Qual é a nova rede social que vai substituir o Facebook e o Instagram?

Qual é a nova rede social que vai substituir o Facebook e o Instagram?
Photo by ROBIN WORRALL on Unsplash

Se for capaz de ler as tendências, talvez consiga antecipar o mercado e perceber qual é a nova rede social que vai ganhar espaço e dominar o mercado.

Com essa informação, qualquer um de nós pode ganhar bastante dinheiro.

Além disso, conhecer novos espaços digitais também ajuda a identificar excelentes oportunidades para divulgar produtos ou serviços.

Assim sendo, vamos falar de 17 projetos que já estão a ganhar tração e a mudar a forma como usamos e pensamos a internet e as redes sociais.

PS:

No final deste vamos olhar tentar perceber quanto dinheiro é possível ganhar a investir em ações de redes sociais.

Por isso, leia até ao fim!

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Qual é a nova rede social que está a conquistar a internet?

Vero

Esta rede social inspira-se num ideal de verdade para incentivar os seus utilizadores a serem eles próprios.

A mecânica do interface faz lembrar o Instagram, apesar da estética muito própria e das várias diferenças (importantes) que fazem parte do seu fator diferenciador.

A Vero, rede social nativa do espaço mobile, foi um fenómeno viral em Fevereiro de 2018, quando mais de meio milhão de utilizadores descarregaram a app em apenas 24h.

O seu feed cronológico, a criação de audiências personalizadas e publicações segmentadas, a ausência de anúncios, imagens e vídeos sem compressão, são algumas das funcionalidades que a distinguem do Instagram.

Neste momento, já conta com mais de 1 milhão de instalações no Google Play e é um player bem estabelecido no mercado.

No entanto, apesar da trajetória ascendente, a empresa também tem gerado alguma atenção menos positiva.

Bugs na plataforma, questões sobre os direitos de autor do conteúdo que os utilizadores criam diariamente e dúvidas sobre o CEO, Ayman Hariri.

De acordo com a Crunchbase, a empresa fez duas rondas de investimento num total de 4 milhões de dólares.

Se pensarmos numa nova rede social que pretenda ocupar exatamente o mesmo espaço do Instagram, provavelmente, a Vero é a única desta lista.

Caffeine

Criada em 2016 e ainda em pre-release, a Caffeine é um projeto que está a gerar bastante entusiasmo.

Esta nova rede social dedica-se ao streaming de vídeo e foca-se nas áreas do gaming, entretenimento e artes criativas.

Quando criamos conta na Caffeine e temos contacto direto com a plataforma, algumas semelhanças com o Twitch são óbvias.

No entanto, qualquer streamer com experiência sabe que este projeto é tudo menos redundante, com vários fatores diferenciadores, alguns muito, muito interessantes.

A latência extremamente reduzida, a monetização aberta a 100% da comunidade e o aspecto social muito mais vincado, são alguns dos fatores que podem ajudar a conquistar novos utilizadores.

Mas iniciar um stream com um click, sem necessitar de software externo, é uma verdadeira revolução.

Neste momento, o site recebe cerca de 500 mil visitas por dia e a app tem cerca de 50 mil instalações no Google Play.

De acordo com a Crunchbase, a empresa fez três rondas de investimento em apenas dois anos, num total de 146 milhões de dólares.

Muito interessante, principalmente face à recente apresentação do Google Stadia.

House Party

Da autoria da Life On Air Inc., liderada por Ben Rubin, a House Party é uma aplicação móvel de chat por vídeo.

A empresa também é responsável pela Meerkat, app que foi um sucesso viral em 2016, e obrigou Facebook e Twitter a uma verdadeira corrida à integração do streaming.

A House Party permite criar conversas com até 8 participantes, numa aplicação extremamente simples, quase minimalista, que já tem mais de 5 milhões de instalações no Google Play.

O fator diferenciador é quase inexplicável, mas se juntar 7 dos seus amigos para testar a aplicação vai perceber logo.

