Como ganhar dinheiro no Youtube em 2019? A resposta é simples…

como ganhar dinheiro no Youtube
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Saber como ganhar dinheiro no Youtube é simples.

Mas ter a disciplina necessária para criar um canal, produzir conteúdo e cultivar uma audiência, isso sim, é mais dificil do que as pessoas pensam.

É quase como escalar uma montanha…

Quando você está no sopé a olhar para o cume, a milhares e milhares de metros de distância, você não tem muitas dúvidas sobre o caminho, pois não?

É para cima.

Claro, pelo meio vai haver atalhos, desvios, erros, acidentes, sorte, azar e tudo mais.

Mas o caminho é para cima.

Construir uma audiência interessada e participativa é um trabalho que existe esforço, dedicação e algum tempo. Quase como escalar uma montanha…

É preciso muita persistência e alguma paciência, mas a maior parte das pessoas desiste cedo demais.

Claro que também é importante saber a parte mais técnica de como ganhar dinheiro no Youtube.

Mas, se você não souber construir uma audiência, até pode ser o maior especialista em monetização do mundo… Não vai ganhar dinheiro.

O Youtube é o negócio da atenção.

Você produz vídeos e, se conseguir que as pessoas prestem atenção ao seu conteúdo e passem a fazer parte da sua audiência, as marcas compram essa atenção.

É basicamente o seu canal de televisão, embora adaptado à realidade e à linguagem da internet.

Agora, vamos ao que interessa!

Vou tentar descrever o melhor caminho para o sucesso no Youtube, do início ao fim, passando por todos os passos importantes.

Como ganhar dinheiro no Youtube?

  • Quanto é que um canal do Youtube ganha com anúncios
  • Quais são os requisitos mínimos para poder ativar os anúncios
  • Como ganhar dinheiro no Youtube sem ser com anúncios
  • Como começar um canal no Youtube
  • Que equipamento é preciso
  • Como ter mais visualizações e subscrições

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Quanto é que um canal do Youtube ganha com anúncios?

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Não existe uma resposta simples e os valores variam de caso para caso.

Mas podemos falar de valores médios.

Um canal do Youtube pode ganhar entre $500 e $3000, até mais em alguns casos mais raros, por cada 1 milhão de visualizações.

E porque é que os valores variam tanto?

Principalmente, por estas três razões:

  • Algumas marcas estão dispostas a pagar mais
  • Nem todos os anúncios têm o mesmo valor
  • Nem todos os públicos têm o mesmo valor

Vamos começar pela primeira…

As marcas do sétor automóvel secalhar estão dispostas a gastar mais em marketing do que as marcas de desporto.

Ou, secalhar, as marcas de produtos de beleza gastam mais do que as marcas de roupa.

E esta questão, que nem tem necessáriamente a ver com o Youtube, faz com que os CPMs sejam diferentes de caso para caso.

Em relação à segunda questão…

Quando as marcas desenham uma campanha de anúncios no Youtube podem optar por vários tipos de anúncios.

Essas opções também vão influenciar as comissões do criador de conteúdos.

Por exemplo, é possível reservar um inventário de anúncios ou comprar em sistema de leilão, tal como acontece na rede display ou no Adwords.

É possível comprar vários tipos de anúncios em formatos diferentes, mais caros ou mais baratos.

E isto também vai influenciar o valor do seu CPM.

Em relação à terceira…

As marcas gastam mais dinheiro em anúncios nos países com mais poder de compra.

Ou seja, um público de Portugal ou do Brasil, aos olhos de quem compra os anúncios, tem menos valor do que um público dos Estados Unidos ou do Canadá, por exemplo.

Ou, por outro lado, as marcas Portuguesas ou Brasileiras têm um orçamento para marketing mais curto do que uma empresa Americana, por exemplo.

E, claro, isto também vai ter influência no seu CPM.

Quais são os requisitos mínimos para poder ativar os anúncios

Nos últimos tempos, o programa de parcerias do Youtube tem vindo a ser alterado.

Vou tentar manter esta informação atualizada, mas é provável que existam mais atualizações em breve…

Neste momento, para ter acesso à monetização através do AdSense, um canal do Youtube tem que ter:

  • 1000 subscritores
  • 4000 horas em tempo de visualização nos últimos 12 meses

Claro, há outras regras a que os criadores de conteúdo devem obedecer.

Se quer saber como ganhar dinheiro no Youtube, deve conhecer relativamente bem estes documentos:

A maior parte destas regras são senso comum, mas não facilite e liberte algum tempo para ler estes documentos com atenção.

Como ganhar dinheiro no Youtube sem ser com anúncios?

A maior parte das pessoas limita-se a usar o AdSense para monetizar o seu conteúdo no Youtube.

Mas existem outras formas de ganhar dinheiro.

E mesmo quem ainda não tem acesso à rede AdSense pode começar a rentabilizar o conteúdo com alguns destes métodos.

Programas de afiliados

Esta é provavelmente a opção mais óbvia.

Basta informar o Youtube de que o vídeo contém uma promoção paga, comunicar essa promoção à sua audiência e publicar o seu link de afiliado nos comentários do vídeo.

Vender produtos próprios

Implica um pouco mais de trabalho, mas vender produtos próprios pode ser bastante lucrativo.

Pense em t-shirts, canecas de café, bonés, etc.

Cursos

Também implica algum trabalho e conhecimento, mas há muita gente a ganhar dinheiro a vender cursos.

Se é especialista em alguma área, pode criar conteúdos premium bem organizados e tentar vendê-los à sua audiência.

Consultoria

Outra opção, se é especialista em alguma área, pode oferecer sessões individuais de esclarecimento e acompanhamento a alguns membros da sua audiência.

Apesar de bastante eficaz, oferece alguns desafios em termos de escalabilidade.

Leads

Se oferecer um ebook gratuíto, por exemplo, as pessoas provavelmente não se importam de fornecer o seu endereço de email.

Com essa informação pode comunicar com o seu público através de outros canais, fora do Youtube, e usar outros métodos de monetização.

Superchat

Para o usar o Superchat é preciso ter acesso à rede AdSense.

Mas é um bom suplemento, principalmente se faz live streaming.

Como começar um canal no Youtube?

Photo by Danielle MacInnes on Unsplash

Simplesmente comece.

Eu sei que parece uma frase feita, sem grande importância ou significado.

Mas a maior das pessoas não alcança os seus objetivos porque nunca começa.

Você não vai ser excelente logo à partida.

O seu canal não vai ser excelente logo à partida.

Aceite isso.

Foque-se em ser o melhor possível e em melhorar a cada dia.

Escolha o assunto e o nome do seu canal.

O Youtube é um espaço cada vez mais competitivo.

Por esse motivo, na minha opinião, o ideal é tentar definir o melhor possível qual é o objetivo do seu canal e quem é o seu público.

Assim, vai ser mais fácil produzir conteúdo e criar uma audiência interessada e participativa.

Escolha algo que lhe interesse, de forma a poder falar sobre assunto durante um período alargado de tempo.

Não vale a pena tentar imitar outros canais e tentar fingir que gosta deste ou daquele assunto.

Não vai conseguir sustentar o seu entusiasmo para criar conteúdo, vai acabar por desistir e, pior ainda, as pessoas vão conseguir perceber que o seu interesse é forçado.

Não desista

Mais uma vez, parece óbvio mas a maior parte das pessoas desiste com demasiada facilidade.

Já produziu 20 vídeos e ainda não é milionário? E depois? Está pronto para desistir?

Preocupe-se ser melhor a cada dia e foque em desfrutar da viagem.

Acha que os maiores Youtubers do mundo começaram a produzir conteúdo super profissional desde o primeiro dia?

Se acha que sim, está enganado. E eu tenho provas.

Clique aqui para ver um dos primeiros vídeos do PewDiePie.

Hoje, o canal dele tem mais de 95 milhões de subscritores…

Como ganhar dinheiro no Youtube sem equipamento super mega profissional?

Photo by Thomas William on Unsplash

Não é preciso gastar milhares de euros para começar a produzir vídeos no Youtube.

Claro que a qualidade técnica é importante, mas há muita gente a desistir por não ter dinheiro para comprar isto ou aquilo, e a verdade é que não é preciso assim tanta coisa.

Basicamente, só é preciso conseguir captar vídeo, de preferência em alta definição e audio com boa qualidade.

Hoje em dia, qualquer telemóvel grava em alta definição.

Talvez tenha que comprar algumas lâmpadas para iluminar os seus vídeos, ou até um microfone, mas é possível arranjar soluções muito baratas que resultam perfeitamente.

Por isso, não desista de produzir conteúdo no Youtube por não tem uma câmara super profissional.

Não é preciso comprar um estúdio de Hollywood e pode perfeitamente ir melhorando o seu equipamento há medida que o seu canal cresce.

