Os 15 melhores sites para importar que provavelmente não conhece

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Se está a pensar em importar produtos para vender e quer investir bem o seu dinheiro, é importante conhecer os melhores sites para importar.

Para o ajudar a dar os primeiros passos, vou partilhar consigo 15 sites que talvez não conheça.

É possível que encontre alguns termos técnicos ao longo deste artigo.

Sempre que precisar, pode pesquisar qualquer significado no Dicionário de Empreendedorismo.

Espero que ajude!

Importante:

No final deste artigo vou dar algumas dicas sobre como comunicar e negociar com fornecedores, como pagar com segurança e como escolher bons produtos.

Por isso, leia até ao fim se quiser evitar algumas dores de cabeça!

Quais são os melhores sites para importar?

Alibaba

O Alibaba existe desde 1999, tem a sua sede em Hangzhou, na China, e faz parte do mesmo conglomerado que é responsável pelo AliExpress.

O site recebe mais de 100 milhões de visitas por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (14%), a China (14%), Rússia (5%), Turquia (4%) e Brasil (3%).

Enquanto o AliExpress serve o mercado B2C, com encomendas de apenas uma unidade diretamente para o consumidor final, o objetivo do Alibaba é bem diferente.

Um dos melhores sites para importar e a principal referência do mercado B2B, aqui os fornecedores tentam vender em grandes quantidades e a maior partes dos clientes são outras empresas.

Com um design muito simples, onde não existe o fogo de artificio habitual das plataformas de e-commerce da China, o site é uma lista interminável de produtos e fornecedores.

É importante perceber que, ao fazer uma compra, o cliente não está a transacionar diretamente com o Alibaba.

De uma forma simplista, a empresa é essencialmente um diretório que faz a ponte entre fornecedores e clientes.

A maior parte são fábricas em território Chinês, apesar de ser possível encontrar fornecedores de qualquer região do mundo.

Se navegar no site durante alguns minutos vai encontrar produtos a preços extremamente baixos mas, em contrapartida, só é possível comprar em grandes quantidades.

Por esse motivo, fazer uma encomenda no Alibaba implica um investimento de algumas centenas de euros.

Mais do que isso, implica negociar com fornecedores, lidar com bancos, processadores de pagamentos, transportadoras, alfândegas, etc.

Definitivamente, não é o sítio certo para começar a dar os primeiros passos.

No entanto, dar uma vista de olhos e perceber até que ponto é que o negócio pode crescer no futuro só faz bem.

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Global Sources

A Global Sources existe desde 1971 e tem a sua sede em Hong Kong.

Apesar de a plataforma de e-commerce nascer em 1995, a empresa tem uma longa história de atividade no mercado B2B e promove algumas das maiores feiras de comércio do mundo e várias publicações em papel.

O site recebe cerca de 15 milhões de visitas por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (11%), a Índia (7%), Brasil (7%), Reino Unido (5%) e Turquia (3%).

O design simples faz com que seja agradável de navegar, mas facilmente nos sentimos perdidos face à quantidade de informação, produtos e fornecedores.

Tal como acontece no Alibaba, quando fazemos uma compra na Global Sources não estamos a negociar diretamente com a empresa.

O site é essencialmente um portal que liga negócios de várias partes do mundo.

A maior parte dos fornecedores está em território Chinês mas é possível encontrar vários de outras partes do mundo.

Vai encontrar preços por unidade muito, muito interessantes, mas é difícil encomendar menos do que algumas centenas de cada vez.

Ou seja, mesmo a encomenda mais pequena implica um investimento inicial de valor considerável.

Mais do que isso, se não tiver alguma experiência, não é um bom sítio para aventuras.

Os fornecedores Chineses negoceiam a doer, e não saber lidar com os vários agentes envolvidos na cadeia de logística pode implicar muitas dores de cabeça e investimentos perdidos.

Mais uma vez, é um dos melhores sites para importar que deve estudar para começar a construir uma perspetiva a longo prazo.

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Made in China

A Made in China foi fundada em 1998 e está sediada em Nanjing, na China.