Numa altura em que as redes sociais são apontadas como uma das principais causas da solidão humana na sociedade moderna, a Life On Air Inc. re-imaginou a mecânica do chat por vídeo e criou uma nova rede social que só funciona no plural.

De acordo com a Crunchbase, a empresa financiou-se em mais de 70 milhões de dólares, em 5 rondas de investimento.

Tik Tok

A Tik Tok faz parte da ByteDance, conglomerado Chinês que em Outubro de 2018 se tornou a start-up mais valiosa do mundo.

A rede social nasceu em Setembro de 2016 e, numa primeira fase, só estava disponível para o mercado Oriental.

Depois de comprar a Musical.ly por 1 bilião de dólares, em Novembro de 2017, a ByteDance partiu à conquista de uma presença à escala global.

Lembra-se do Vine? Aquela nova rede social que captou a imaginação da internet entre 2013 e 2016?

A Tik Tok é algo parecido…

Aqui, os utilizadores podem partilhar micro-vídeos, normalmente acompanhados por música, e participar numa comunidade extremamente criativa que está a captar a imaginação das gerações mais jovens.

A aplicação tem mais de 500 milhões de downloads no Google Play, um número extremamente impressionante, e já tem bastantes utilizadores no mercado do Brasil e Portugal.

De acordo com a Crunchbase, desde 2018, a ByteDance financiou-se em mais de mais de 4 biliões de dólares, em apenas 3 rondas de investimento.

Um dos players mais interessantes desta lista.

Facecast

Também nativa do espaço mobile, esta rede nova social foi lançada em Maio de 2018 e é bastante semelhante à Tik Tok.

A app é dedicada aos criadores de conteúdo vídeo, normalmente acompanhados por música, com desafios agrupados em hashtags e bastante humor.

Também é possível fazer live streaming e descobrir pessoas numa sala de chat aleatória.

Ao passear pela aplicação, torna-se evidente que a Facecast é um fenómeno global que captou a atenção de uma comunidade extremamente criativa.

No entanto, apesar de ter mais de 100 mil instalações no Google Play, em função da existência de outros produtos muito semelhantes, é complicado imaginar um futuro em que a Facecast consiga dominar.

The Dots

O projeto descreve-se como “o LinkedIn da criatividade”.

Colocada online em Setembro de 2014, esta nova rede social pretende ligar profissionais criativos e empresas, para criar oportunidades de colaborar em projetos e ajudar a montar equipas.

Mais, o The Dots pretende ser o espaço onde as pessoas criativas encontram a inspiração que precisam.

Em 2009, Pip Jamieson criou The Loop, uma plataforma utilizada por cerca de 70% dos profissionais criativos na Austrália.

A ideia é replicar o sucesso à escala global, ainda que neste momento a ativade esteja focada no território do Reino Unido.

O site recebe cerca de 500 mil visitas por mês e, de acordo com a Crunchbase, até à data, a empresa conseguiu 5,5 milhões de libras em duas rondas de investimento.

Muito interessante, principalmente em função do CEO que lidera o projeto.

ReverbNation

Mais do que uma nova rede social, a ReverbNation é uma plataforma para quem procura oportunidades na indústria da música.

Para lá dos perfis que lembram vagamente o Myspace, o core dos serviços da empresa acontece no backoffice.

Aí, os utilizadores encontram ferramentas de marketing para promover a sua música. Algumas são gratuitas, outras pagas num modelo de subscrição.

Online desde Outubro de 2006, o site tem mais de 5 milhões de visitas por mês e é utilizado por mais de 4 milhões de artistas em todo o mundo.

De acordo com a Crunchbase, a empresa gerou 8,6 milhões de dólares em três rondas de investimento.

A forma como consumimos música alterou-se dramáticamente nos últimos 20 anos…

O sucesso da ReverbNation depende do valor que acrescenta aos seus clientes, os músicos, numa altura em que Spotify, Apple Music, e serviços de streaming de uma forma geral, são alvos de algumas críticas.