Como ter mais visualizações e subscrições

Photo by Christian Wiediger on Unsplash

No final do dia, o fator mais decisivo é a qualidade do seu conteúdo.

Mas há algumas que pode fazer para aumentar a probabilidade de conseguir captar a atenção das pessoas que vagueiam pelo Youtube.

Thumbnail

A thumbnail, ou miniatura, é a primeira imagem que as pessoas vêm quando encontram o seu vídeo.

Por esse motivo, é extremamente importante investir algum tempo na thumbnail certa.

Título

O título do vídeo, tal como a thumbnail, é a primeira impressão que as pessoas têm do seu vídeo e a primeira oportunidade para captar o seu interesse.

O título deve descrever perfeitamente o conteúdo e tenta levar o utilizador a clicar.

Além disso, é importante incluir algumas palavras-chave associadas ao assunto do seu vídeo.

Descrição

Apesar de só ser visível depois de o utilizador clicar para ver o vídeo, a descrição é bastante importante.

Aproveite para comunicar com a sua audiência, deixar algumas notas relevantes e apelar à subscrição.

Tem mais alguma questão sobre como ganhar dinheiro no Youtube?

Por favor, partilhe nos comentários!

Se o puder ajudar, responderei logo que possa.

Além disso, está a ajudar-me a perceber que informação devo acrescentar a este artigo 🙂

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Um homem a olhar para um plano de negócios.

Como vender no eBay passo a passo

como vender no ebay

Aprender como vender no eBay, começar a movimentar mercadoria e gerar vendas no palco internacional não é tarefa fácil!

Existem demasiadas variáveis e, mesmo com uma boa pesquisa de mercado, é preciso aprender muito através de tentativa e erro.

Pense num negócio de e-commerce como um puzzle de logística…

Até conseguir montar as peças no sítio certo vai ser preciso aprender, testar, falhar, trabalhar todos os dias e investir algum dinheiro.

Se está determinado, foi a pensar em si que escrevi este guia sobre como vender no eBay passo a passo!

As ideias-chave deste artigo poderão ajudá-lo a arrancar e a evitar alguns dos erros mais comuns…

Como é óbvio, não há fórmulas mágicas para o sucesso.

Os fatores mais decisivos para o sucesso de qualquer negócio são a determinação, o esforço, a paciência e a imaginação.

Como sempre, espero que este artigo lhe seja útil!

Neste artigo:

  1. Os 7 pilares do sucesso de um negócio no eBay.
  2. Um guia com 16 passos para começar a gerar vendas rapidamente.

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Como vender no eBay passo a passo: Os 7 pilares do sucesso

como vender no eBay passo a passo

Para saber como vender no eBay é importante compreender as várias peças do puzzle que são a máquina deste negócio.

Os 7 pilares do sucesso no eBay são:

  1. Saber escolher bons produtos
  2. Fazer muito trabalho de pesquisa
  3. Definir uma boa estratégia
  4. Encontrar bons fornecedores
  5. Criar anúncios de qualidade
  6. Manter uma boa reputação no eBay
  7. Investir em promoção

Naturalmente, a realidade é muito mais complexa…

É relativamente simples mas não é fácil 😉

A quantidade de trabalho necessário para desenhar, montar e gerir um negócio deste tipo pode ser intimidante.

O que o espera são horas sem fim de ficheiros excel, e-mails, viagens aos correios, etc.

Para o ajudar, vou tentar criar um mapa, com ações muito específicas, que qualquer pessoa pode seguir e começar a criar um negócio do zero.

Como vender no eBay: 16 passos para começar a gerar vendas rapidamente!

Um homem a espreitar por uma lente de uma máquina fotográfica.

1. Conhecer o eBay

Se não é um utilizador frequente, vá até ao eBay e navegue durante alguns minutos.

Faça pesquisas, abra anúncios, abra perfis de utilizadores, etc.

O primeiro passo é ficar minimamente confortável com esta plataforma de comércio eletrónico.

Algumas coisas importantes a saber:

Leilões vs. Comprar agora

No eBay existem dois tipos de anúncios diferentes – leilões e preço fixo.

Feedback dos utilizadores

O comércio no eBay é muito influenciado pelo feedback que os utilizadores fornecem sobre eles próprios…

Vendedores, clientes, produtos – todos são avaliados.

Se quer criar um negócio a sério no eBay é muito importante cuidar bem da sua reputação.

Política de utilização e acordo de utilizador do eBay

Pode ler a política de utilização do eBay aqui.

Pode ler o acordo de utilizador do eBay aqui.

Não precisa de ler já estes documentos…

Mas sempre que tiver alguma dúvida em relação algo que possa comprometer a sua conta no eBay, não arrisque e consulte as regras!

Uma mão a carregar em teclas num computador.

2. Criar uma conta

Este passo é óbvio…

Claro que saber como vender no eBay passa por criar um conta.

Ainda assim, tenha alguma ponderação.

Escolha um bom nome de utilizador!

Pense como um cliente e evite palavras que possam gerar desconfiança.

Se quiser, adicione uma foto ou imagem ao seu perfil.

5 estrelas.

3. Ganhar alguma reputação

Crie um bom histórico na sua conta antes de começar a tentar movimentar artigos em grandes quantidades.

Não é preciso muito…

Faça algumas compras e venda coisas que tenha em casa e já não precise.

Além de alimentar a sua reputação no eBay, este exercício também é útil para perceber como lidar com clientes e ter contacto com a logística do correio internacional.

Um homem a vasculhar uma pilha de discos de vinil.

4. Pesquisar produtos

Chegou a altura de começar a procurar coisas para vender.

Existem imensos locais onde pode encontrar bons produtos!

O mais importante é saber o que procurar…

Procure produtos que:

  • Sejam relativamente pequenos
  • Sejam relativamente leves
  • Estejam a ser vendidos entre $5 e $30
  • Sejam de fabrico simples
  • Sejam seguros para o utilizador
  • Sejam legais

Alguns locais onde pode procurar produtos:

  • No próprio eBay
  • Em outros sites de e-commerce
  • Feiras
  • Supermercados

O ideal é reunir uma lista com cerca de 50 produtos que cumpram todas as características para serem economicamente viáveis.

No próximo passo vamos tentar projetar o sucesso de cada um deles e ver quais são as melhores apostas…

Uma folha de excel num computador de trabalho.

5. Pesquisar o mercado

Chegou a altura de estudar a oferta e a procura do mercado.

Algumas ferramentas úteis:

  • Google Trends

Muito útil para tentar identificar modas, picos de interesse e sazonalidade.

  • Ferramentas de pesquisa de palavras-chave

Pesquise termos como “comprar cartas de tarot”.

Este tipo de dados é bastante útil para medir o apetite do mercado por determinado produto.

  • Terapeak

Esta ferramenta foi recentemente adquirida pelo próprio eBay!

Ela fornece dados estatísticos incrivelmente valiosos sobre os produtos que têm sido vendidos nos últimos meses.

O globo terrestre.

6. Escolher um território

O eBay tem operações em 37 países diferentes.

Um dos erros mais comuns é tentar vender em todos os territórios… Isto não é viável!

Cada país tem uma realidade muito própria.

Além disso, vender em vários territórios implica traduzir os anúncios em vários idiomas, calcular os custos de envio para cada um dos países, etc.

Resumindo, um pesadelo logístico…

Escolha o país em que está mais confortável com o idioma local e foque-se apenas nesse território.

Um telemóvel prestes a fazer um pagamento digital.

7. Escolher um método de pagamento

O Paypal é o método de pagamento da esmagadora maioria das transações no eBay.

Outros métodos de pagamento aceites são:

  • Cartão de crédito ou débito
  • Transferência bancária
  • Pagamento à cobrança
  • Cheque
  • Vales correio
  • Allpay.net
  • cash2india
  • CertaPay
  • Checkfree.com
  • Nochex.com
  • Ozpay.biz
  • XOOM

Nesta fase é muito desaconselhável aventurar-se nas alternativas…

O Paypal é o método de pagamento de eleição de quase todos os seus potenciais clientes.

Além do mais, para si, enquanto vendedor, é muito fácil de utilizar!

As alternativas podem fazer sentido no futuro, mas oferecem alguns desafios logísticos que não interessa enfrentar neste momento.

O importante é saber utilizar o Paypal e saber quais as taxas a que está sujeito!

Uma calculadora e números numa folha de papel.

8. Calcular os custos de envio

É muito importante saber bem quanto é que custa enviar cada produto.

Nos seus anúncios, deve comunicar de forma clara os valores relacionados com as despesas de envio.

Além do mais, quando chegar a altura de definir o preço do seu produto é preciso calcular todas as despesas.

Uma pilha de moedas.

