo, em função da presença da Light In The Box como intermediário na cadeia comercial, os preços nem sempre deixam o espaço necessário para margens de lucro.

A empresa aceita Visa, Mastercard, American Express e PayPal, onde é um vendedor verificado.

Se está a dar os primeiros passos é um dos melhores sites para importar, principalmente face à gama de produtos.

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Mini In The Box

A Mini In The Box existe desde 2007 e tem a sua sede em Beijing, na China.

O nome não engana, faz parte do mesmo conglomerado que gere a Light In The Box.

O site recebe cerca de 3 milhões de visitas por mês e os principais países de origem são a França (15%), Brasil (9%), Estados Unidos (6%), Holanda (6%) e Alemanha (5%).

Aqui, a empresa parece um pouco mais aberta ao mercado B2B, ainda que o foco seja o B2C e o comércio de retalho.

Tal como na Light In The Box, estamos a comprar diretamente à empresa, que gere e abastece o seu próprio stock junto dos fabricantes.

O site é simples, a navegação é satisfatória, parece estar razoavelmente bem traduzido e exibe o o certificado McAfee SECURE.

A gama de produtos não é totalmente distinta do que encontramos na Light In The Box, mas há algumas diferenças.

Aqui, os produtos eletrónicos têm mais destaque, embora seja possível encontrar muitas outras coisa, o que é extremamente positivo.

Tal como na Light In The Box, os preços são um pouco mais altos do que seria ideal e, portanto, é preciso procurar durante algum tempo para encontrar boas margens de lucro.

Para pagar podemos usar Visa, Mastercard, American Express e PayPal.

Sem dúvida, um dos melhores sites para importar.

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HonorBuy

A HonorBuy existe desde 2013 e tem a sua sede em Shenzhen, na China.

O site recebe cerca de 600 mil visitas por mês e os principais países de origem são Portugal (15%), a Croácia (14%), Alemanha (8%), Brasil (5%) e Itália (4%).

Ainda que existam referências alusivas a encomendas de maiores quantidades, a empresa tem o seu foco no mercado B2C e tem um armazém em território Europeu, na Alemanha.

O site é incrivelmente simples, a navegação é agradável e o site tem o certificado SSL atualizado.

A HonorBuy é quase exclusivamente dedicada aos telemóveis, e distribuir marcas conhecidas como a Xiaomi, a Redmi e a OnePlus.

É possível pagar com Mastercard, Visa, American Express e PayPal.

Os telemóveis, por vários motivos, não são dos melhores produtos para quem está a dar os primeiros passos na importação.

No entanto, a HonorBuy tem acessórios e alguns produtos que podem ser uma boa opção e, por ser possível pagar com PayPal e ser possível encomendar da Alemanha, é um dos melhores sites para importar.

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Algumas dicas para quem está a começar a importar

Não use o seu email pessoal.

Muitos destes fornecedores enviam informação de forma algo abusiva.

Se usar o seu email pessoal vai começar a receber dezenas e dezenas de emails todos os dias, sobre coisas que nem lhe interessam.

Use o PayPal para pagar.

Usar o PayPal é a melhor forma de se proteger contra vendedores menos bem intencionados e encomendas perdidas ou danificadas.

Este processador de pagamentos eletrónicos ajuda os clientes a receber devoluções até 180 dias após a compra, caso seja necessário.

Procure produtos pequenos e leves.

Os produtos pesados e de grande volume acrescentam as despesas com custos de envio.

Além de reduzir a sua margem de lucro aumenta o preço final para o cliente.

Procure produtos de fabrico simples.

Quando mais fácil for o fabrico, menos provável é haver defeito.

Escolha produtos a pensar na satisfação dos seus clientes.

Procure produtos com boas margens de lucro.

Não vale a pena vender produtos por €1 se o cliente vai pagar mais do que isso em portes de envio.

Procure produtos pelos quais possa cobrar entre €5 e €25.

Um aviso:

Apesar de haver cada vez mais competição, nunca foi tão fácil ganhar dinheiro desta forma.

E, ainda que encontrar bons fornecedores e conhecer os melhore sites para importar seja uma peça extremamente importante, um negócio deste tipo é um puzzle de logística sem fim.

O que o espera são dezenas de ficheiros de excel, trocas de email que parecem não acabar, muitas viagens aos correios, produtos perdidos ou danificados, etc, etc, etc.