A empresa também tem escritórios nos Estados Unidos, mais precisamente em Ontario, no estado da Califórnia.

O site recebe cerca de 12 milhões de utilizadores por mês e os principais países de origem são a China (17%), Estados Unidos (7%), Índia (5%), Brasil (4%) e Rússia (4%).

Exclusivamente dedicada ao mercado B2B, a plataforma de e-commerce é um portal para empresas e fornecedores que sabem exatamente o que procuram.

Não há publicidade ou designs cuidadosamente criados para inebriar a visão e reter o visitante. Apenas funcionalidade.

Mais uma vez, quando fazemos uma compra não estamos a transacionar diretamente com a empresa, que apenas intervém como intermediário entre nós e os fornecedores.

É um excelente parceiro comercial para importadores com experiência, onde é possível encontrar praticamente qualquer coisa.

Por outro lado, para quem está a começar, a Made in China é dos melhores sites para importar onde um pequeno pormenor lhe pode custar o seu investimento.

Ainda assim, pode e deve começar a pesquisar como funcionam os pagamentos e as expedições quando se lida com este tipo de mercado.

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Tradekey

A TradeKey existe desde 2006 e tem a sua sede em Riyadh, na Arábia Saudita.

O site recebe 500 mil visitantes por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (14%), China (11%), África do Sul (7%), Índia (6%) e Emirados Árabes Unidos (4%).

A empresa lida exclusivamente com o mercado B2B e funciona como um portal que liga os vários intermediários da cadeia comercial.

Aqui, os clientes também podem fazer publicações com os detalhes das encomendas que pretendem fazer, visíveis para todos os fornecedores interessados em entrar em contacto e fazer negócio.

Na TradeKey é possível importar quase tudo, inclusive comida, químicos, veículos motorizados, etc.

O site é simples e agradável de navegar, mas a quantidade de informação faz com que nos sintamos perdidos e, se não tivermos conta criada, a quantidade de pop-ups e caixas de diálogo que tentam captar a nossa atenção é algo incómoda.

Dificilmente conseguimos encomendar menos do que algumas centenas de unidades, o que representa um esforço financeiro que não está ao alcance de quem está a dar os primeiros passos.

Apesar de ser um dos melhores sites para importar, mais uma vez, se está a começar esqueça para já a Tradekey.

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ECPlaza

A ECPlaza foi criada em 1996 e tem a sua sede em Seoul, na Coreia do Sul.

O site recebe cerca de 500 mil visitantes por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (13%), China (12%), Rússia (7%), Índia (5%) e Coreia do Sul (4%).

A empresa trabalha exclusivamente no mercado B2B e liga fabricantes, fornecedores e clientes.

Ou seja, mais uma vez, as compras não são feitas à ECPlaza diretamente.

O site é extremamente simples e funcional e, mesmo com a quantidade de informação com que somos confrontados, é fácil de navegar sem nos sentirmos perdidos.

Como em casos anteriores, na ECPlaza é possível comprar praticamente seja o que for, a partir de quase qualquer parte do mundo.

No entanto, fazer uma compra é um processo bastante complicado e, se não soubermos exatamente o que estamos a fazer, é muito fácil perder centenas de euros com detalhes.

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IndiaMART

A IndiaMART existe desde 1996 e tem a sua sede em Noida, na Índia.

O site recebe cerca de 45 milhões de visitas por mês e os principais países de origem são a Índia (73%), Estados Unidos (4%), Reino Unido (1%), Emirados Árabes Unidos (1%) e Alemanha (1%).

A IndiaMART é mais um marketplace B2B que liga fornecedores a clientes, com destaque para o mercado e a produção do território Indiano.

Também aqui, as compras não são feitas diretamente à IndiaMART, uma vez que a empresa intervém apenas como intermediário.

O site dá destaque aos produtos das categorias “Material de construção”, “Máquinas industriais”, “Roupa e textêis”, “Produtos eletrónicos”, “Material industrial” e “Mobiliário”.