9. Calcular as taxas do eBay

O eBay pode cobrar algumas taxas aos vendedores que usam a sua plataforma…

Existem três tipos:

  • Taxas por anúncio
  • Taxas por venda

No primeiro caso, o vendedor é taxado por cada anúncio de cria.

Nas categorias mais populares, cada vendedor tem direito a pelo menos 50 anúncios isentos de taxas.

A partir daí a taxa é de cerca de $0.35 por anúncio.

No segundo caso, a taxa é uma percentagem do valor total cobrado ao cliente incluindo as despesas de envio.

Na maior parte dos casos, à volta dos 6%.

Pode usar esta ferramenta para fazer estimativas.

Para já, o imporante é estar consciente de que estas taxas existem.

Um letreiro com um preço.

10. Calcular o preço final

O último passo é analisar a margem de lucro…

Calcule quanto custa adquirir inventário, incluindo os custos de envio e taxas associadas ao método de pagamento utilizado.

Estude qual é o preço médio a que estão a ser vendidos produtos semelhantes ao seu.

Defina um preço final para o cliente, tendo em conta as despesas de envio e taxas associadas ao método de pagamento utilizado.

Tente apontar para uma % de lucro entre os 25% e os 60%.

Uma encomenda de correio internacional.

11. Encomendar inventário

Chegou a hora de começar a comprar inventário!

A minha recomendação é ter alguma ponderação no que diz respeito a quantidades…

Ninguém consegue prever o futuro e, mesmo que faça a melhor pesquisa do mundo, o seu produto pode não cumprir as espectativas em termos de vendas.

Tente comprar pelo menos 10 unidades e não gastar mais do que $100.

Saber como vender no eBay é algo que se aprender aos poucos…

Gaste o mínimo possível e aprenda o máximo que conseguir.

Um produto de uma loja online.

12. Criar bons anúncios

Pense no seu anúncio como a montra da sua loja…

Cada anúncio do eBay é composto por:

  • Título
  • Descrição
  • Preço
  • Imagem

Use as keywords certas de forma a aparecer nos resultados de pesquisa.

Use boas fotos.

Seja tão descritivo quanto possível.

Um telefone com a palavra "Olá" no ecrã.

13. Comunicar com o cliente

Em alguns casos, vai ser preciso responder a perguntas e esclarecer dúvidas para gerar uma venda.

Esteja disponível para comunicar com os seus clientes e transmita confiança.

Uma pilha de caixas de cartão.

14. Preparar e enviar encomendas

Esta tarefa vai ocupar muito do seu tempo…

Especialmente quando um vendedor está a dar os primeiros passos, é uma das realidades mais desgastantes de um negócio do eBay.

Cada envio e recolha de dinheiro implica uma visita ao posto dos correios.

Além disso, é preciso embalar e registar a encomenda.

Evite gastar dinheiro com embalagens!

Saber como vender no eBay é saber poupar ao máximo em custos desnecessários.

Comece a guardar caixas e outro material que lhe permita acondicionar eficazmente as suas encomendas.

Se comprar este tipo de produtos no posto de correios vai ver a sua margem de lucro a emagrecer bastante.

Tente arranjar um sistema para tornar o registo das encomendas o mais rápido possível.

Marque um dia para enviar e um dia para recolher.

Um caderno onde está escrito "Eu sou bom o suficiente?"

15. Pedir feedback

Há regras de ouro que se aplicam a qualquer negócio…

O feedback dos seus clientes é um dos melhores investimentos que pode fazer a longo prazo!

Se quer saber como vender no Ebay, estime os seus clientes.

Assim sendo, desenhe um sistema que lhe permita medir o nível de satisfação das pessoas que compram os seus produtos, peça sugestões, etc.

Será totalmente impossível aceder a todos os pedidos e nem as ideias serão geniais, mas ao longo do tempo vai conseguir perceber como servir melhor os seus clientes.

Ao fim do dia, ir de encontro às expectativas e necessidades do seu público traduz-se em mais vendas.

Um gráfico de barras num caderno.

16. Promover anúncios

Como acontece em quase todas as plataformas de marketing e e-commerce, também no eBay é possível criar anúncios!

Uma boa estratégia de anúncios pode multiplicar várias vezes as suas vendas e o seu retorno do investimento…

O primeiro passo era montar um negócio capaz de gerar vendas de forma recorrente, agora chegou a altura de passar para o próximo nível!

Um anúncio do eBay tem este aspecto.

De acordo com a própria plataforma de e-commerce, podem aumentar a visibilidade dos seus produtos em cerca de 30%.

Os anúncios funcionam num sistema de leilão, em que o vendedor define uma % da venda a pagar pelo anúncio e só é cobrado quando uma venda é concretizada.

Está disponível para todas as categorias, mas apenas para os anúncios de tipo “Comprar agora”.

Em termos geográficos, neste momento, os anúncios do eBay só estão disponíveis para:

  • Subscritores de loja eBay nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Alemanha, Áustria, França, Itália e Espanha.
  • Global Top Rated Sellers que vendam para os Estados Unidos.

Agora que já sabe como vender no eBay, chegou a altura de colocar o seu negócio em piloto automático.

melhores sites para importar

Os 15 melhores sites para importar que provavelmente não conhece

Photo by eniko kis on Unsplash

Se está a pensar em importar produtos para vender e quer investir bem o seu dinheiro, é importante conhecer os melhores sites para importar.

Para o ajudar a dar os primeiros passos, vou partilhar consigo 15 sites que talvez não conheça.

É possível que encontre alguns termos técnicos ao longo deste artigo.

Sempre que precisar, pode pesquisar qualquer significado no Dicionário de Empreendedorismo.

Espero que ajude!

Importante:

No final deste artigo vou dar algumas dicas sobre como comunicar e negociar com fornecedores, como pagar com segurança e como escolher bons produtos.

Por isso, leia até ao fim se quiser evitar algumas dores de cabeça!

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Quais são os melhores sites para importar?

Alibaba

O Alibaba existe desde 1999, tem a sua sede em Hangzhou, na China, e faz parte do mesmo conglomerado que é responsável pelo AliExpress.

O site recebe mais de 100 milhões de visitas por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (14%), a China (14%), Rússia (5%), Turquia (4%) e Brasil (3%).

Enquanto o AliExpress serve o mercado B2C, com encomendas de apenas uma unidade diretamente para o consumidor final, o objetivo do Alibaba é bem diferente.

Um dos melhores sites para importar e a principal referência do mercado B2B, aqui os fornecedores tentam vender em grandes quantidades e a maior partes dos clientes são outras empresas.

Com um design muito simples, onde não existe o fogo de artificio habitual das plataformas de e-commerce da China, o site é uma lista interminável de produtos e fornecedores.

É importante perceber que, ao fazer uma compra, o cliente não está a transacionar diretamente com o Alibaba.

De uma forma simplista, a empresa é essencialmente um diretório que faz a ponte entre fornecedores e clientes.

A maior parte são fábricas em território Chinês, apesar de ser possível encontrar fornecedores de qualquer região do mundo.

Se navegar no site durante alguns minutos vai encontrar produtos a preços extremamente baixos mas, em contrapartida, só é possível comprar em grandes quantidades.

Por esse motivo, fazer uma encomenda no Alibaba implica um investimento de algumas centenas de euros.

Mais do que isso, implica negociar com fornecedores, lidar com bancos, processadores de pagamentos, transportadoras, alfândegas, etc.

Definitivamente, não é o sítio certo para começar a dar os primeiros passos.

No entanto, dar uma vista de olhos e perceber até que ponto é que o negócio pode crescer no futuro só faz bem.

Ir para o site

Global Sources

A Global Sources existe desde 1971 e tem a sua sede em Hong Kong.

Apesar de a plataforma de e-commerce nascer em 1995, a empresa tem uma longa história de atividade no mercado B2B e promove algumas das maiores feiras de comércio do mundo e várias publicações em papel.

O site recebe cerca de 15 milhões de visitas por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (11%), a Índia (7%), Brasil (7%), Reino Unido (5%) e Turquia (3%).

O design simples faz com que seja agradável de navegar, mas facilmente nos sentimos perdidos face à quantidade de informação, produtos e fornecedores.

Tal como acontece no Alibaba, quando fazemos uma compra na Global Sources não estamos a negociar diretamente com a empresa.

O site é essencialmente um portal que liga negócios de várias partes do mundo.

A maior parte dos fornecedores está em território Chinês mas é possível encontrar vários de outras partes do mundo.

Vai encontrar preços por unidade muito, muito interessantes, mas é difícil encomendar menos do que algumas centenas de cada vez.

Ou seja, mesmo a encomenda mais pequena implica um investimento inicial de valor considerável.

Mais do que isso, se não tiver alguma experiência, não é um bom sítio para aventuras.

Os fornecedores Chineses negoceiam a doer, e não saber lidar com os vários agentes envolvidos na cadeia de logística pode implicar muitas dores de cabeça e investimentos perdidos.