Anchor

A Anchor é uma plataforma dedicada aos podcasts.

Não é necessáriamente uma rede social, mas merece menção nesta lista devido à forma como está a mudar as regras da produção e distribuição do audio.

A empresa foi criada em 2014 e a primeira versão pública foi colocada online em 2016.

Hoje, o site tem mais de 3 milhões de visitas por dia e a aplicação móvel tem mais de 500 mil downloads no Google Play.

A missão da empresa é “democratizar o audio” e, sem dúvida, com as várias ferramentas que coloca à disposição dos seus utilizadores, nunca foi tão fácil produzir, editar, distribuir e monetizar um podcast.

Muito, muito interessante, principalmente face às várias aquisições que a Apple tem feito neste mercado.

De acordo com a Crunchbase, a empresa conseguiu mais de 14 milhões de dólares, em 4 rondas de investimento.

Care2

A Care2 é uma nova rede social (com 20 anos de existência) focada em ter um impacto positivo no mundo.

Os utilizadores podem criar petições, assinar petições já existentes, seguir causas e encontrar pessoas, grupos e empresas com os mesmos interesses.

A empresa é liderada por Randy Paynter, foi fundada em 1998 e o site recebe cerca de 4 milhões de visitas por dia.

De acordo com a Crunchbase, a empresa conseguiu quase 6 milhões em 2 rondas de investimento.

Um conceito interessante, cada vez mais atual no contexto das redes sociais, numa altura em que são quase sinónimo de política.

Steemit

O Steemit é uma plataforma de social blogging que integra a tecnologia blockchain.

Aqui, os criadores de conteúdo recebem STEEMs, a criptomoeda nativa, em função do valor que acrescentam à comunidade.

Ativo desde Março de 2016, atualmente o site recebe cerca de 12 milhões de visitas diárias.

Apesar de enfrentar algumas dificuldades, comuns a quase todos os projetos na esfera das criptomedas, a comunidade desta nova rede social é extremamente ativa e dinâmica.

É possível encontrar blogs a falar sobre tudo um pouco e é uma excelente forma de entrar no mundo das criptomedas e até ganhar algum dinheiro.

O conceito do projeto é extraordinário, mas talvez o seu sucesso esteja dependente do futuro das criptomedas como um todo.

Seja como for, o Steemit é um espaço que enriquece os seus utilizadores e que vale bem a pena conhecer.

DTube

Outra aplicação descentralizada, a correr no blockchain Steem, o DTube funciona como uma plataforma para alojar e partilhar vídeos.

As semelhanças não se ficam só pelo nome, estéticamente o site também é muito semelhante ao Youtube.

Tal como acontece no Steemit, os criadores de conteúdo recebem STEEMs, a criptomoeda nativa, em função do valor que acrescentam à comunidade.

O site recebe cerca de 1,5 milhões de visitas por mês e está disponível desde 2017.

Uma parte interessante do DTube, e uma consequência da tecnologia blockchain, não é possível apagar os vídeos depois de eles serem colocados online.

Mais uma vez, principalmente em função de o Youtube estar a apertar as regras da monetização, esta nova rede social é muito, muito interessante.

Mastodon

A Mastodon apresenta-se como uma alternativa ao Twitter, numa experiência de microblogging limitada a 500 caracteres por mensagem, ou “toots”.

A grande diferença é que qualquer pessoa é livre para criar o seu servidor Mastodon e administrar a mecânica e as regras da comunidade.

Esta nova rede social, open source e descentralizada, foi criada por Eugen Rochko e colocada online a 5 de Outubro de 2016.

Hoje, o site tem mais de 1 milhão de visitas por mês e mais de 2 milhões de utilizadores registados.

Para aceder à rede podemos utilizar uma série de aplicações diferentes, de developers 100% independentes, criadas com o código open source da Mastodon.

A Mastodon lidera um paradigma tecnológico novo, onde nada é proprietário.