No entanto, é possível encontrar praticamente tudo, e a quantidade de oferta pode até intimidar quem não sabe exatamente o que procura.

Dificilmente encontrará fornecedores que vendam menos do que 50 unidades, portanto não é o sítio indicado para começar a importar.

No entanto, especialmente se pretende criar relações comerciais no território Indiano, sem dúvida um dos melhores sites para importar.

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Os melhores sites para importar para quem está a dar os primeiros passos

Sourcing Map

A Sourcing Map existe desde 2004 e tem a sua sede em Hong Kong.

O site recebe cerca de 15 mil visitantes por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (18%), França (12%), Espanha (8%), Turquia (7%) e Polónia (7%).

Aqui, estamos a negociar diretamente com a empresa.

A Sourcing Map é um mercado para onde as fábricas podem escoar parte dos seus stocks, e podemos comprar sem limites mínimos em termos de número de unidades.

Apesar de as margens de lucro serem menores, o site é interessante.

É muito fácil encontrar preços para 5 ou 10 unidades, pelo que pode ser um bom sítio para experimentar encomendas de maior volume.

O site é muito simples e funcional, está muito bem traduzido, mas aparentemente não tem o certificado SSL atualizado, o que não inspira confiança em termos da segurança tecnológica.

Um ponto positivo, toda a informação sobre garantias, devoluções, reembolsos e prazos de entrega é muito explícita e fácil de encontrar.

A empresa aceita PayPal e, como cliente, utilizar este processador de pagamentos é a melhor forma de se proteger.

Apesar de os produtos eletrónicos dominarem, é possível encontrar muitas outras coisas, o que é muito positivo.

Caso encontre encontre na Sourcing Map um fornecedor com quem possa trabalhar a longo prazo, a empresa tem um sistema de pontos que pode ajudar a maximizar as margens de lucro

Sem dúvida, vale a pena experimentar, e tem o potencial de ser um dos melhores sites para importar para quem está a dar os primeiros passos.

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Chinavasion

Esta empresa existe desde 2004 e tem a sua sede na cidade de Kowloon, em Hong Kong.

O site recebe cerca de 500 mil visitas por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (15 %), China (13%), Reino Unido (6%), Brasil (4%) e Itália (4%).

Apesar de o principal foco de interesse da Chinavasion ser o mercado B2B, algum do seu negócio ainda é feito no mercado B2C.

O site comunica bastante bem com o cliente, é extremamente simples e funcional, parece tecnologicamente seguro e a empresa posiciona-se como uma plataforma de e-commerce premium.

Na esmagadora maioria dos casos, quando fazemos uma compra na Chinavasion estamos a comprar diretamente à empresa.

Esta, por sua vez, abastece o seu stock diretamente junto das fábricas das marcas.

O site pode ser utilizado para encomendar até 200 unidades, sendo que para volumes maiores a empresa presta suporte adicional através de contacto direto.

Uma vez que a Chinavasion tem quase sempre stock de todos os produtos listados no site, os envios são feitos logo no dia útil depois da compra ser finalizada.

Outro ponto positivo, aceita Visa, Mastercard, Maestro e PayPal.

Comercializa quase exclusivamente produtos eletrónicos, e é muito fácil encontrar marcas muito conhecidas, como a Xiaomi, a OnePlus, a Samsung, etc.

No entanto, os preços por unidade deixam pouco espaço para margens de lucro e seria ideal que houvesse mais diversidade de produtos.

A Chinavasion pode ser uma parceria bastante lucrativa, mesmo para quem está a dar os primeiros passos.

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FastTech

Esta empresa existe desde 2012 e tem a sua sede na cidade de Tuen Mun, em Hong Kong.

O site da FastTech recebe cerca de 5 milhões de visitas por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (13%), Rússia (11%), França (9%), Alemanha (8%) e Reino Unido (8%).

O design do site é muito simples e não há cupões, flash sales e oferta incríveis constantemente a desviar a nossa atenção.

Pelo contrário, a navegação é bastante agradável e é muito fácil encontrar toda a informação importante.