Mais uma vez, é um dos melhores sites para importar que deve estudar para começar a construir uma perspetiva a longo prazo.

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Made in China

A Made in China foi fundada em 1998 e está sediada em Nanjing, na China.

A empresa também tem escritórios nos Estados Unidos, mais precisamente em Ontario, no estado da Califórnia.

O site recebe cerca de 12 milhões de utilizadores por mês e os principais países de origem são a China (17%), Estados Unidos (7%), Índia (5%), Brasil (4%) e Rússia (4%).

Exclusivamente dedicada ao mercado B2B, a plataforma de e-commerce é um portal para empresas e fornecedores que sabem exatamente o que procuram.

Não há publicidade ou designs cuidadosamente criados para inebriar a visão e reter o visitante. Apenas funcionalidade.

Mais uma vez, quando fazemos uma compra não estamos a transacionar diretamente com a empresa, que apenas intervém como intermediário entre nós e os fornecedores.

É um excelente parceiro comercial para importadores com experiência, onde é possível encontrar praticamente qualquer coisa.

Por outro lado, para quem está a começar, a Made in China é dos melhores sites para importar onde um pequeno pormenor lhe pode custar o seu investimento.

Ainda assim, pode e deve começar a pesquisar como funcionam os pagamentos e as expedições quando se lida com este tipo de mercado.

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Tradekey

A TradeKey existe desde 2006 e tem a sua sede em Riyadh, na Arábia Saudita.

O site recebe 500 mil visitantes por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (14%), China (11%), África do Sul (7%), Índia (6%) e Emirados Árabes Unidos (4%).

A empresa lida exclusivamente com o mercado B2B e funciona como um portal que liga os vários intermediários da cadeia comercial.

Aqui, os clientes também podem fazer publicações com os detalhes das encomendas que pretendem fazer, visíveis para todos os fornecedores interessados em entrar em contacto e fazer negócio.

Na TradeKey é possível importar quase tudo, inclusive comida, químicos, veículos motorizados, etc.

O site é simples e agradável de navegar, mas a quantidade de informação faz com que nos sintamos perdidos e, se não tivermos conta criada, a quantidade de pop-ups e caixas de diálogo que tentam captar a nossa atenção é algo incómoda.

Dificilmente conseguimos encomendar menos do que algumas centenas de unidades, o que representa um esforço financeiro que não está ao alcance de quem está a dar os primeiros passos.

Apesar de ser um dos melhores sites para importar, mais uma vez, se está a começar esqueça para já a Tradekey.

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ECPlaza

A ECPlaza foi criada em 1996 e tem a sua sede em Seoul, na Coreia do Sul.

O site recebe cerca de 500 mil visitantes por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (13%), China (12%), Rússia (7%), Índia (5%) e Coreia do Sul (4%).

A empresa trabalha exclusivamente no mercado B2B e liga fabricantes, fornecedores e clientes.

Ou seja, mais uma vez, as compras não são feitas à ECPlaza diretamente.

O site é extremamente simples e funcional e, mesmo com a quantidade de informação com que somos confrontados, é fácil de navegar sem nos sentirmos perdidos.

Como em casos anteriores, na ECPlaza é possível comprar praticamente seja o que for, a partir de quase qualquer parte do mundo.

No entanto, fazer uma compra é um processo bastante complicado e, se não soubermos exatamente o que estamos a fazer, é muito fácil perder centenas de euros com detalhes.

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IndiaMART

A IndiaMART existe desde 1996 e tem a sua sede em Noida, na Índia.

O site recebe cerca de 45 milhões de visitas por mês e os principais países de origem são a Índia (73%), Estados Unidos (4%), Reino Unido (1%), Emirados Árabes Unidos (1%) e Alemanha (1%).

A IndiaMART é mais um marketplace B2B que liga fornecedores a clientes, com destaque para o mercado e a produção do território Indiano.

Também aqui, as compras não são feitas diretamente à IndiaMART, uma vez que a empresa intervém apenas como intermediário.

O site dá destaque aos produtos das categorias “Material de construção”, “Máquinas industriais”, “Roupa e textêis”, “Produtos eletrónicos”, “Material industrial” e “Mobiliário”.

No entanto, é possível encontrar praticamente tudo, e a quantidade de oferta pode até intimidar quem não sabe exatamente o que procura.

Dificilmente encontrará fornecedores que vendam menos do que 50 unidades, portanto não é o sítio indicado para começar a importar.

No entanto, especialmente se pretende criar relações comerciais no território Indiano, sem dúvida um dos melhores sites para importar.

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Os melhores sites para importar para quem está a dar os primeiros passos

Sourcing Map

A Sourcing Map existe desde 2004 e tem a sua sede em Hong Kong.

O site recebe cerca de 15 mil visitantes por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (18%), França (12%), Espanha (8%), Turquia (7%) e Polónia (7%).

Aqui, estamos a negociar diretamente com a empresa.

A Sourcing Map é um mercado para onde as fábricas podem escoar parte dos seus stocks, e podemos comprar sem limites mínimos em termos de número de unidades.

Apesar de as margens de lucro serem menores, o site é interessante.

É muito fácil encontrar preços para 5 ou 10 unidades, pelo que pode ser um bom sítio para experimentar encomendas de maior volume.

O site é muito simples e funcional, está muito bem traduzido, mas aparentemente não tem o certificado SSL atualizado, o que não inspira confiança em termos da segurança tecnológica.

Um ponto positivo, toda a informação sobre garantias, devoluções, reembolsos e prazos de entrega é muito explícita e fácil de encontrar.

A empresa aceita PayPal e, como cliente, utilizar este processador de pagamentos é a melhor forma de se proteger.

Apesar de os produtos eletrónicos dominarem, é possível encontrar muitas outras coisas, o que é muito positivo.

Caso encontre encontre na Sourcing Map um fornecedor com quem possa trabalhar a longo prazo, a empresa tem um sistema de pontos que pode ajudar a maximizar as margens de lucro

Sem dúvida, vale a pena experimentar, e tem o potencial de ser um dos melhores sites para importar para quem está a dar os primeiros passos.

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Chinavasion

Esta empresa existe desde 2004 e tem a sua sede na cidade de Kowloon, em Hong Kong.

O site recebe cerca de 500 mil visitas por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (15 %), China (13%), Reino Unido (6%), Brasil (4%) e Itália (4%).

Apesar de o principal foco de interesse da Chinavasion ser o mercado B2B, algum do seu negócio ainda é feito no mercado B2C.

O site comunica bastante bem com o cliente, é extremamente simples e funcional, parece tecnologicamente seguro e a empresa posiciona-se como uma plataforma de e-commerce premium.

Na esmagadora maioria dos casos, quando fazemos uma compra na Chinavasion estamos a comprar diretamente à empresa.

Esta, por sua vez, abastece o seu stock diretamente junto das fábricas das marcas.

O site pode ser utilizado para encomendar até 200 unidades, sendo que para volumes maiores a empresa presta suporte adicional através de contacto direto.

Uma vez que a Chinavasion tem quase sempre stock de todos os produtos listados no site, os envios são feitos logo no dia útil depois da compra ser finalizada.

Outro ponto positivo, aceita Visa, Mastercard, Maestro e PayPal.

Comercializa quase exclusivamente produtos eletrónicos, e é muito fácil encontrar marcas muito conhecidas, como a Xiaomi, a OnePlus, a Samsung, etc.

No entanto, os preços por unidade deixam pouco espaço para margens de lucro e seria ideal que houvesse mais diversidade de produtos.

A Chinavasion pode ser uma parceria bastante lucrativa, mesmo para quem está a dar os primeiros passos.

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FastTech

Esta empresa existe desde 2012 e tem a sua sede na cidade de Tuen Mun, em Hong Kong.

O site da FastTech recebe cerca de 5 milhões de visitas por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (13%), Rússia (11%), França (9%), Alemanha (8%) e Reino Unido (8%).

O design do site é muito simples e não há cupões, flash sales e oferta incríveis constantemente a desviar a nossa atenção.

Pelo contrário, a navegação é bastante agradável e é muito fácil encontrar toda a informação importante.

A empresa parece dividir a sua atenção entre os mercados B2C e B2B.

Por um lado, o envio é gratuito em todas as encomendas de apenas uma unidade e, por outro, há sempre destaque para os preços de encomendas até 5 unidades.

Para volumes maiores é necessário contacto direto com um representante da empresa.

Quando fazemos uma compra estamos a transacionar diretamente com a FastTech, uma vez que esta tem o seu próprio stock.

No entanto, a FastTech age como um intermediário entre nós e as grandes fábricas, às quais não teriamos acesso de outra forma para compras de baixo volume.

Vale a pena destacar, algumas encomendas são expedidas apenas 12 horas depois da encomenda.