Apesar de ser extremamente interessante, o aspecto mais técnico pode ser uma barreira à aquisição de utilizadores menos sofisticados.

Minds

Outra rede social open source e descentralizada, criada para proteger a liberdade de expressão e a privacidade, que usa tecnologia blockchain para recompensar os seus utilizadores.

Visualmente, o feed da Minds lembra vagamente o Facebook.

A empresa foi criada por Bill Ottman, em 2011, e o site foi colocado online em 2015.

Hoje, tem mais de 3 milhões de visitas por mês e mais de 1 milhão de utilizadores registados.

Estes números podem parecer um grão de areia, principalmente quando comparados com os do Facebook.

No entanto, convém dizer que a Minds detém um recorde notável, alcançado em Junho de 2017 – é a iniciativa de crowdfunding que mais rapidamente angariou 1 milhão de dólares.

De acordo com a Crunchbase, a empresa financiou-se em mais de 7 milhões de dólares, em 3 rondas de investimento.

Duck Duck Go

Não é uma rede social, mas vale a pena conhecer esta empresa e perceber o que é que está a alimentar o seu crescimento.

O que distingue este motor de busca é o compromisso com a privacidade.

O Duck Duck Go não coleciona a informação dos seus utilizadores e não a partilha com terceiros.

A empresa também tem uma extensão compatível com Chrome, Firefox, Internet Explorer, Microsoft Edge, Opera e Safari, e uma aplicação móvel para Android e iOS.

De uma forma geral, as inquietações em relação à privacidade na internet são cada vez maiores e o Duck Duck Go é uma alternativa que o ajuda a recuperar o controle sobre os seus dados.

A empresa foi lançada em 2008 e hoje o site tem mais de 600 mil visitantes por mês, com mais de 1 bilião de pesquisas mensais.

Ainda muito longe de poder ser uma ameaça ao monopólio do Google, mas o crescimento da empresa é notável.

Gab

A Gab nasceu em 15 de Agosto de 2016 e é liderada por Andrew Torba.

Com um interface faz lembrar o Twitter, timeline vertical e agregação de conteúdo via hashtags, esta nova rede social foi criada para defender a liberdade de expressão no espaço digital e oferecer uma alternativa ao monopólio dos grandes players do mercado.

O site recebe cerca de 4,5 milhões de utilizadores e aplicação para telemóvel foi removida do Google Play, pelo que não é possível obter informação sobre o número de instalações.

Sendo uma aplicação nativa do espaço mobile, parece-me justo supor que os número será superior a 10 milhões.

A plataforma parece estar em trajetória ascendente, apesar da pressão a que tem sido sujeita.

Muito interessante acompanhar o futuro, em particular os desafios relacionados com financiamento e monetização.

Dissenter

A Dissenter é daquelas inovações tecnológicas que, mais do que brilhantes, parecem óbvias. Mas só depois de serem inventadas…

Trata-se de um plugin, compatível com a maior parte dos browsers, que abre uma secção de comentários e discussão externa, agregada a qualquer site da internet.

Ou seja, estamos a discutir e a comentar a internet, num outro espaço novo, externo ao site que serve de pano de fundo.

Esta nova rede social é da responsabilidade da mesma empresa que lidera a Gab, e construída para defender os mesmos ideais de liberdade de expressão no espaço digital.

É difícil estimar o número de instalações, em função de o plugin estar a ser boicotado por Chrome e Firefox, em função da imprensa negativa que tem gerado.

No entanto, a inovação tecnológica por si só é suficiente para para merecer uma menção nesta lista.

Spreely

O nome desta rede social é a junção das palavras “Speak” e “Freely”.

O projeto surge em reação à problemática da censura na internet, um assunto extremamente atual, com as maiores plataformas do mercado a serem alvo de muitas críticas.

Em relação à estética e ao funcionamento da rede, as semelhanças com o Facebook são óbvias.

Terá sido colocada online algures em 2018 e dos seus criadores sabe-se muito pouco.