A empresa parece dividir a sua atenção entre os mercados B2C e B2B.

Por um lado, o envio é gratuito em todas as encomendas de apenas uma unidade e, por outro, há sempre destaque para os preços de encomendas até 5 unidades.

Para volumes maiores é necessário contacto direto com um representante da empresa.

Quando fazemos uma compra estamos a transacionar diretamente com a FastTech, uma vez que esta tem o seu próprio stock.

No entanto, a FastTech age como um intermediário entre nós e as grandes fábricas, às quais não teriamos acesso de outra forma para compras de baixo volume.

Vale a pena destacar, algumas encomendas são expedidas apenas 12 horas depois da encomenda.

Outro ponto positivo, rapidamente encontramos o certificado McAfee SECURE e selo VeriSign Trust.

Para pagar podemos optar por Visa, Mastercard, American Express, PayPal, e 21 criptomoedas diferentes, incluindo Bitcoin, Litecoin e Ethereum.

A empresa vende principalmente produtos eletrónicos, ainda que seja possível encontrar têxteis, plástico, joalharia, etc.

Se está a começar, a FastTech é um dos melhores sites para importar.

No entanto, também pode interessar a quem faz encomendas de maior volume.

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Tomtop

A Tomtop foi fundada em 2004 e tem a sua sede em Shenzhen, na China.

A empresa tem uma presença geográfica muito alargada, com armazéns nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Itália, França, Espanha, Austrália, Rússia e Dubai.

O site recebe uma média de 5 milhões de visitantes por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (9%), Rússia (9%), França (8%), Itália (8%) e Espanha (7%).

Ainda que haja bastante informação sobre encomendas de grandes quantidades, o site da Tomtop parece mais voltado para o mercado B2C.

A grande fatia do negócio B2B da empresa provavelmente é feita através do Alibaba, onde é fornecedor Gold desde 2006.

Em termos tecnológicos o site tem certificado McAfee SECURE e selo VeriSign Trust, o que dá algumas garantias de que é bastante seguro para o utilizador.

É possível encontrar toda a informação importante, mas a nossa atenção é constantemente refém das várias flash sales, cupões de desconto, brindes grátis, etc.

A Tomtop abastece o stock dos seus armazéns junto de várias fábricas, pelo que ao fazer uma compra estamos a transacionar diretamente com a empresa e não com terceiros.

Na hora de pagar, podemos escolher entre Visa, Mastercard, American Express e PayPal.

Uma grande fatia do comércio da Tomtop é feito em produtos eletrónicos.

No entanto, a empresa vende uma grande variedade de produtos nas categorias “Casa e Jardim”, “Saúde e Beleza”, “Acessórios automóvel”, “Ferramentas”, “Moda” e “Equipamento desportivo”.

É possível encontrar marcas conhecidas como a Huawei, Lenovo e Xiaomi.

Em total oposição, é muito fácil encontrar alguns produtos que claramente são imitações e violam patentes do direito intelectual e industrial.

Pode ter algum interesse para o importador com pouca experiência

A Tomtop oferece vários incentivos para o cliente recorrente, o que pode ajudar a maximizar as margens de lucro.

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TinyDeal

A TinyDeal foi fundada em 2004 e tem a sua sede em Shenzhen, na China.

O site recebe uma média de 1 milhão de utilizadores por mês e os principais países de origem são a Rússia (10%), Brasil (7%), Itália (7%), Alemanha (6%) e Espanha (5%).

Se estivermos à procura dessa informação, vamos acabar por encontrar menções a encomendas de grandes quantidades.

No entanto, o site da TinyDeal é aquilo a que estamos habituados num negócio de e-commerce virado para o mercado B2C.

A empresa gere o seu próprio stock que é abastecido junto de fábricas e fornecedores.

Ou seja, as nossas compras são transações feitas diretamente com a TinyDeal.

Apesar de, segundo a empresa, existirem armazéns em território Europeu, é praticamente impossível encontrar produtos que não sejam enviados a partir da China.