Outro ponto positivo, rapidamente encontramos o certificado McAfee SECURE e selo VeriSign Trust.

Para pagar podemos optar por Visa, Mastercard, American Express, PayPal, e 21 criptomoedas diferentes, incluindo Bitcoin, Litecoin e Ethereum.

A empresa vende principalmente produtos eletrónicos, ainda que seja possível encontrar têxteis, plástico, joalharia, etc.

Se está a começar, a FastTech é um dos melhores sites para importar.

No entanto, também pode interessar a quem faz encomendas de maior volume.

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Tomtop

A Tomtop foi fundada em 2004 e tem a sua sede em Shenzhen, na China.

A empresa tem uma presença geográfica muito alargada, com armazéns nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Itália, França, Espanha, Austrália, Rússia e Dubai.

O site recebe uma média de 5 milhões de visitantes por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (9%), Rússia (9%), França (8%), Itália (8%) e Espanha (7%).

Ainda que haja bastante informação sobre encomendas de grandes quantidades, o site da Tomtop parece mais voltado para o mercado B2C.

A grande fatia do negócio B2B da empresa provavelmente é feita através do Alibaba, onde é fornecedor Gold desde 2006.

Em termos tecnológicos o site tem certificado McAfee SECURE e selo VeriSign Trust, o que dá algumas garantias de que é bastante seguro para o utilizador.

É possível encontrar toda a informação importante, mas a nossa atenção é constantemente refém das várias flash sales, cupões de desconto, brindes grátis, etc.

A Tomtop abastece o stock dos seus armazéns junto de várias fábricas, pelo que ao fazer uma compra estamos a transacionar diretamente com a empresa e não com terceiros.

Na hora de pagar, podemos escolher entre Visa, Mastercard, American Express e PayPal.

Uma grande fatia do comércio da Tomtop é feito em produtos eletrónicos.

No entanto, a empresa vende uma grande variedade de produtos nas categorias “Casa e Jardim”, “Saúde e Beleza”, “Acessórios automóvel”, “Ferramentas”, “Moda” e “Equipamento desportivo”.

É possível encontrar marcas conhecidas como a Huawei, Lenovo e Xiaomi.

Em total oposição, é muito fácil encontrar alguns produtos que claramente são imitações e violam patentes do direito intelectual e industrial.

Pode ter algum interesse para o importador com pouca experiência

A Tomtop oferece vários incentivos para o cliente recorrente, o que pode ajudar a maximizar as margens de lucro.

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TinyDeal

A TinyDeal foi fundada em 2004 e tem a sua sede em Shenzhen, na China.

O site recebe uma média de 1 milhão de utilizadores por mês e os principais países de origem são a Rússia (10%), Brasil (7%), Itália (7%), Alemanha (6%) e Espanha (5%).

Se estivermos à procura dessa informação, vamos acabar por encontrar menções a encomendas de grandes quantidades.

No entanto, o site da TinyDeal é aquilo a que estamos habituados num negócio de e-commerce virado para o mercado B2C.

A empresa gere o seu próprio stock que é abastecido junto de fábricas e fornecedores.

Ou seja, as nossas compras são transações feitas diretamente com a TinyDeal.

Apesar de, segundo a empresa, existirem armazéns em território Europeu, é praticamente impossível encontrar produtos que não sejam enviados a partir da China.

Em alguns casos, as encomendas podem demorar até 25 dias úteis para chegar ao cliente.

Para pagar, podemos escolher entre PayPal e Western Union.

A TinyDeal afirma vender produtos de qualidade e nunca imitações, mas é extremamente fácil encontrar produtos que claramente violam direitos de propriedade intelectual e industrial.

Pode ser um parceiro comercial interessante para quem está a começar, principalmente tendo em conta que há cupões e várias formas de maximizar as margens de lucro.

No entanto, o site é um pouco confuso, muito mal traduzido para Português e Inglês, onde às vezes é dificil encontrar a informação

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eFox

A eFox existe desde 2003 e é mais um dos vários negócios de e-commerce com sede em Shenzhen, na China.

O site recebe cerca de 200 mil visitantes por mês e os principais países de origem são Portugal (90%), Brasil (7%), Hungria (1%), Polónia (0,5%) e China (0,5%).

Apesar de o site estar traduzido em vários idiomas, parece haver uma aposta clara da empresa no mercado Português e é impossível não reparar nas várias menções ao armazém de Espanha.

No entanto, está muito mal traduzido e é complicado ler alguma informação importante.

Não é totalmente claro se há outros armazéns em território europeu e qual a sua localização exata.

O site da eFox é claramente desenhado a pensar no mercado B2C, com cupões, flash sales, super deals, etc.

Como em casos anteriores, a empresa gere o próprio stock e os clientes compram diretamente à empresa, que se abastece junto de marcas e fornecedores.

Em termos de pagamentos, a empresa aceita Visa, Mastercard, Maestro, American Express e PayPal, o que oferece alguma segurança para o cliente.

De acordo com a eFox, as encomendas são expedidas entre 1 a 5 dias úteis depois da compra, podendo demorar até 45 dias úteis para chegar ao ponto de entrega.

Um ponto menos positivo, a comunicação oficial com o cliente é feita a partir de um endereço @gmail.

Como em vários casos anteriores, a eFox vende principalmente produtos eletrónicos e é possível encontrar marcas como a Nokia, a OnePlus, Lenovo, Xiaomi e a Logitech.

Mas também é possível encontrar outro tipo de produtos nas categorias “Relógios”, “Brinquedos”, “Desporto” e “Casa & Jardim”.

Pode ser um bom ponto de partida para o importador pouco experiente, onde as margens podem ser espremidas com cupões e outro tipo de descontos.

Ainda que a má tradução e o endereço gmail não inspirem muita confiança, é um dos melhores sites para importar.

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Light In The Box

A Light In The Box existe desde 2007 e tem a sua sede em Beijing, na China.

O site recebe cerca de 15 milhões de visitas por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (12%), França (11%), Brasil (8%), Alemanha (5%) e Reino Unido (5%).

A empresa tem o seu foco no mercado B2C e, tal como em casos anteriores, funciona como um mercado online onde as fábricas podem vender parte da sua produção.

Ou seja, estamos a comprar diretamente à Light In The Box que, por sua vez, abastece o seu stock junto dos fabricantes.

O site tem um design simples e a navegação é satisfatória.

No entanto, não está muito bem traduzido.

É relativamente fácil encontrar a informação mais importante, o certificado SSL está atualizado e o site exibe o certificado McAfee SECURE.

Um dos pontos mais positivos, a Light In The Box tem uma gama de produtos que muitas vezes não existe em sites dedicados aos produtos eletrónicos.

É muito fácil encontrar vestuário e outros têxteis, joalharia, cerâmica, e uma série de outras coisa, além de os produtos eletrónicos.

Menos positivo, em função da presença da Light In The Box como intermediário na cadeia comercial, os preços nem sempre deixam o espaço necessário para margens de lucro.

A empresa aceita Visa, Mastercard, American Express e PayPal, onde é um vendedor verificado.

Se está a dar os primeiros passos é um dos melhores sites para importar, principalmente face à gama de produtos.

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Mini In The Box

A Mini In The Box existe desde 2007 e tem a sua sede em Beijing, na China.

O nome não engana, faz parte do mesmo conglomerado que gere a Light In The Box.

O site recebe cerca de 3 milhões de visitas por mês e os principais países de origem são a França (15%), Brasil (9%), Estados Unidos (6%), Holanda (6%) e Alemanha (5%).

Aqui, a empresa parece um pouco mais aberta ao mercado B2B, ainda que o foco seja o B2C e o comércio de retalho.

Tal como na Light In The Box, estamos a comprar diretamente à empresa, que gere e abastece o seu próprio stock junto dos fabricantes.

O site é simples, a navegação é satisfatória, parece estar razoavelmente bem traduzido e exibe o o certificado McAfee SECURE.

A gama de produtos não é totalmente distinta do que encontramos na Light In The Box, mas há algumas diferenças.

Aqui, os produtos eletrónicos têm mais destaque, embora seja possível encontrar muitas outras coisa, o que é extremamente positivo.

Tal como na Light In The Box, os preços são um pouco mais altos do que seria ideal e, portanto, é preciso procurar durante algum tempo para encontrar boas margens de lucro.

Para pagar podemos usar Visa, Mastercard, American Express e PayPal.

Sem dúvida, um dos melhores sites para importar.

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HonorBuy

A HonorBuy existe desde 2013 e tem a sua sede em Shenzhen, na China.

O site recebe cerca de 600 mil visitas por mês e os principais países de origem são Portugal (15%), a Croácia (14%), Alemanha (8%), Brasil (5%) e Itália (4%).

Ainda que existam referências alusivas a encomendas de maiores quantidades, a empresa tem o seu foco no mercado B2C e tem um armazém em território Europeu, na Alemanha.