Apesar de inicialmente ter gerado bastante interesse, esta nova rede social parece estar em trajetória descendente.

O site recebe cerca de 150 mil visitas por mês e aplicação android tem cerca de 5 mil instalações no Google Play.

Ainda assim, vale a pena estar atento ao futuro da Freely, que depende de vários fatores externos e das movimentações de muitos outros players do mercado.

Quanto dinheiro posso ganhar ao investir numa nova rede social?

Photo by Markus Spiske on Unsplash

Em função da premissa deste artigo, acho que este exercício é interessante.

Vamos olhar para os casos mais óbvios e perceber que tipo de mais valia podia ter sido gerada por qualquer um de nós, se tivéssemos investido nas ações destas redes sociais.

Atenção:

Esta matemática deve ser encarada apenas como um exercício de pensamento.

Investir em bolsa exige uma análise muito mais detalhada e uma simples análise do histórico das ações destas empresas demonstra que, em alguns casos, as coisas não são tão simples.

No entanto, ter predisposição para investir e estar atento às várias oportunidades para o fazer, na minha opinião, é algo positivo.

Google

O maior motor de busca do mundo nasceu a 4 de Setembro de 1998.

A empresa estrou-se na bolsa a 19 de Agosto de 2004.

Nessa altura, o Google coloca 19 milhões de ações no mercado, a 85 dólares por ação.

As ações valem neste momento cerca de 1166 dólares.

Ou seja, o lucro por ação é cerca 1081 dólares.

Com um investimento de 510 dólares em 6 ações, o lucro seria de 6486 dólares.

Facebook

O Facebook foi colocado online em Fevereiro de 2004.

A estreia da empresa na bolsa acontece a 18 de Maio de 2012.

Nessa altura, o Facebook coloca 421 milhões de ações no mercado, a 38 dólares por ação.

As ações valem neste momento cerca de 192 dólares.

Ou seja, o lucro por ação é cerca de 154 dólares.

Com um investimento de 494 dólares em 13 ações, o lucro seria de 2002 dólares.

Twitter

O primeiro tweet foi publicado em 21 de Março de 2006.

A empresa foi listada na bolsa em 7 de Novembro de 2013.

Nessa altura, o Twitter colocou 70 milhões de ações no mercado, a 26 dólares por ação.

As ações valem neste momento cerca de 40 dólares.

Ou seja, o lucro por ação é cerca de 14 dólares.

Com um investimento de 494 dólares em 19 ações, o lucro seria de 266 dólares.

Snapchat

A empresa foi fundada em 16 de Setembro de 2011.

A estreia na bolsa aconteceu em 2 de Março de 2017.

Nessa altura, o Snapchat lançou 200 milhões de ações no mercado, a 17 dólares por ação.

Neste momento, as ações valem cerca de 11 dólares.

Ou seja, isto representa uma perda de 6 dólares por ação.

Com um investimento de 493 dólares em 29 ações, as perdas seriam de 174 dólares.

LinkedIn

O LinkedIn foi lançado no final de 2002.

Em 13 de Junho de 2016, a rede social é comprada e passa a fazer parte da Microsoft.

Se, nessa altura, tivesse comprado ações da Microsoft, elas valiam cerca de 60 dólares.

Neste momento, valem cerca de 126 dólares.

Ou seja, isto representa um lucro de 66 dólares por ação.

Se o investimento fosse de 480 dólares, em 8 ações, o lucro seria de 528 dólares.

Twitch

O Twitch foi lançado em Junho de 2011.

Em 25 de Agosto de 2014, a rede social é comprada e passa a fazer parte da Amazon.

Se, nessa altura, tivesse comprado ações da Amazon, elas valiam cerca de 330 dólares.

Neste momento, valem cerca de 1900 dólares.

Ou seja, isto representa um lucro de 1570 dólares por ação.

Se o investimento fosse de 660 dólares, em 2 ações, o lucro seria de 3140 dólares.

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