Em alguns casos, as encomendas podem demorar até 25 dias úteis para chegar ao cliente.

Para pagar, podemos escolher entre PayPal e Western Union.

A TinyDeal afirma vender produtos de qualidade e nunca imitações, mas é extremamente fácil encontrar produtos que claramente violam direitos de propriedade intelectual e industrial.

Pode ser um parceiro comercial interessante para quem está a começar, principalmente tendo em conta que há cupões e várias formas de maximizar as margens de lucro.

No entanto, o site é um pouco confuso, muito mal traduzido para Português e Inglês, onde às vezes é dificil encontrar a informação

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eFox

A eFox existe desde 2003 e é mais um dos vários negócios de e-commerce com sede em Shenzhen, na China.

O site recebe cerca de 200 mil visitantes por mês e os principais países de origem são Portugal (90%), Brasil (7%), Hungria (1%), Polónia (0,5%) e China (0,5%).

Apesar de o site estar traduzido em vários idiomas, parece haver uma aposta clara da empresa no mercado Português e é impossível não reparar nas várias menções ao armazém de Espanha.

No entanto, está muito mal traduzido e é complicado ler alguma informação importante.

Não é totalmente claro se há outros armazéns em território europeu e qual a sua localização exata.

O site da eFox é claramente desenhado a pensar no mercado B2C, com cupões, flash sales, super deals, etc.

Como em casos anteriores, a empresa gere o próprio stock e os clientes compram diretamente à empresa, que se abastece junto de marcas e fornecedores.

Em termos de pagamentos, a empresa aceita Visa, Mastercard, Maestro, American Express e PayPal, o que oferece alguma segurança para o cliente.

De acordo com a eFox, as encomendas são expedidas entre 1 a 5 dias úteis depois da compra, podendo demorar até 45 dias úteis para chegar ao ponto de entrega.

Um ponto menos positivo, a comunicação oficial com o cliente é feita a partir de um endereço @gmail.

Como em vários casos anteriores, a eFox vende principalmente produtos eletrónicos e é possível encontrar marcas como a Nokia, a OnePlus, Lenovo, Xiaomi e a Logitech.

Mas também é possível encontrar outro tipo de produtos nas categorias “Relógios”, “Brinquedos”, “Desporto” e “Casa & Jardim”.

Pode ser um bom ponto de partida para o importador pouco experiente, onde as margens podem ser espremidas com cupões e outro tipo de descontos.

Ainda que a má tradução e o endereço gmail não inspirem muita confiança, é um dos melhores sites para importar.

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Light In The Box

A Light In The Box existe desde 2007 e tem a sua sede em Beijing, na China.

O site recebe cerca de 15 milhões de visitas por mês e os principais países de origem são os Estados Unidos (12%), França (11%), Brasil (8%), Alemanha (5%) e Reino Unido (5%).

A empresa tem o seu foco no mercado B2C e, tal como em casos anteriores, funciona como um mercado online onde as fábricas podem vender parte da sua produção.

Ou seja, estamos a comprar diretamente à Light In The Box que, por sua vez, abastece o seu stock junto dos fabricantes.

O site tem um design simples e a navegação é satisfatória.

No entanto, não está muito bem traduzido.

É relativamente fácil encontrar a informação mais importante, o certificado SSL está atualizado e o site exibe o certificado McAfee SECURE.

Um dos pontos mais positivos, a Light In The Box tem uma gama de produtos que muitas vezes não existe em sites dedicados aos produtos eletrónicos.

É muito fácil encontrar vestuário e outros têxteis, joalharia, cerâmica, e uma série de outras coisa, além de os produtos eletrónicos.

Menos positivo, em função da presença da Light In The Box como intermediário na cadeia comercial, os preços nem sempre deixam o espaço necessário para margens de lucro.

A empresa aceita Visa, Mastercard, American Express e PayPal, onde é um vendedor verificado.

Se está a dar os primeiros passos é um dos melhores sites para importar, principalmente face à gama de produtos.