O site é incrivelmente simples, a navegação é agradável e o site tem o certificado SSL atualizado.

A HonorBuy é quase exclusivamente dedicada aos telemóveis, e distribuir marcas conhecidas como a Xiaomi, a Redmi e a OnePlus.

É possível pagar com Mastercard, Visa, American Express e PayPal.

Os telemóveis, por vários motivos, não são dos melhores produtos para quem está a dar os primeiros passos na importação.

No entanto, a HonorBuy tem acessórios e alguns produtos que podem ser uma boa opção e, por ser possível pagar com PayPal e ser possível encomendar da Alemanha, é um dos melhores sites para importar.

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Algumas dicas para quem está a começar a importar

Não use o seu email pessoal.

Muitos destes fornecedores enviam informação de forma algo abusiva.

Se usar o seu email pessoal vai começar a receber dezenas e dezenas de emails todos os dias, sobre coisas que nem lhe interessam.

Use o PayPal para pagar.

Usar o PayPal é a melhor forma de se proteger contra vendedores menos bem intencionados e encomendas perdidas ou danificadas.

Este processador de pagamentos eletrónicos ajuda os clientes a receber devoluções até 180 dias após a compra, caso seja necessário.

Procure produtos pequenos e leves.

Os produtos pesados e de grande volume acrescentam as despesas com custos de envio.

Além de reduzir a sua margem de lucro aumenta o preço final para o cliente.

Procure produtos de fabrico simples.

Quando mais fácil for o fabrico, menos provável é haver defeito.

Escolha produtos a pensar na satisfação dos seus clientes.

Procure produtos com boas margens de lucro.

Não vale a pena vender produtos por €1 se o cliente vai pagar mais do que isso em portes de envio.

Procure produtos pelos quais possa cobrar entre €5 e €25.

Um aviso:

Apesar de haver cada vez mais competição, nunca foi tão fácil ganhar dinheiro desta forma.

E, ainda que encontrar bons fornecedores e conhecer os melhore sites para importar seja uma peça extremamente importante, um negócio deste tipo é um puzzle de logística sem fim.

O que o espera são dezenas de ficheiros de excel, trocas de email que parecem não acabar, muitas viagens aos correios, produtos perdidos ou danificados, etc, etc, etc.

Como comprar no AliExpress com segurança e evitar a alfândega!

como comprar no AliExpress
Photo by Christian Erfurt on Unsplash

Queres evitar as taxas alfandegárias, as despesas dos processadores de pagamento e saber como comprar no AliExpress com o máximo de segurança possível?

Estás a pensar em começar a construir um negócio de importação?

Então, estás no sítio certo!

Depois de leres este artigo vais lidar com o gigante de e-commerce Chinês como um verdadeiro Samurai das compras online 🙂

Tempo médio de leitura: 15 minutos
Atualizado pela última vez em: 23 de Maio de 2019

Neste artigo vais aprender:

  1. Como evitar as taxas alfandegárias e o IVA
  2. Qual é o melhor método de pagamento
  3. Como identificar produtos de qualidade
  4. Como identificar vendedores de confiança
Queres construir um negócio de importação?

O AliExpress talvez não seja o melhor site para começar…

Clica aqui para ler “Os 15 melhores sites para importar que provavelmente não conhece

Como comprar no AliExpress e evitar a alfândega

como comprar no aliexpress
Photo by Ronan Furuta on Unsplash

Infelizmente, com taxas alfandegárias, impostos e outras despesas, se não souberes como como comprar no AliExpress e evitar a alfândega, uma pechincha pode-se transformar numa dor de cabeça daquelas.

Apesar de nem sempre ser possível, o ideal é conseguir antecipar este tipo de despesas ou, melhor ainda, saber como evitá-las!

E para isso, é preciso saber como funciona o processo de inspeção.

O que acontece quando uma encomenda extracomunitária chega a Portugal?

Basicamente, o processo de inspeção na alfândega é mais ou menos aleatório.

Todas as encomendas que entram e saem de Portugal podem ser alvo de controlo.

No entanto, só as que atravessam a fronteira da União Europeia é que estão sujeitas ao pagamento de taxas alfandegárias e impostos.

A fiscalização é uma responsabilidade partilhada entre a Autoridade Tributária e Aduaneira e os CTT, ou uma transportadora privada.

Quando é que uma encomenda está insenta de taxas alfandegárias e IVA?

Quando o valor declarado na fronteira é inferior a €22.

Aqui, inclui-se a mercadoria, os custos de envio, seguros, etc.

Ou seja, saber como comprar no AliExpress sem que a encomenda seja parada alfândega implica ter muita atenção ao preço final.

Mas mesmo quando o valor declarado é inferior a €22, a tua encomenda pode estar sujeita a ser inspecionada se a Autoridade Tributária e Aduaneira desconfiar que contém:

  • Artigos em violação de propriedade intelectual e industrial
  • Medicamentos
  • Tabaco e bebidas alcoólicas
  • Armas
  • Estupefacientes e substâncias psicotrópicas
  • Material explosivo, inflamável, radioativo, etc.

Existe algum truque para evitar a inspeção se o valor declarado for superior a €22?

Apesar de ser um tema muito discutido, os truques para evitar o controlo na alfândega são basicamente um mito urbano.

Naturalmente, nem todas as encomendas com valor declarado superior a €22 são inspecionadas…

Mas isso é porque a inspeção na alfândega é aleatória.

Não tem nada a ver com o método de envio, ser um presente, amostra, etc.

Quanto muito, podemos dizer que, à partida, usar uma transportadora privada aumenta a probabilidade de a encomenda ser inspecionada.

Não só porque é uma opção mais cara, mas também devido a questões logísticas a que as transportadoras privadas estão sujeitas.

Em teoria, a única forma mais ou menos garantida de evitar a alfândega seria pedir ao comerciante para mentir e declarar um valor totalmente difente.

Que despesas estou sujeito a pagar se a encomenda for inspecionada?

Infelizmente, as várias entidades envolvidas disponibilizam muito pouca informação que, na maior parte dos casos, não é muito clara.

Mas, de uma forma geral, estás sujeito a pagar:

  • IVA
  • Direitos aduaneiros
  • Taxas de apresentação à alfândega
  • Taxas de armazenagem
  • Impressos
  • Imposto de selo

IVA

Este toda a gente já conhece.

O IVA é de 23% e é calculado sobre o valor da encomenda, direitos aduaneiros e restantes despesas, caso se apliquem.

Direitos aduaneiros

Estas taxas têm como objetivo defender a produção e a economia europeia.

Depende do tipo de mercadoria que estás a importar, do país de origem e do valor da encomenda.

Para fazer o cálculo, a Autoridade Tributária e Aduaneira classifica o conteúdo das encomendas com base num documento, ao qual chama pauta aduaneira.

Estas pautas são publicadas anualmente por legislação comunitária.

Infelizmente, a consulta deste documento no Portal das Finanças é extremamente difícil e confusa e, por esse motivo, é quase impossível conseguir calcular o valor exato.

Mas, de uma forma geral, é uma percentagem do valor da encomenda que pode ir até aos 17%.

As percentagens são mais maiores quando existe muita produção interna na União Europeia.

Por exemplo, o têxtil tem taxas bastante altas.

Se o remetente for uma empresa, as encomendas estão isentas de direitos aduaneiros se o valor não exceder os €150.

Se o remetente for um particular, as encomendas estão isentas de direitos aduaneiros se o valor não exceder os €45.

Em ambos os casos, continua-se a pagar IVA.

Taxas de apresentação à alfândega

Aqui, pagas ao operador que faz o despacho da encomenda em teu nome.

Na maior parte dos casos são os CTT mas pode ser uma transportadora privada como a DHL, a FedEx, a UPS, etc.

Os CTT cobram €12.

As transportadoras privadas cobram cerca de €30.

Estes valores estão isentos da cobrança de IVA.

Taxas de armazenagem

De acordo com o site dos CTT, a taxa de armazenagem diária tem o valor de €0,40, cobrada a partir do 31º dia após recepção do aviso de desalfandegamento.

Em cima deste valor é cobrado IVA.

O valor cobrado pelas transportadoras privadas será, provavelmente, ligeiramente mais elevado.

Impressos

Normalmente, o valor do impresso é de €1,80.

Resumo:

As encomendas estão isentas de taxas alfandegárias quando o valor declarado na fronteira é inferior a €22.

O valor declarado inclui custos de envio, seguros, etc.

Ou seja, saber como comprar no AliExpress e evitar a alfândega implica ter muita atenção ao preço final.

Os truques para evitar a inspeção na alfândega são basicamente um mito e, tendencialmente, usar uma transportadora privada aumenta a probabilidade de a encomenda ser alvo de controlo.