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Mini In The Box

A Mini In The Box existe desde 2007 e tem a sua sede em Beijing, na China.

O nome não engana, faz parte do mesmo conglomerado que gere a Light In The Box.

O site recebe cerca de 3 milhões de visitas por mês e os principais países de origem são a França (15%), Brasil (9%), Estados Unidos (6%), Holanda (6%) e Alemanha (5%).

Aqui, a empresa parece um pouco mais aberta ao mercado B2B, ainda que o foco seja o B2C e o comércio de retalho.

Tal como na Light In The Box, estamos a comprar diretamente à empresa, que gere e abastece o seu próprio stock junto dos fabricantes.

O site é simples, a navegação é satisfatória, parece estar razoavelmente bem traduzido e exibe o o certificado McAfee SECURE.

A gama de produtos não é totalmente distinta do que encontramos na Light In The Box, mas há algumas diferenças.

Aqui, os produtos eletrónicos têm mais destaque, embora seja possível encontrar muitas outras coisa, o que é extremamente positivo.

Tal como na Light In The Box, os preços são um pouco mais altos do que seria ideal e, portanto, é preciso procurar durante algum tempo para encontrar boas margens de lucro.

Para pagar podemos usar Visa, Mastercard, American Express e PayPal.

Sem dúvida, um dos melhores sites para importar.

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HonorBuy

A HonorBuy existe desde 2013 e tem a sua sede em Shenzhen, na China.

O site recebe cerca de 600 mil visitas por mês e os principais países de origem são Portugal (15%), a Croácia (14%), Alemanha (8%), Brasil (5%) e Itália (4%).

Ainda que existam referências alusivas a encomendas de maiores quantidades, a empresa tem o seu foco no mercado B2C e tem um armazém em território Europeu, na Alemanha.

O site é incrivelmente simples, a navegação é agradável e o site tem o certificado SSL atualizado.

A HonorBuy é quase exclusivamente dedicada aos telemóveis, e distribuir marcas conhecidas como a Xiaomi, a Redmi e a OnePlus.

É possível pagar com Mastercard, Visa, American Express e PayPal.

Os telemóveis, por vários motivos, não são dos melhores produtos para quem está a dar os primeiros passos na importação.

No entanto, a HonorBuy tem acessórios e alguns produtos que podem ser uma boa opção e, por ser possível pagar com PayPal e ser possível encomendar da Alemanha, é um dos melhores sites para importar.

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Algumas dicas para quem está a começar a importar

Não use o seu email pessoal.

Muitos destes fornecedores enviam informação de forma algo abusiva.

Se usar o seu email pessoal vai começar a receber dezenas e dezenas de emails todos os dias, sobre coisas que nem lhe interessam.

Use o PayPal para pagar.

Usar o PayPal é a melhor forma de se proteger contra vendedores menos bem intencionados e encomendas perdidas ou danificadas.

Este processador de pagamentos eletrónicos ajuda os clientes a receber devoluções até 180 dias após a compra, caso seja necessário.

Procure produtos pequenos e leves.

Os produtos pesados e de grande volume acrescentam as despesas com custos de envio.

Além de reduzir a sua margem de lucro aumenta o preço final para o cliente.

Procure produtos de fabrico simples.

Quando mais fácil for o fabrico, menos provável é haver defeito.

Escolha produtos a pensar na satisfação dos seus clientes.

Procure produtos com boas margens de lucro.

Não vale a pena vender produtos por €1 se o cliente vai pagar mais do que isso em portes de envio.

Procure produtos pelos quais possa cobrar entre €5 e €25.

Um aviso:

Apesar de haver cada vez mais competição, nunca foi tão fácil ganhar dinheiro desta forma.

E, ainda que encontrar bons fornecedores e conhecer os melhore sites para importar seja uma peça extremamente importante, um negócio deste tipo é um puzzle de logística sem fim.

O que o espera são dezenas de ficheiros de excel, trocas de email que parecem não acabar, muitas viagens aos correios, produtos perdidos ou danificados, etc, etc, etc.

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