Se a encomenda for inspecionada, as despesas a que estamos sujeitos são: IVA, direitos aduaneiros, taxas de apresentação à alfândega, taxas de armazenagem e imposto de selo.

Quando o rementente é uma empresa, se o valor declarado for inferior a €150 a encomenda não paga direitos aduaneiros.

Quando o remetente é um particular, se o valor declarado for inferior a €45 a encomenda não paga direitos aduaneiros.

Qual é o melhor método de pagamento para usar no AliExpress?

como comprar no aliexpress
Photo by Oliur on Unsplash

Às vezes, para fazer compras online é preciso ter precauções redobradas.

Se não usarmos o método de pagamento certo, sem saber, podemos estar a pagar taxas sem necessidade.

Além disso, apesar de o AliExpress ser uma empresa totalmente estabelecida no mundo do e-commerce, está longe de ser 100% seguro.

Principalmente porque no AliExpress estamos a comprar a vendedores independentes, como acontece no eBay ou no OLX, por exemplo.

Por isso, é muito importante:

  • Saber como proteger os seus dados bancários
  • Saber como evitar pagar taxas desnecessariamente
  • Ter proteção contra artigos danificados ou não recebidos

Que método de pagamento que devo usar?

Na minha opinião, a melhor fórmula para pagar no AliExpress é: Revolut + PayPal

Esta combinação garante o preço mais baixo e a melhor proteção contra vendedores desonestos.

Infelizmente, como vamos ver mais à frente, nem sempre é possível usá-la.

Qual é vantagem de usar o Revolut?

Sempre que fazemos compras numa loja que está fora do Espaço Económico Europeu, estamos sujeitos a pagar:

  • Taxas de conversão de moeda
  • Comissão de serviço internacional

Estas taxas são muito elevadas?

Vamos simular um pagamento e comparar o Revolut com o Activo Bank, por exemplo.

Imagina que fazes uma compra de 100 dólares numa loja online dos Estados Unidos.

Com o Revolut:

Os 100 dólares são convertidos em euros à taxa FOREX, ou seja, a mesma taxa de conversão que os bancos usam para negociar uns com os outros.

No momento em que escrevo esta linha, a conversão dá €89,57.

Com o cartão de débito do ActivoBank:

Os 100 dólares são convertidos em euros à taxa de conversão da rede Visa.

No momento em que escrevo esta linha, a conversão dá €89,76.

Depois, o ActivoBank acrescenta um SPREAD de 1,25%, ou seja, €1,12.

A esta despesa, junta-se a comissão de serviço internacional de 3%, ou seja, €2,70.

Por terminar, sobre esta última comissão, o governo Português cobra imposto de selo de 4%, ou seja, €0,11.

Resultado final:

Revolut: €89,57

ActivoBank: €93,69

Com o Revolut poupam-se €4,12!

Para que conste, sou cliente do ActivoBank e estou perfeitamente satisfeito com os serviços que contratei.

Não tenho qualquer dúvida de que a pancada seria maior se usasse um cartão de outro banco neste exemplo.

Por outro lado, e porque a taxa FOREX vai flutuando em tempo real, o preço da nossa compra com o Revolut ainda podia ficar mais barata.

O Revolut tem mais alguma vantagem?

Sim.

A aplicação para telemóvel permite criar um cartão virtual que podemos bloquear logo que a compra esteja feita.

Assim, não estamos a fornecer os nossos dados bancários ao vendedor e estamos 100% protegidos contra despesas não autorizadas.

Queres conhecer outras alternativas ao PayPal?

Clica aqui para ler “Alternativas ao PayPal para esticar o seu dinheiro na Internet!

E qual é a vantagem de usar o PayPal?

Basicamente, é a melhor forma de te protegeres contra encomendas não recebidas e vendedores desonestos.

Porquê?

Por causa da “Proteção ao comprador”.

Quando usas o PayPal para fazer uma compra e recebes um artigo danificado, ou a encomenda nunca chega a tua casa, tens até 180 dias para abrir uma disputa e tentar obter um reembolso.

Se o vendedor não chegar a acordo contigo, tens outros 20 dias para escalar uma reclamação diretamente para o PayPal.

Infelizmente, apesar de tecnicamente o AliExpress aceitar PayPal, cada vendedor é livre para decidir se aceita este método de pagamento.

E a maior parte não aceita.

Resumo:

A fórmula mágica para fazer pagamentos mais baratos e mais seguros no AliExpress é: Revolut + PayPal

Com o Revolut, além de teres acesso à melhor taxa de conversão do mercado, não pagas comissão de processamento internacional, consegues usar um cartão virtual e podes bloquear o cartão sempre que quiseres.

Se usares o PayPal tens acesso à “Proteção ao comprador” e, se a encomenda não chegar a tua casa ou se receberes um artigo danificado ou com defeito, esta é a melhor forma de garantir que recebes a devolução do pagamento.

Como identificar produtos de qualidade e vendedores de confiança

como comprar no aliexpress
Photo by Andrew Neel on Unsplash

Estás a comprar para consumo próprio?

Saber como comprar no AliExpress é saber olhar para o feedback das outras pessoas que compraram o mesmo produto.

Infelizmente, nem sempre há reviews para consultar. Nesses casos, secalhar não vale a pena arriscar.

Quando estiveres a fazer compras no AliExpress, procura a seguinte informação:

Como podes ver na imagem em cima, o AliExpress diz-te quantas unidades o comerciante já vendeu e qual é a média das avaliações de quem já comprou o produto.

Depois, se carregares no valor médio vais conseguir ver as avaliações uma a uma.

Além de haver reviews, mais ou menos detalhadas, muitos utilizadores partilham fotos quando recebem os produtos e às vezes vídeos.

Estás a comprar para tentar vender?

Então, procura produtos que cumpram estes requisitos:

  • Pequeno
  • Leve
  • Fáceis de produzir
  • Elevado valor percebido
  • Seguros para a saúde do consumidor
  • Não infringem propriedade intelectual e industrial

Pequeno

Produtos muito grandes são um problema logístico que mais vale evitar.

Por um lado, os custos de envio são demasiado elevados e vais ter que passar essa despesa para o cliente final e/ou reduzir na tua margem de lucro.

Por outro, levantar uma encomenda gigante implica algum esforço, que provavelmente vai fazer com que muitos dos teus clientes acabem por desistir.

Leve

Produtos demasiado pesados também convém evitar.

Mais uma vez, vais gastar demasiado dinheiro em transporte, com consequências para o cliente final e para a tua margem de lucro.

Fáceis de produzir

Evita produtos eletrónicos, com muitas peças móveis e produtos cuja tecnologia de fabrico seja demasiado complexa.

Produtos de produção muito complexa e de boa qualidade são muito difíceis de encontrar.

Não adianta vender 10 unidades, se 8 delas derem origem a queixas e pedidos de devolução.

Se queres saber como comprar no AliExpress para revender, pensa a longo prazo e procura coisas feitas de plástico, tecido, madeira, etc.

Elevado valor percebido

É importante que os produtos tenham valor aos olhos do cliente.

Por um lado, se venderes um produto a $1 é muito pouco provável que o teu cliente aceite pagar o dobro, ou mais, em portes de envio.

Tu pagavas $3 de portes de envio para comprar uma coisa que custa $1?

Provavelmente não…

Por outro lado, deves procurar produtos nos quais possas fazer uma boa margem de lucro.

Idealmente, procura produtos que possas vender por $25 e tenta obter o melhor preço possível do teu fornecedor.

Seguros para a saúde do consumidor

Esquece os suplementos, comida, e basicamente todo o tipo de coisas que os teus clientes vão pôr na boca ou no corpo.

Se quiseres arriscar a tua saúde e usar esses produtos, é uma coisa.

E, caso ainda não estejas convencido, ficas a saber que podes ter consequências legais.

Muitos desses artigos vão ser parados na alfândega e podes ter o Infarmed e a Autoridade Tributária e Aduaneira a bater-te à porta.

Não infringem propriedade intelectual

Esquece vender produtos falsificados e imitações baratas de marcas registadas.

Vais ter problemas legais e vais pôr o teu negócio em risco.

Pensa a longo prazo…

Nem sempre é fácil garantir a legalidade de todos os produtos.

Mas se fizeres um esforço, provavelmente vai correr tudo bem.

Resumo:

Para saber como comprar no AliExpress e identificar produtos de qualidade e vendedores de confiança é preciso olhar para o número de unidades vendidas e para a média de avaliações.

Também convém olhar para as avaliações e consultar os comentários, fotos e vídeos.

Se quiseres construir um negócio de importação tens que pensar a longo prazo.

Procura produtos que sejam pequenos, leves, fáceis de produzir, que possas vender por €25 mais ou menos, seguros para a saúde dos clientes e legais em termos de propriedade intelectual e industrial.

Tens mais alguma dúvida sobre como comprar no AliExpress?

Por favor, partilha nos comentários!

Se eu puder ajudar, responderei logo que possa.

Além disso, estás a ajudar-me a perceber que informação devo acrescentar a este artigo.

Obrigado por visitar
O Blog do Empreendedor!

Se tiveres alguma dúvida, sugestão, correção a fazer, ou caso queiras entrar em contacto, seja por que motivo for, envia-me uma mensagem.

Como funciona o franchising? – Tudo sobre o modelo de negócio

como funciona o franchising
Original: wanghongliu [CC BY-SA 3.0 (https://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0)], via Wikimedia Commons

Este modelo de negócio dificilmente será o ponto de partida para 99% das pessoas que se aventuram no empreendedorismo… Mas a informação é um recurso extremamente precioso e saber como funciona o franchising pode ajudar-te a tomar decisões mais bem informadas.

Se tiveres alguma dúvida, sugestão, correção a fazer, ou caso queiras entrar em contacto, seja por que motivo for, envia-me uma mensagem!

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Como funciona o franchising?

O franchising é um modelo de negócio que tem na sua base um acordo entre duas partes – o franchisador e o franchisado.

Nota: Em alguns casos, poderá existir uma terceira parte que liga as duas anteriores. Alguém que adquire os direitos para um território extenso, como por exemplo Portugal, e depois é responsável por subsfranchisar as várias unidades.

Antes de avançar muito mais, vamos olhar para o perfil destas duas partes com mais atenção.

Quem é o franchisador?

O franchisador é qualquer empresa que tem um negócio bastante lucrativo e está muito motivada para expandir de forma rápida o seu modelo de negócio.

A empresa decide escolher o franchising como modelo de negócio, em parte, em função dos desafios que uma expansão rápida implica.

Alguns desses desafios são:

  • Capital

Comprar ou arrendar os espaços necessários para implementar este tipo de expansão tem um peso muito significativo para as contas da empresa.

  • Organizacional

Gerir cada um destes novos espaços implica ter que contratar pessoas e desenvolver uma série de funções administrativas necessárias para o bom funcionamento do espaço.

  • Falta de conhecimento sobre novos territórios

Ainda que a empresa tenha um negócio perfeitamente viável, existem alguns desafios imprevisíveis relacionados com a cultura e a geografia de cada região.

Quem é o franchisado?

O franchisado é alguém que quer desenvolver um negócio, conhece as especificidades de determinada região e tem capital para investir ou alguma facilidade em obter financiamento.

Da mesma forma, esta pessoa é atraída pelo franchising, em parte, em função de alguns desafios.

Alguns desses desafios são:

  • Ideias para produtos

Apesar de o franchisado ter as ferramentas necessárias para gerir um negócio, não pretende passar pelo processo abstrato de criar e desenvolver uma empresa.

  • Know-how

O franchisado pode não dominar totalmente ferramentas ao nível do marketing e da gestão, pode não conhecer suficientemente bem a área de negócio e, apesar de ter capital, esta falta de know-how impede-o de o aplicar de forma segura e rápida.

  • Capital

Os fundos do franchisado podem não ser suficientes para comprar propriedade, alugar equipamento, comprar publicidade, etc.

O contrato de franchising

Agora que conhecemos um pouco melhor as duas parte que sustentam este modelo de negócio, vamos observar a natureza do acordo que elas celebram para o pôr em ação.

Como é óbvio, vamos olhar apenas para os pontos mais importantes.

Os passos que se seguem à celebração deste contrato são:

  • O franchisado paga o direito de entrada inicial.

A média rondará os €40.000, mas é possível encontrar franchisings cujo direito de entrada inicial ronda os €10.000.

  • O franchisado recebe formação.

São abordadas as regras de utilização da imagem e propriedade intelectual da empresa, e toda a parte técnica do negócio.

  • Em conjunto, as duas partes estudam a região e escolhem o local.

O franchisador ajuda a estabelecer a unidade e o franchisado tem uma garantia de que a atividade da empresa naquela área lhe está reservada.

  • O franchisado faz as encomendas iniciais, respeitando estritamente o sistema do franchisador.

O franchisado participa ou não no plano de marketing, apenas com contribuição financeira ou com atividade individual,

  • O franchisado aceita o pagamento de royalties.

Tipicamente, a rondar os 5% e 10% do volume das vendas, pagos de forma recorrente.

Agora tens uma ideia de como funciona o franchising,

Como vender no OLX: O guia essencial para lucrar a sério em 2018

Hoje em dia, com a adopção em massa do comércio online, saber como vender no OLX é um skill muito útil.

Photo by Bench Accounting on Unsplash

Ele pode-te ajudar a ganhar algum dinheiro extra ou dar os primeiros passos na criação de um negócio bastante lucrativo, se souberes como.

Para os que nunca tiveram contacto com esta plataforma, decidi criar um artigo que explicasse como vender no OLX, do registo à criação do primeiro anúncio.

Se tiveres alguma dúvida, sugestão ou correção a fazer, envia-me uma mensagem!

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Como vender no OLX: Registar a conta em Desktop, Mobile ou na APP

Passo 1

Vai até www.olx.pt num Desktop, no teu telemóvel ou descarrega a APP para iOS ou Android.

Passo 2

Escolhe a opção “Registar no OLX” ou “Nova conta”.

Passo 3

Insere o teu email, escolhe a tua password, assinala que leste e aceitas os Termos e Condições do OLX, e escolhe se queres receber a newsletter e outras comunicações eletrónicas de marketing do OLX.

Passo 4

Abre o email que o OLX te enviou e clica no botão para ativar a tua conta.

Como vender no OLX: Preencher dados pessoais

O OLX não permite visualizar grande quantidade de dados de outros utilizadores.

Possíveis compradores vão poder ver:

  • O teu nome
  • A tua localização
  • Os teus outros anúncios ativos no OLX
  • Número de telemóvel (opcional)

É importante preencher o máximo de informação possível, de forma a transmitir confiança a quem vê os teus anúncios, mas não deves comprometer a tua privacidade pessoal.

Como vender no OLX: Criar o primeiro anúncio

Agora que a tua conta está pronta, chegou a hora de criar o primeiro anúncio.

No OLX, cada anúncio é composto por:

  • Título (70 caracteres)
  • Categoria
  • Preço
  • Detalhes que variam consoante a categoria
  • Descrição (4096 caracteres)
  • Imagens

Algumas recomendações sobre título e descrição:

  • Evita dar muitos pontapés no Português
  • Evita o capslock
  • O título deve resumir de forma muito clara o artigo
  • Usa a descrição para fornecer mais detalhes sobre o artigo e para te mostrares disponível para mais informações, explica de forma muito clara as condições do envio, devolução, etc. É muito importante transmitir confiança aos potenciais compradores!

Algumas recomendações sobre as imagens:

  • Usa fotografias com o máximo de qualidade possível
  • Antes de fotografar, garante que o artigo está limpo, passado a ferro, etc.
  • Ilumina bem a tua fotografia
  • Retira todas distrações desnecessárias do plano de fundo, e se possível usa algo neutro como uma parede branca ou uma mesa de madeira
  • Tira várias fotos de vários ângulos diferentes

Outras recomendações:

  • Garante que escolhes bem a categoria para que o teu artigo apareça nas listas certas
  • Sê honesto em relação aos detalhes que forneces sobre os artigos
  • Antes de publicar o anúncio, pesquisa os preços de artigos semelhantes

Como vender no OLX: Responder a possíveis compradores

Quando estiveres a responder a perguntas de possíveis compradores deves:

  • Tratar os outros como gostarias de ser tratado
  • Tratar o teu negócio como uma empresa

Assim sendo:

  • Responde o mais rapidamente possível
  • Sê simpático, mostra-te disponível e foca-te em ajudar as pessoas

Como vender no OLX: Fechar o negócio

Agora chegou a hora de trocar o teu artigo por dinheiro!

Deixo-te algumas recomendações, dependendo da forma como vais fechar o negócio.

Presencialmente:

  • Marca o encontro num lugar público
  • Não tenhas problemas em contar o dinheiro
  • Entrega o artigo em boas condições, dentro de algum tipo de embalagem ou saco

Pelo correio:

  • Com raras excepções, relacionadas com artigos muito grandes e muito pesados, usa sempre os CTT
  • O envio à cobrança é a melhor opção, não peças transferências bancárias ou pagamentos por entidade e referência
  • Tenta minimizar os custos com embalagens, mas envia o artigo sempre bem acondicionado
  • Se o artigo for muito grande e tiveres que enviar uma encomenda, usa o serviço Click&Ship para que não teres que perder tempo na estação dos correios

Agora que já sabes como vender no OLX, do registo ao primeiro anúncio, não percas mais tempo e começa já a dar os primeiros passos para vendas e lucro.

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